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Investigador impede morte por engasgamento

Em Poconé, um investigador salvou um homem engasgado aplicando a manobra de Heimlich.

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Investigador impede morte por engasgamento
Investigador impede morte por engasgamento

Investigador impede morte por engasgamento

Em Poconé, um investigador da polícia civil salvou a vida de um homem de 49 anos após ele engasgar enquanto almoçava em um restaurante próximo à delegacia local. Frequentadores do estabelecimento, pediram ajuda diretamente na unidade policial, onde o investigador Odenil da Silva Batista prontamente atendeu ao chamado.

Quando chegou ao local, o investigador encontrou a vítima inconsciente, sem respiração. Ele aplicou a manobra de Heimlich, um procedimento de primeiros socorros que desobstrui as vias respiratórias, restabelecendo a respiração do homem. “Se eu não estivesse na delegacia naquele horário, ele não teria sobrevivido, pois nenhum dos presentes sabia como prestar o socorro”, declarou Odenil.

Treinamento e agilidade fazem a diferença

Após salvar o homem, os policiais, então, chamaram o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU), que levou a vítima ao hospital de Poconé para avaliação médica. Odenil destacou a importância do conhecimento técnico em situações de emergência, afirmando que aprendeu as técnicas de primeiros socorros durante o serviço militar e em treinamentos da Polícia Civil e da Força Nacional de Segurança Pública.

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Capacitação salva vidas em emergências

Casos como esse, assim, reforçam a relevância de treinamentos em primeiros socorros. O conhecimento rápido e preciso do investigador foi crucial para salvar a vida do homem engasgado. A história serve como alerta para a necessidade de capacitação, especialmente em locais públicos, onde emergências podem ocorrer a qualquer momento.

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Polícia Civil caça grupo que matou animal doméstico para torturar família em sítio

Polícia Civil de MT deflagra operação contra quadrilha que aterrorizou família em sítio, agrediu vítimas e matou animais domésticos durante roubo.

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operação contra roubo em sítio
Policiais civis preparam viaturas nas primeiras horas da manhã para cumprimento de mandados da Operação Sem Livramento.

Operação Sem Livramento cumpre 36 ordens judiciais em Cuiabá, Várzea Grande e Barra do Garças; justiça bloqueou R$ 87 mil dos investigados após noite de terror na zona rural.

Agentes da Polícia Civil deflagraram, nas primeiras horas desta quinta-feira (22), uma ofensiva contra uma organização criminosa especializada em terror rural. A Operação Sem Livramento cumpre 36 ordens judiciais contra suspeitos de roubo, extorsão e tortura psicológica. As equipes vasculham endereços em Cuiabá, Várzea Grande e Barra do Garças.

O alvo é uma rede estruturada que não apenas roubava, mas impunha horas de pânico às vítimas.

A justiça determinou buscas e apreensões em 15 endereços ligados ao bando. Além da devassa nas residências, o Judiciário autorizou a quebra de sigilo de dados e o bloqueio de até R$ 87 mil nas contas dos envolvidos. A ação é coordenada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos (DERFVA).

Noite de terror e crueldade

As investigações começaram após um crime brutal em novembro de 2024. O cenário foi um sítio no município de Nossa Senhora do Livramento.

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Naquela noite, uma família inteira acabou rendida.

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Os criminosos amarraram adultos e crianças. As vítimas permaneceram sob a mira de armas e agressões físicas por horas. Enquanto mantinham a família em cárcere privado, os assaltantes exigiam transferências bancárias via Pix.

A violência não se restringiu aos humanos. Para demonstrar controle e silenciar o ambiente, o grupo executou um papagaio da família e feriu um cachorro da propriedade. A crueldade serviu como ferramenta de intimidação extrema.

Ao fugirem, os bandidos levaram um Citroën C3, notebooks, celulares e ferramentas de trabalho das vítimas.

Rede organizada

A apuração da DERFVA revelou que o grupo opera com planejamento prévio e divisão clara de tarefas. Há os executores diretos, os responsáveis pela logística e os encarregados de dar destino aos bens roubados.

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O delegado Maurício Maciel Pereira Junior, responsável pelo caso, afirma que o mapeamento permitiu identificar não apenas os assaltantes, mas a rota do dinheiro.

“Com o avanço das apurações, foi possível identificar outros integrantes do grupo criminoso, mapear a atuação da organização e identificar eventuais empresas utilizadas para ocultação e lavagem de dinheiro”, explica o delegado.

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As ordens foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0. A ação integra a operação Inter Partes, braço do programa Tolerância Zero do Governo de Mato Grosso, focado na asfixia financeira e logística de facções.

 

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