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Pesca de praia com foco na sustentabilidade

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participou do 7º Open Brasil de Surfcasting Pesque e Solte, campeonato internacional de pesca esportiva de praia, que foi realizado nos dias 6 e 7 de junho de 2026, em quatro quilômetros de faixa de areia, da Praia de Morro Branco, em Beberibe, no Ceará.

A competição reuniu 172 praticantes de seis países (Brasil, Polônia, Paraguai, Chile, Espanha e Portugal). Os competidores foram organizados em equipes masculinas e femininas. 

A participação do Ministério proporcionou a oportunidade de acompanhar de perto a pesca esportiva em prática. A modalidade “pesque e solte” reforça os princípios da sustentabilidade ao priorizar a devolução dos peixes capturados ao ambiente natural após sua aferição e registro. Desta forma, contribui para a preservação dos estoques pesqueiros e dos ecossistemas aquáticos.

Além de seu caráter esportivo e recreativo, a pesca esportiva desempenha papel relevante no desenvolvimento econômico e social das localidades que recebem competições desse porte. O Ministério da Pesca e Aquicultura reconhece a modalidade como uma atividade estratégica para o fortalecimento do turismo sustentável e para a promoção do uso responsável dos recursos naturais. Quando praticada de forma consciente e alinhada aos princípios da conservação ambiental, a atividade contribui para a valorização dos ambientes aquáticos e para a sensibilização da sociedade sobre a importância da proteção dos recursos pesqueiros.

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ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Área de cevada no Rio Grande do Sul deve encolher mais de 30% em 2026 com temor do El Niño

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A área cultivada com cevada no Rio Grande do Sul deverá registrar forte retração na safra de 2026. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, a redução pode superar 30% em relação ao ciclo anterior, refletindo a preocupação dos produtores com os riscos climáticos associados à possível atuação do fenômeno El Niño durante o período de desenvolvimento da cultura.

A implantação das lavouras está em fase inicial no Estado, mas muitos agricultores já demonstram cautela diante das previsões meteorológicas para o inverno e a primavera, fatores decisivos para o desempenho produtivo da cevada.

El Niño aumenta percepção de risco no campo

De acordo com a Emater/RS-Ascar, a expectativa de um cenário climático mais instável tem sido o principal motivo para a diminuição da área destinada à cultura.

Mesmo com a oferta de contratos de integração e comercialização por parte da indústria cervejeira, tradicional compradora da produção gaúcha, muitos produtores optaram por reduzir os investimentos na cevada ou direcionar áreas para outras culturas de inverno consideradas menos suscetíveis aos riscos previstos.

A possibilidade de excesso de chuvas durante fases importantes do ciclo produtivo preocupa o setor, uma vez que pode comprometer a qualidade dos grãos e reduzir o potencial de rendimento das lavouras.

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Lavouras implantadas apresentam bom desenvolvimento

Apesar das incertezas para o restante da temporada, as áreas já semeadas apresentam condições satisfatórias de desenvolvimento.

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Segundo os técnicos da Emater/RS-Ascar, a emergência das plantas ocorreu de forma adequada e o crescimento vegetativo está dentro do padrão esperado para esta fase da cultura. As condições iniciais de cultivo são consideradas favoráveis, contribuindo para um bom estabelecimento das lavouras.

O desempenho final da safra, entretanto, dependerá do comportamento climático nos próximos meses.

Erechim lidera retração da área cultivada

A região administrativa de Erechim, principal polo produtor de cevada do Rio Grande do Sul, deverá registrar uma das maiores reduções de área no Estado.

As projeções apontam que a área cultivada ficará abaixo de 6 mil hectares em 2026, representando queda superior a 35% em comparação com a safra anterior.

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O movimento reforça a tendência observada em todo o território gaúcho, onde produtores avaliam com cautela os custos de produção e os riscos associados ao clima.

Safra anterior alcançou mais de 32 mil hectares

Os números finais da área plantada para a safra 2026 ainda estão sendo levantados pela Emater/RS-Ascar. Na temporada passada, o Rio Grande do Sul cultivou 32.010 hectares de cevada, com produtividade média de 3.622 quilos por hectare.

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O Estado responde pela maior parte da produção nacional da cultura, sendo peça fundamental para o abastecimento da indústria de malte e cerveja no Brasil.

Preço da cevada permanece estável

No mercado, a cevada destinada à indústria de malte segue sendo negociada a preços considerados estáveis.

Levantamento da Emater/RS-Ascar indica que, na região de Erechim, a saca de 60 quilos está cotada, em média, a R$ 80,00.

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O comportamento dos preços ao longo da temporada dependerá da evolução da área efetivamente cultivada, das condições climáticas e da qualidade dos grãos colhidos, fatores que poderão influenciar diretamente a oferta disponível para a indústria.

Clima será decisivo para a safra 2026

As atenções do setor permanecem voltadas para as previsões meteorológicas dos próximos meses. Caso o El Niño se confirme com maior intensidade, os impactos poderão ir além da redução de área, afetando também produtividade e qualidade da produção.

Diante desse cenário, produtores, cooperativas e indústrias acompanham de perto a evolução das condições climáticas, que deverão definir os rumos da safra de cevada no principal estado produtor do país.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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