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Linha Graça Aranha-Silvânia fortalece transmissão de energia no Brasil

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O fortalecimento do sistema de transmissão de energia no Brasil avançou com a autorização para o início das obras da Linha de Transmissão (LT) ± 800 kV Graça Aranha – Silvânia, na última terça-feira (2/6). Considerado estratégico para ampliar o transporte de energia renovável das regiões Norte e Nordeste aos principais centros consumidores do país, o empreendimento, que passa pelos estados do Maranhão, Tocantins e Goiás, contribuirá para aumentar a segurança e a confiabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN).

Com cerca de 1.500 km de extensão e tecnologia de corrente contínua em ultra alta tensão (± 800 kV), a linha de transmissão contribuirá para reduzir restrições no transporte de energia, aumentar a eficiência da operação do sistema elétrico e viabilizar a integração de novos empreendimentos de geração renovável à matriz energética brasileira. São estimados R$ 18 bilhões de investimentos para a execução da linha, subestações e compensadores síncronos.

A implantação do empreendimento foi autorizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), que emitiu a Licença de Instalação (LI) nº 1563/2026 para a linha de transmissão e suas instalações associadas, permitindo o avanço da fase de construção do projeto.

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O empreendimento foi considerado essencial pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) para a segurança eletroenergética nacional e para o avanço da transição energética. A iniciativa fortalece a infraestrutura necessária para acompanhar o crescimento da demanda por energia e ampliar a participação de fontes limpas e renováveis na matriz elétrica brasileira.

A linha de transmissão irá interligar a Subestação Graça Aranha, no Maranhão, à Subestação Silvânia, em Goiás. As obras nas duas subestações já estão em andamento e integram um conjunto de investimentos voltados à ampliação da capacidade de transmissão de energia entre as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Decretos regulamentam conselhos nacionais das polícias civis, polícias militares e corpos de bombeiros militares

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Brasília, 9/6/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) avançou no fortalecimento da governança do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) com a publicação dos Decretos nº 12.996, nº 12.997 e nº 12.998, de 8 de junho de 2026, que regulamentam, respectivamente, o Conselho Nacional da Polícia Civil, o Conselho Nacional de Comandantes-Gerais de Polícia Militar e o Conselho Nacional de Comandantes-Gerais de Bombeiros Militares.

As medidas consolidam estruturas previstas nas leis orgânicas nacionais das corporações e representam um marco para a integração federativa, a coordenação institucional e o aperfeiçoamento das políticas de segurança em todo o País.

Os novos colegiados terão caráter consultivo e deliberativo e reunirão os dirigentes máximos das corporações dos estados e do Distrito Federal para formular diretrizes, propor ações de padronização, promover o intercâmbio de boas práticas e contribuir para o aperfeiçoamento das ações desenvolvidas no âmbito do Susp.

Além de fortalecer a articulação entre as corporações e o Governo Federal, os conselhos passam a atuar na formulação de propostas relacionadas à formação profissional, à produção de indicadores, ao desenvolvimento institucional, à integração operacional e ao aperfeiçoamento da gestão das corporações.

Governança e integração

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O secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ademar Borges, destacou que a regulamentação dos conselhos representa um importante avanço para a consolidação do Sistema Único de Segurança Pública e para o fortalecimento da cooperação federativa.

“Os decretos materializam importantes avanços previstos nas leis orgânicas nacionais das instituições de segurança pública e aprimoram os mecanismos de governança, coordenação e cooperação entre a União, os estados e o Distrito Federal. Trata-se de uma iniciativa que amplia a participação das instituições na formulação de políticas públicas, valoriza o diálogo federativo e contribui para a construção de soluções cada vez mais integradas e eficientes para a segurança da população brasileira.”

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O presidente do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (CONCPC), delegado-geral Márcio Rodrigo Gutierrez Rocha, enfatizou a relevância da regulamentação para o fortalecimento institucional das polícias civis e para a ampliação da participação das corporações na construção das políticas públicas de segurança.

“A criação do Conselho representa um marco para o fortalecimento institucional das polícias civis em todo o território nacional, consolidando um espaço permanente de articulação, planejamento e aprimoramento das estratégias institucionais de segurança pública.”

De acordo com o presidente do Conselho Nacional de Comandantes-Gerais de Polícia Militar, coronel Renato dos Anjos Garnes, a regulamentação do colegiado é resultado de um processo construído por meio do diálogo e da cooperação institucional.

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“A regulamentação representa importante conquista institucional para as Polícias Militares do Brasil e é resultado de um processo construído por meio do diálogo, da cooperação e do respeito entre as instituições”, disse.

A interlocução permanente com o MJSP, especialmente por intermédio da Secretaria Nacional de Segurança Pública, foi fundamental para a construção desse entendimento, ao promover a aproximação entre o Governo Federal e os comandantes-gerais das polícias militares e fortalecer o diálogo voltado à busca de soluções para os desafios da segurança pública brasileira.

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Esse reconhecimento fortalece a participação das polícias militares na construção das políticas públicas do setor e aproxima ainda mais a tomada de decisões da realidade vivenciada diariamente pelos policiais militares que estão na linha de frente da proteção da sociedade.

O presidente do Conselho Nacional de Comandantes-Gerais dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil, coronel Fabiano de Souza, pontuou que a regulamentação do colegiado amplia sua participação na construção das políticas públicas de segurança e proteção da população.

“O texto fortalece a integração entre as corporações, contribui para o aperfeiçoamento do Susp e amplia a capacidade de coordenação nacional em temas estratégicos para a proteção da população. Trata-se de uma ação que valoriza cada vez mais a atuação dos corpos de bombeiros militares e da segurança pública brasileira.”

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A regulamentação dos conselhos representa mais uma etapa da implementação das leis orgânicas nacionais das instituições de segurança pública, ampliando mecanismos permanentes de cooperação. A iniciativa reforça a participação das corporações nos processos de formulação, acompanhamento e avaliação das políticas públicas de segurança e contribui para a consolidação do Susp como instrumento de integração, coordenação e desenvolvimento institucional em todo o território nacional.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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