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Queimadas em MT

Mato Grosso tem 8.082 focos de calor em 2026 e vê o pico do fogo se deslocar para agosto

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O estado registra 4,5% menos focos que no mesmo período de 2025, mas concentra o fogo em menos meses e em menos municípios. Dez cidades respondem por 43,3% de tudo o que queimou.

Mato Grosso acumula 8.082 focos de calor entre 1º de janeiro e 13 de setembro de 2026, contra 8.459 no mesmo intervalo de 2025, uma queda de 4,5%. Os dados são do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e se referem ao satélite de referência AQUA_M-T, o sensor usado pelo instituto para comparar anos diferentes. A estabilidade do total esconde uma mudança de calendário: agosto de 2026 teve 3.691 focos, 59% acima do agosto anterior, e as duas primeiras semanas de setembro somaram 647, menos da metade das 1.582 detecções do mesmo trecho de 2025.

O primeiro semestre foi o mais brando dos últimos dois anos. De janeiro a junho, o estado registrou 2.998 focos, contra 3.538 em 2025, redução de 15,3%. A curva se inverteu quando começou o período proibitivo do uso do fogo, em 1º de julho: de lá até 13 de setembro foram 5.084 focos, 3,3% mais do que os 4.921 do mesmo trecho do ano passado. O cálculo por recortes é da reportagem, feito sobre os registros diários do satélite de referência.

Agosto concentrou quase metade do ano

O mês de agosto sozinho responde por 3.691 dos 8.082 focos do ano, ou 45,7% do total, proporção calculada pela reportagem. Em 2025, a distribuição era mais espalhada: agosto tinha 2.322 detecções e setembro ainda registrava 1.582 nos treze primeiros dias.

Julho de 2026 foi mais fraco que o de 2025, com 746 focos contra 1.017. Junho teve 1.440 detecções em Mato Grosso, número que o INPE já havia divulgado em seu boletim mensal e que colocou o estado na primeira posição nacional naquele mês, quando o Brasil inteiro somou 5.209 focos.

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Colniza lidera, mas quem cresceu foi o Vale do Araguaia

Colniza tem 670 focos em 2026, o maior número do estado, embora abaixo dos 868 de 2025. Logo atrás vêm Paranatinga, com 490, e Nova Nazaré, com 438. Nos dois casos houve salto: Paranatinga tinha 361 no ano passado e Nova Nazaré, 195, um crescimento de 124,6%.

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Marcelândia passou de 209 para 374 detecções, e União do Sul saltou de 76 para 185, a maior variação proporcional entre os municípios com mais de cem focos. No sentido oposto, Nova Maringá caiu de 420 para 290 e Aripuanã, de 322 para 275.

Os dez municípios mais atingidos somam 3.501 focos, equivalentes a 43,3% de tudo o que foi detectado no estado, proporção calculada pela reportagem a partir dos registros do INPE. O fogo alcançou 131 dos 142 municípios mato-grossenses até 13 de setembro, contra 128 no mesmo período de 2025.

O Cerrado ganhou peso na conta

A divisão por bioma mudou de perfil. A Amazônia mato-grossense registrou 4.371 focos em 2026, contra 5.151 em 2025. O Cerrado foi na direção contrária, de 3.177 para 3.551. O Pantanal aparece com 160 detecções, ante 131 no ano anterior, os menores números entre os três biomas do estado.

Na prática, a Amazônia respondia por 60,9% dos focos em 2025 e caiu para 54,1% em 2026, enquanto o Cerrado subiu de 37,6% para 43,9%. As proporções são cálculo da reportagem sobre os totais por bioma.

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Fogo mais espalhado, porém menos intenso

Cada detecção do satélite traz uma medida de potência radiativa, que indica quanta energia o fogo estava liberando no momento da passagem. A média dessas medições em Mato Grosso caiu de 64,8 megawatts em 2025 para 49,4 em 2026, recuo de 23,7%. A média é cálculo da reportagem sobre o campo de potência registrado em cada foco, e não um índice publicado pelo instituto.

