28 de fevereiro de 2021

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Polícia Civil lamenta morte de investigador por infarto fulminante

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Assessoria/Polícia Civil-MT
 
A Polícia Civil lamenta profundamente a morte do investigador de polícia, Ademilson Evangelista da Silva, conhecido como “Fumaça”, que estava lotado na 2ª Delegacia de Polícia do Carumbé e que dedicou mais de 19 anos de sua vida à instituição. O corpo do policial, vítima de infarto fulminante, foi encontrado no início da noite de quarta-feira (16.09), em sua residência em um condomínio no bairro Lixeira, em Cuiabá.
Familiares do policial foram até a residência dele, após estranharem o fato de ele não ter ido tomar café da manhã na casa dos pais (o qual fazia parte da sua rotina diária), não atender ligações ou responder mensagens. Eles foram até a casa do policial, onde encontraram o carro na garagem e o ar-condicionado estava ligado.
Ao entraram no apartamento, os colegas de trabalho e familiares da vítima encontraram o policial deitado na cama, já sem vida. A equipe do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) foi acionado e constatou a morte natural, sem indícios de violência. O policial sofria de pressão alta, fazia uso de medicamentos e estava praticando muitos exercícios para perda de peso.
O investigador de polícia ingresso na instituição há 19 anos, passando por diversas unidades, e era muito querido por amigos e colegas com os quais trabalhou. Em homenagem em Rede Social, o delegado titular da 2ª Delegacia de Polícia, Jefferson Dias, prestou homenagem ao colega de profissão.
“Nosso melhor muito obrigado! A 2DP está em luto com a passagem do nosso amigo Fumaça para o céu, policial íntegro que combateu o bom combate, foi fiel, filho, irmão, tio, pai, avô, tão jovem se foi, Senhor Jesus nos acolhe nesse momento de dor”, falou.
O delegado-geral, Mário Dermeval Aravechia de Resende, lamentou a morte do investigador, ressaltando que este é um momento muito triste uma vez que o policial era muito querido por onde passou. “Uma morte inesperada de um profissional que dedicou a sua vida ao trabalho na Polícia Civil e que agora deixa um grande vazio à instituição e aos seus familiares”

Fonte: PJC MT

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