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Fim da fuga

Condenado por tráfico é capturado pela polícia civil em Lucas do Rio Verde

Homem de 31 anos, condenado a 8 anos por tráfico de drogas, é preso pela Polícia Civil em Lucas do Rio Verde (MT) após mandado da 1ª Vara Criminal. Ele foi localizado no bairro Veneza e encaminhado ao sistema prisional.

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Ação da Polícia Civil em Lucas do Rio Verde resulta na prisão de homem condenado pela Justiça por tráfico.
Ação da Polícia Civil em Lucas do Rio Verde resulta na prisão de homem condenado pela Justiça por tráfico.

Com uma sentença de oito anos a cumprir, homem de 31 anos foi localizado e preso em uma residência no bairro Veneza.

O cerco se fechou para um homem de 31 anos, condenado pela Justiça, que foi preso pela Polícia Civil nesta quinta-feira (5) em Lucas do Rio Verde (MT). Ele era considerado foragido e tinha contra si uma sentença definitiva por tráfico de drogas e associação para o tráfico, com pena estipulada em oito anos de reclusão em regime fechado.

Operação no bairro Veneza

A ação policial foi desencadeada a partir de um mandado de prisão expedido pelo juízo da 1ª Vara Criminal da comarca, uma determinação que colocou os investigadores no rastro do sentenciado. Após diligências, a equipe obteve sucesso ao localizar o paradeiro do homem em uma casa no bairro Veneza, um endereço que até então servia de esconderijo e que, com a chegada dos agentes, se tornou o ponto final de sua fuga.

Destino selado

Uma vez capturado, o homem foi imediatamente conduzido à Delegacia de Polícia para a formalização dos procedimentos legais. De lá, foi encaminhado e colocado à inteira disposição do Poder Judiciário. Ele agora deve dar início ao cumprimento da pena, trocando a condição de foragido pela de detento no sistema prisional.

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Operação Ditadura Faccional CPX: Polícia Civil caça autores de tortura e ‘crimes passionais’ na Grande Cuiabá

Polícia Civil deflagra operação com 24 mandados contra envolvidos em tortura e execução por facção em Várzea Grande e casal acusado de homicídio passional em Cuiabá.

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Agentes da DHPP cumprem mandados em Várzea Grande e Cuiabá contra autores de homicídios e tortura
Agentes da DHPP cumprem mandados em Várzea Grande e Cuiabá contra autores de homicídios e tortura

Investigação mira execuções brutais ordenadas por facções e assassinato motivado por ciúmes; criança de dois anos foi poupada durante sequestro de família em Várzea Grande.

A manhã desta sexta-feira (05.12) começou com sirenes ligadas e viaturas nas ruas de três cidades de Mato Grosso. Agentes da Polícia Civil deflagraram a “Operação Ditadura Faccional CPX”. O objetivo é claro e direto: prender os responsáveis por homicídios cruéis ocorridos em Cuiabá e Várzea Grande.

Ao todo, as equipes cumprem 24 ordens judiciais. A ofensiva mira tanto a brutalidade do chamado “tribunal do crime” quanto a violência de conflitos interpessoais. Os mandados incluem 13 prisões temporárias e 11 buscas domiciliares. As ações ocorrem simultaneamente na Capital, na cidade industrial e no município de Jaciara.

A operação é uma resposta do Estado, via Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), contra a sensação de impunidade. Ela integra o programa “Tolerância Zero”, do Governo de Mato Grosso.

Terror em residencial de Várzea Grande

O caso mais complexo envolve uma execução com requintes de crueldade. A investigação, liderada pelo delegado Nilson André Faria de Oliveira, desvendou o homicídio de J.W.d.S.. O crime ocorreu em agosto, dentro de um residencial habitacional em Várzea Grande.

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Segundo a apuração, o crime foi motivado por uma disputa sangrenta por território entre facções. No dia 8 de agosto, criminosos invadiram o local e renderam uma família inteira. A vítima, sua esposa e o filho do casal foram subjugados pelos faccionados.

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Em um ato isolado de “humanidade” em meio à barbárie, o filho do casal, de apenas dois anos, foi entregue a vizinhos. Os pais, no entanto, não tiveram a mesma sorte imediata.

Cova rasa e tortura

O desfecho para J.W.d.S. foi trágico. Seu corpo só foi localizado 12 dias depois, em 20 de agosto. Ele estava enterrado em uma cova rasa, numa área de mata nos fundos do próprio residencial.

A perícia encontrou o cadáver já em estado de putrefação. Havia marcas evidentes de tortura e lesões profundas causadas por arma branca. A polícia identificou a participação de vários integrantes do grupo criminoso nesta execução. Por isso, a 1ª Vara Criminal de Várzea Grande expediu 11 mandados de prisão e 11 de busca contra este núcleo.

Ciúmes e morte no Três Barras

Enquanto combatem o crime organizado, os agentes também solucionaram um homicídio de natureza passional na Capital. O delegado Rogério Gomes conduziu o inquérito sobre a morte de E.H.L., de 36 anos.

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Ele foi assassinado a facadas dentro de sua própria casa, no bairro Três Barras, em 19 de março. A cena do crime indicava que o ataque ocorreu durante a madrugada. Vizinhos foram peças-chave para montar o quebra-cabeça. Eles relataram ter visto um casal entrar no imóvel pouco antes do silêncio ser quebrado pela violência.

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A investigação revelou um triângulo perigoso. E.H.L. mantinha contato frequente com a mulher investigada e tentava uma aproximação afetiva. Isso gerou atritos graves com o atual companheiro dela.

Testemunhas confirmaram um histórico de ligações insistentes e ameaças prévias. O trabalho de inteligência localizou o casal suspeito escondido em Jaciara. Ambos tiveram a prisão temporária decretada pela 12ª Vara Criminal de Cuiabá e foram detidos nesta manhã.

Raio-X da Operação

  • Nome: Ditadura Faccional CPX

  • Alvos: 24 mandados judiciais

  • Locais: Cuiabá, Várzea Grande e Jaciara

  • Crimes: Homicídio, tortura, ocultação de cadáver e organização criminosa

O que acontece agora

Os presos foram levados para as delegacias para os procedimentos de praxe. Em seguida, passarão por audiência de custódia. Eles permanecerão à disposição da Justiça enquanto as investigações seguem para a conclusão dos inquéritos.

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A ação reforça a estratégia da operação “Inter Partes”. O foco é asfixiar as lideranças de facções e, ao mesmo tempo, não deixar que crimes passionais caiam no esquecimento.

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