Potência menor não significa incêndio menor: o valor depende da hora da passagem do satélite, do tipo de vegetação e da fase da queima. O que o número indica é que, em média, o satélite flagrou frentes de fogo menos energéticas neste ano.

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Por que um número de queimadas nunca bate com o outro

Somados todos os satélites que o INPE processa, incluindo os geoestacionários que varrem o mesmo ponto várias vezes por hora, Mato Grosso chega a 278.997 detecções em 2026, cerca de 34,5 vezes o total do satélite de referência. Um mesmo incêndio pode ser contado dezenas de vezes por sensores diferentes ao longo do dia.

É por isso que balanços divulgados por órgãos distintos chegam a valores que parecem incompatíveis. A série do AQUA_M-T existe desde julho de 2002 e é a única que permite comparar 2026 com 2015 ou com 2005, porque usa sempre o mesmo sensor, no mesmo horário de passagem. Ela subestima o número absoluto de queimadas, e essa subestimação é constante ao longo dos anos, o que preserva a comparação.

A regra em vigor vale até 30 de novembro

O uso do fogo para limpeza e manejo de áreas está proibido em Mato Grosso de 1º de julho a 30 de novembro de 2026, conforme o artigo 3º do Decreto 2.015, assinado pelo governador Otaviano Pivetta em 28 de abril e publicado no Diário Oficial do Estado no dia seguinte. O mesmo decreto declarou estado de emergência ambiental de abril a dezembro e instituiu a Sala de Situação Central, coordenada pela Diretoria Operacional do Corpo de Bombeiros Militar.

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O texto abre uma única exceção, no parágrafo 2º do artigo 3º: queimas realizadas ou supervisionadas por instituições públicas responsáveis pela prevenção e pelo combate a incêndios florestais, que devem comunicar a Sala de Situação Central com 24 horas de antecedência. O parágrafo 1º autoriza o órgão estadual competente a prorrogar ou antecipar o período de restrição se as condições climáticas mudarem, o que torna 30 de novembro uma data de referência, não um limite garantido.

Até o fechamento desta reportagem, o período proibitivo seguia em vigor e faltavam 77 dias para o prazo previsto no decreto. O comportamento das chuvas nas próximas semanas define se o setembro fraco em detecções foi o fim da temporada ou apenas um intervalo dentro dela.

CLIMA

Aviso de baixa umidade alcança 23 dos 142 municípios de Mato Grosso

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O Instituto Nacional de Meteorologia emitiu aviso de baixa umidade para 23 dos 142 municípios de Mato Grosso, com vigência das 10h às 22h desta terça-feira (15). A severidade declarada é Perigo Potencial, e o risco previsto é: “Umidade relativa do ar variando entre 30% e 20%. Baixo risco de incêndios florestais e à saúde.”

Onde o aviso vale

Estão sob o aviso Alto Boa Vista, Bom Jesus do Araguaia, Canabrava do Norte, Canarana, Cocalinho, Confresa, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Nazaré, Novo Santo Antônio, Peixoto de Azevedo, Porto Alegre do Norte, Querência, Ribeirão Cascalheira, Santa Cruz do Xingu, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, São José do Xingu, Serra Nova Dourada e Vila Rica.

Os outros 119 municípios do estado ficam fora do aviso. Os demais avisos com vigência nesta terça, de tempestade, e os com vigência na quarta-feira (16), de tempestade e de chuvas intensas, não alcançam nenhuma cidade mato-grossense.

Onze cidades saem do aviso de baixa umidade

O aviso de baixa umidade que valeu para a segunda-feira (14) cobria 34 municípios mato-grossenses. Os 23 desta terça são os mesmos 23 daquela lista, e nenhuma cidade nova entrou. Saíram Água Boa, Araguaiana, Gaúcha do Norte, Nova Santa Helena, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Mundo, Paranatinga, Santa Carmem, Terra Nova do Norte e União do Sul.

Entre os 23 que seguem sob o aviso, a máxima prevista para terça vai de 37 a 41 graus, com média de 38,7 graus. Nos 118 municípios que ficaram de fora e têm previsão publicada, a máxima vai de 29 a 40 graus, com média de 34,7. Boa Esperança do Norte não tem valores publicados na previsão desta rodada.

