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POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate estratégias para enfrentar violência contra idosos

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A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados discute nesta quarta-feira (10) estratégias de enfrentamento à violência contra a pessoa idosa. A iniciativa faz parte da campanha Junho Violeta.

O debate será realizado às 14h30, no plenário 12.

A audiência foi solicitada pelo presidente da comissão, deputado Weliton Prado (PSD-MG). O objetivo é discutir ações de prevenção e combate à violência contra a pessoa idosa, além de fortalecer políticas públicas voltadas à proteção, à segurança e à garantia de direitos dessa população.

Segundo o parlamentar, o aumento da população idosa no Brasil tem sido acompanhado pelo crescimento das denúncias de violência, principalmente de negligência, abandono, violência patrimonial e psicológica, muitas vezes praticadas no ambiente familiar.

“Precisamos avançar cada vez mais para garantir proteção, segurança e qualidade de vida à população idosa”, afirma o deputado.

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Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Plínio defende autonomia do Banco Central e proteção ao Pix

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O senador Plínio Valério (PSDB-AM), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (9), voltou a defender a proposta de emenda à Constituição (PEC 65/2023). O texto concede autonomia financeira e orçamentária ao Banco Central para elaborar seu próprio orçamento e custear despesas com receitas próprias.

Segundo o parlamentar, a medida fortalece a instituição e garante condições para a manutenção de serviços como o Pix. Plínio argumentou que o sistema se tornou essencial para milhões de brasileiros e que sua proteção deve ser incorporada ao texto constitucional.

— Amanhã, na CCJ, nós estamos decidindo não apenas o orçamento do Banco Central, estamos decidindo o futuro de um banco que orgulha o país e estamos decidindo, acima de tudo, o futuro do Pix — afirmou.

O senador argumentou que a autonomia financeira e orçamentária do Banco Central permitirá reforçar a estrutura da instituição diante do aumento de suas atribuições. Segundo ele, o órgão é responsável por fiscalizar milhares de empresas e administrar sistemas estratégicos, mas enfrenta limitações de pessoal e de recursos.

— O Pix precisa de mais servidores, de mais investimentos e de equipamentos. O Banco Central hoje fiscaliza mais de 3 mil empresas; há dez anos, fiscalizava 300 empresas, e hoje o número de servidores é menor. Os caminhões que transportam valores têm 43 anos de uso. Os servidores do Banco Central, a cada ano, precisam sair, atraídos pelo setor privado, pois não há reajuste salarial.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Fonte: Agência Senado

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