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Colheita de café conilon avança em Rondônia e preços ao produtor sobem no mercado interno

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A colheita da safra 2026 de café conilon em Rondônia segue em ritmo acelerado, favorecida pelas condições climáticas secas e típicas desta época do ano. Segundo informações de corretores que atuam no mercado local, aproximadamente 55% da produção esperada já foi colhida, avanço significativo frente aos cerca de 41% registrados na semana anterior.

O clima predominantemente seco continua contribuindo para a rápida evolução dos trabalhos nas lavouras rondonienses, permitindo maior eficiência nas operações de colheita e no manejo pós-colheita do café.

Além do avanço no campo, o mercado também registra valorização nos preços pagos ao produtor. De acordo com o corretor Ezequias Braz, negócios realizados nesta terça-feira apontaram a saca de 60 quilos do café conilon cotada a R$ 870,00, acima dos R$ 830,00 observados na semana passada.

A alta nos preços também estimula o avanço das negociações antecipadas da safra. Atualmente, entre 25% e 30% da produção esperada para 2026 em Rondônia já está comprometida ou comercializada, com evolução aproximada de cinco pontos percentuais em relação à semana anterior.

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Produção de café em Rondônia deve crescer quase 20% em 2026

As perspectivas para a safra seguem positivas no estado. Segundo estimativa da Companhia Nacional do Abastecimento, Rondônia deverá produzir 2,770 milhões de sacas de 60 quilos de café conilon em 2026.

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O volume representa crescimento de 19,4% frente às 2,320 milhões de sacas registradas na safra anterior, consolidando Rondônia como uma das principais regiões produtoras de café conilon do país.

O desempenho da safra, aliado à valorização dos preços e ao bom ritmo da comercialização, mantém o mercado atento ao comportamento da oferta nacional nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações brasileiras de soja disparam em maio e ANEC projeta embarques acima de 15,8 milhões de toneladas

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As exportações brasileiras de soja seguem em ritmo acelerado em 2026. Dados divulgados pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) apontam que os embarques da oleaginosa devem alcançar 15,87 milhões de toneladas em maio, consolidando um avanço expressivo frente ao mesmo período do ano passado.

O levantamento da entidade, com base na programação de navios até a semana 20 de 2026, mostra que o Brasil já exportou 58,97 milhões de toneladas de soja entre janeiro e maio. No mesmo intervalo de 2025, o volume acumulado havia sido de 54,26 milhões de toneladas, indicando crescimento consistente da demanda internacional pelo grão brasileiro.

Soja lidera pauta exportadora do agro brasileiro

Somente na semana entre 24 e 30 de maio, os portos brasileiros devem embarcar cerca de 3,59 milhões de toneladas de soja. Na semana anterior, o volume programado era de 3,41 milhões de toneladas.

Os principais corredores de exportação seguem concentrados nos portos de:

  • Santos
  • Barcarena
  • São Luís/Itaqui
  • Paranaguá
  • Rio Grande

O Porto de Santos lidera novamente a movimentação, com previsão superior a 816 mil toneladas embarcadas na semana analisada.

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A forte presença da China continua sustentando os embarques brasileiros. Segundo a ANEC, os chineses responderam por 70% das importações da soja brasileira entre janeiro e abril de 2026. Espanha e Turquia aparecem na sequência, com 4% cada.

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Farelo de soja mantém crescimento nas exportações

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo no acumulado do ano. As exportações do derivado somaram 10,41 milhões de toneladas até maio, acima do registrado no mesmo período de 2025.

Para maio, a expectativa é de embarques próximos de 2,63 milhões de toneladas, reforçando a competitividade do processamento brasileiro no mercado internacional.

Entre os principais destinos do farelo brasileiro estão:

  • Indonésia
  • Tailândia
  • Irã
  • Holanda
  • Polônia

A Indonésia lidera as compras externas do produto, com participação de 20% no período analisado.

Exportações de milho avançam, mas ainda abaixo do potencial da safrinha

Os embarques de milho começam a ganhar força, embora ainda estejam distantes do pico sazonal esperado para o segundo semestre. Em maio, a previsão da ANEC aponta exportações de aproximadamente 367 mil toneladas.

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No acumulado do ano, o cereal soma 5,84 milhões de toneladas exportadas. O volume ainda permanece abaixo do ritmo observado em igual período de 2025, reflexo do calendário da segunda safra e da maior retenção do produto no mercado interno.

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Os principais compradores do milho brasileiro em 2026 foram:

  • Egito
  • Vietnã
  • Irã
  • Argélia
  • Malásia

O Egito aparece como principal destino, absorvendo 27% das exportações brasileiras do cereal entre janeiro e abril.

Complexo agroexportador mantém força em 2026

Somando soja, farelo, milho, trigo, DDGS e sorgo, o Brasil já movimentou mais de 76,7 milhões de toneladas no acumulado de 2026 até maio, segundo a ANEC.

O desempenho reforça o protagonismo do agronegócio brasileiro no comércio global de grãos, especialmente diante da forte demanda asiática e da competitividade logística dos principais portos nacionais.

Especialistas do setor avaliam que o comportamento do câmbio, os prêmios portuários e o avanço da colheita da safrinha serão determinantes para o ritmo dos embarques nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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