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Trinta graus na capital

Cuiabá tem máxima de 30 graus e mínima de 17 graus nesta terça-feira (15), com faixa de umidade relativa de 50% a 95%, sob muitas nuvens. Em Várzea Grande a máxima chega a 32 graus, com mínima de 18 graus e umidade de 40% a 90%. Rondonópolis tem 36 graus de máxima e 17 de mínima, com faixa de 30% a 100%.

Sinop marca 36 graus e 22 de mínima, de 30% a 80%. Sorriso e Lucas do Rio Verde repetem os 36 graus, com 19 de mínima e faixa de 30% a 90%. Tangará da Serra tem 32 e 16, de 40% a 100%, Primavera do Leste 35 e 18, de 30% a 90%, Nova Mutum 35 e 17, de 30% a 100%. Barra do Garças chega a 37 graus, com 21 de mínima e faixa de 30% a 90%. Alta Floresta também marca 37, com 24 de mínima e faixa de 30% a 70%.

Sete municípios chegam a 40 graus ou mais nesta terça, e seis deles estão sob o aviso: Santa Terezinha, Vila Rica, Ribeirão Cascalheira, Novo Santo Antônio, Luciara e Bom Jesus do Araguaia. O sétimo é Apiacás, que ficou de fora. A maior máxima do dia, de 41 graus, está em Santa Terezinha. A menor, de 29 graus, aparece em Jauru e em Reserva do Cabaçal. Oito municípios abrem a faixa de umidade em 20%, o menor valor inicial desta rodada, e todos eles estão sob o aviso: Alto Boa Vista, Bom Jesus do Araguaia, Confresa, Luciara, Ribeirão Cascalheira, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia e Vila Rica.

Acima da média de setembro

A reportagem comparou a máxima prevista para terça-feira (15) com a média das máximas de setembro nos municípios que reúnem cinco anos ou mais de dados do mês. São 36 municípios nessa condição, e em 22 deles a previsão fica acima dessa média, contra 14 abaixo. As maiores diferenças estão em Apiacás, com 40 graus contra média de 34,9, e em Cotriguaçu, com 39 contra 34,3.

Cuiabá está do outro lado da conta. Os 30 graus de terça ficam 6,2 graus abaixo da média das máximas de setembro na estação da capital, que é de 36,2 graus em 23 setembros com medição, nem todos completos. Na estação de Apiacás não há registro de 40 graus ou mais em setembro, em 14 setembros com medição entre 2007 e 2023, e a maior marca do mês nessa série é de 39,6 graus, em 8 de setembro de 2020. O arquivo dessa estação não traz os setembros de 2017, 2021 e 2022.

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A máxima sobe em 114 municípios na quarta

De terça para quarta-feira (16), a máxima prevista sobe em 114 municípios, cai em dez e fica igual em 17. Rondonópolis e Sorriso passam de 36 para 39 graus, Barra do Garças de 37 para 39, Alta Floresta de 37 para 39 e Cuiabá de 30 para 33. A média das máximas previstas para o estado, que a reportagem calculou em 35,3 graus na terça, chega a 36,9 na quarta.

Oito cidades registram a menor mínima da terça, de 16 graus: Barra do Bugres, Chapada dos Guimarães, Conquista D’Oeste, Jauru, Pontes e Lacerda, Porto Esperidião, Tangará da Serra e Vale de São Domingos. Na quarta, os mesmos 16 graus aparecem em Pontes e Lacerda, Tangará da Serra e Vale de São Domingos.

O que fazer

As recomendações do aviso de baixa umidade são beber bastante líquido, evitar desgaste físico nas horas mais secas e evitar exposição ao sol nas horas mais quentes do dia. O texto do aviso remete à Defesa Civil, no telefone 199, e ao Corpo de Bombeiros, no 193.

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Quarta sem aviso para o estado

Até o fechamento da matéria não havia aviso do instituto alcançando município de Mato Grosso na quarta-feira (16). Os dois avisos já publicados para aquele dia, de chuvas intensas e de tempestade, ambos na classificação Perigo Potencial, cobrem cidades de outros estados.

