21 de outubro de 2021

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Crianças com comorbidades podem ter quadro mais grave de Covid-19

Criança do sexo feminino com máscaraPixabay/Pedro Wroclaw
Pesquisa feita pela UFRJ apontou para comorbidades como doenças neuromusculares e asma; faixa etária apresenta forma mais grave da covid-19 associada a síndrome

Fatores de risco que levam a  quadros graves de  Covid-19  tem impacto diferente durante infância e fase adulta. Afirmação é resultado de um estudo realizado com 79 crianças e adolescentes, entre 1 mês e 19 anos de idade, internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

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A análise ocorreu em cinco estados (BA, CE, PA, RJ e SP) e apontou que as comorbidades mais comuns em crianças são a encefalopatia não progressiva e doenças respiratórias crônicas, em especial, a asma. Já em adultos, os maiores fatores de risco são a diabetes e doenças cardiovasculares .
A chance de uma criança que apresenta esse histórico ter um  quadro grave de Covid-19 é 5,5 vezes maior quando comparada a uma que não têm. A pesquisa também mostrou que bebês menores de um ano e crianças mais velhas têm a mesma necessidade de ventilação mecânica.
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O estudo foi realizado pelo Instituto D’OR de Pesquisa e Ensino da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e outras 13 instituições brasileiras.
Além de problemas respiratórios
As análises apontaram para um quadro mais grave da Covid-19 em pacientes infantis que, mesmo sendo menos de 2% dos casos sintomáticos, podem evoluir para a Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica .
Além do pulmão, a síndrome afeta o coração , rins, fígado, intestino, cérebro, pele e baço. Ela é frequentemente associada à febre persistente, acompanhada de pressão baixa, conjuntivite, manchas no corpo, diarreia, dor abdominal, náuseas e vômitos, entre outros diversos sintomas.
Arnaldo Prata, coordenador de pesquisa do Instituto D’OR, alerta: “Os pais devem estar atentos não somente a sintomas respiratórios. Na MIS [sigla da síndrome em inglês], sintomas gastrointestinais são mais comuns. Uma criança com febre e dor abdominal precisa ser avaliada”. Fala foi concedida ao jornal O Globo.

Fonte: IG SAÚDE

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