Os 142 municípios

Máximas e mínimas em graus Celsius, umidade pelo início da faixa prevista para terça-feira (15). Média das máximas de setembro nos municípios com cinco anos ou mais de setembros medidos; linhas com asterisco usam a Normal Climatológica 1991-2020 e não recebem desvio. Traço indica dado não publicado nesta tabela.

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Município Máx. terça Mín. terça Máx. quarta Umidade (início da faixa) Média das máximas de setembro Setembros com medição Desvio (°C) Desvio (%)
Acorizal 31 17 33 50%
Água Boa 38 22 38 30% 35,8 17 +2,2 +6,1%
Alta Floresta 37 24 39 30% 34,7 13 +2,3 +6,6%
Alto Araguaia 34 17 35 30% 33,8 15 +0,2 +0,6%
Alto Boa Vista 38 26 39 20%
Alto Garças 34 18 36 30%
Alto Paraguai 32 18 34 40%
Alto Taquari 32 17 34 40% 32,6 18 -0,6 -1,8%
Apiacás 40 24 39 25% 34,9 14 +5,1 +14,6%
Araguaiana 39 23 41 25%
Araguainha 34 19 36 30%
Araputanga 31 17 33 40%
Arenápolis 32 19 34 45%
Aripuanã 39 22 39 30%
Barão de Melgaço 32 17 36 40%
Barra do Bugres 33 16 34 40%
Barra do Garças 37 21 39 30%
Boa Esperança do Norte
Bom Jesus do Araguaia 40 25 39 20%
Brasnorte 37 19 38 30% 34,8 13 +2,2 +6,3%
Cáceres 34 17 37 35% 36,2 9 -2,2 -6,1%
Campinápolis 37 21 39 30%
Campo Novo do Parecis 35 17 36 30% 34,1 18 +0,9 +2,6%
Campo Verde 32 17 35 40% 32,9 17 -0,9 -2,7%
Campos de Júlio 34 17 37 40%
Canabrava do Norte 39 24 40 25%
Canarana 38 23 39 30%
Carlinda 38 24 39 30% 34,2 14 +3,8 +11,1%
Castanheira 38 23 38 30%
Chapada dos Guimarães 35 16 37 30%
Cláudia 36 22 37 30%
Cocalinho 39 24 40 30%
Colíder 37 23 38 30%
Colniza 38 23 38 30%
Comodoro 36 18 38 30% 32,5 15 +3,5 +10,8%
Confresa 39 25 40 20%
Conquista D’Oeste 33 16 35 40%
Cotriguaçu 39 24 39 30% 34,3 16 +4,7 +13,7%
Cuiabá 30 17 33 50% 36,2 23 -6,2 -17,1%
Curvelândia 32 19 35 40%
Denise 32 18 34 45%
Diamantino * 32 17 35 40% 35,5
Dom Aquino 33 17 36 40%
Feliz Natal 38 21 39 30%
Figueirópolis D’Oeste 30 18 32 50%
Gaúcha do Norte 37 21 39 30% 36,8 16 +0,2 +0,5%
General Carneiro 36 19 37 30%
Glória D’Oeste 31 18 32 45%
Guarantã do Norte 38 25 38 30% 35,6 19 +2,4 +6,7%
Guiratinga 36 19 37 30% 36,2 17 -0,2 -0,6%
Indiavaí 30 17 31 50%
Ipiranga do Norte 36 21 37 30%
Itanhangá 36 21 37 30%
Itaúba 37 22 37 30%
Itiquira 33 17 36 40% 34,4 16 -1,4 -4,1%
Jaciara 32 17 35 40%
Jangada 31 18 33 50%
Jauru 29 16 31 50%
Juara 38 21 38 30% 35,4 15 +2,6 +7,3%
Juína 37 20 39 30% 34,2 17 +2,8 +8,2%
Juruena 38 23 38 30%
Juscimeira 33 17 36 40%
Lambari D’Oeste 33 18 35 40%
Lucas do Rio Verde 36 19 38 30%
Luciara 40 26 40 20%
Marcelândia 37 23 39 30%
Matupá * 37 24 38 30% 35,1
Mirassol d’Oeste 31 18 33 40%
Nobres 32 17 35 40%
Nortelândia 32 18 34 40%
Nossa Senhora do Livramento 32 17 35 40%
Nova Bandeirantes 39 24 38 30%
Nova Brasilândia 35 18 38 30%
Nova Canaã do Norte 36 23 38 30%
Nova Guarita 38 24 37 30%
Nova Lacerda 35 17 36 35%
Nova Marilândia 32 17 34 40%
Nova Maringá 37 18 37 30% 35,7 16 +1,3 +3,6%
Nova Monte Verde 38 24 37 30%
Nova Mutum 35 17 37 30%
Nova Nazaré 38 23 39 30%
Nova Olímpia 32 18 33 40%
Nova Santa Helena 36 23 38 30%
Nova Ubiratã 37 20 39 30% 35,6 15 +1,4 +3,9%
Nova Xavantina * 37 21 39 30% 36,9
Novo Horizonte do Norte 37 22 38 30%
Novo Mundo 38 24 38 30%
Novo Santo Antônio 40 26 39 30%
Novo São Joaquim 36 19 39 30%
Paranaíta 37 25 38 30%
Paranatinga 37 19 39 30% 35,6 14 +1,4 +3,9%
Pedra Preta 35 18 38 30%
Peixoto de Azevedo 38 24 40 30%
Planalto da Serra 35 18 37 30%
Poconé 32 17 35 40%
Pontal do Araguaia 37 21 39 30%
Ponte Branca 35 20 36 30%
Pontes e Lacerda 33 16 36 35% 35,0 15 -2,0 -5,7%
Porto Alegre do Norte 38 26 40 30%
Porto dos Gaúchos 37 21 37 30%
Porto Esperidião 31 16 33 40%
Porto Estrela 32 18 34 40% 36,5 14 -4,5 -12,3%
Poxoréu * 35 18 38 30% 35,6
Primavera do Leste 35 18 37 30%
Querência 39 24 40 30% 35,8 14 +3,2 +8,9%
Reserva do Cabaçal 29 17 30 50%
Ribeirão Cascalheira 40 24 39 20%
Ribeirãozinho 35 21 36 30%
Rio Branco 31 18 34 40%
Rondolândia 36 22 39 30%
Rondonópolis 36 17 39 30% 36,9 22 -0,9 -2,4%
Rosário Oeste 35 18 38 35% 37,6 5 -2,6 -6,9%
Salto do Céu 33 17 35 40% 35,1 16 -2,1 -6,0%
Santa Carmem 35 21 37 30%
Santa Cruz do Xingu 38 27 41 30%
Santa Rita do Trivelato 34 19 38 30%
Santa Terezinha 41 25 40 20%
Santo Afonso 32 18 33 40%
Santo Antônio de Leverger 34 17 37 40%
Santo Antônio do Leste 36 19 37 30% 34,5 17 +1,5 +4,3%
São Félix do Araguaia 39 26 40 20% 37,2 12 +1,8 +4,8%
São José do Povo 35 19 38 35%
São José do Rio Claro 35 18 37 30% 35,8 20 -0,8 -2,2%
São José do Xingu 38 26 39 30%
São José dos Quatro Marcos 32 18 34 40%
São Pedro da Cipa 33 18 36 40%
Sapezal 37 17 37 30% 35,0 7 +2,0 +5,7%
Serra Nova Dourada 39 26 38 30%
Sinop 36 22 36 30% 35,9 16 +0,1 +0,3%
Sorriso 36 19 39 30% 35,8 21 +0,2 +0,6%
Tabaporã 38 22 37 30%
Tangará da Serra 32 16 33 40% 34,3 21 -2,3 -6,7%
Tapurah 36 19 38 30%
Terra Nova do Norte 37 24 37 30%
Tesouro 35 19 38 30%
Torixoréu 36 19 38 30%
União do Sul 36 23 39 30%
Vale de São Domingos 30 16 32 50%
Várzea Grande 32 18 34 40%
Vera 36 21 38 30%
Vila Bela da Santíssima Trindade 34 18 36 40% 35,5 17 -1,5 -4,2%
Vila Rica 40 25 40 20%
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