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BB anuncia programa de demissão voluntária para 300 funcionários

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BB anuncia programa de demissão voluntária para 300 funcionários

O Banco do Brasil anunciou nesta segunda-feira (7) a abertura de um PDV (Programa de Demissão Voluntária) voltado para um grupo de aproximadamente 300 funcionários.


“O programa tem como público-alvo cerca de 300 posições de assessoramento e permite o desligamento voluntário de funcionários, dentre outras medidas de movimentação”, diz o comunicado ao mercado divulgado pelo banco.

As adesões poderão ser feitas entre 8 e 25 de março de 2022.

O banco prevê que o programa não deverá gerar impacto material em seu resultado.

O banco estatal, que encerrou 2021 com 84.597 funcionários e 3.979 agências, anunciou no mês passado um lucro líquido anual recorde de R$ 21 bilhões em 2021, o que correspondeu a um crescimento de 51,4% na comparação com o ano anterior.

No final de fevereiro, o Itaú também anunciou a abertura de um programa de demissão voluntária com período de adesão previsto para começar no final de março.

Os critérios do programa incluem estar afastado há mais de 30 dias, ter mais de 60 anos e atuar em áreas que “terão sua estrutura adequada à realidade de mercado”. O Itaú não detalhou quais seriam esses setores.

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O maior banco privado do país teve lucro líquido de R$ 26,879 bilhões no ano passado, alta de 45% ante 2020.

Beneficiados por um ambiente de retomada das atividades após a paralisação provocada pela pandemia, os quatro grandes bancos (Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e BB) reportaram um lucro líquido consolidado de R$ 81,632 bilhões em 2021.

O valor nominal (sem descontar a inflação) representa um crescimento de 32,5% na comparação com 2020, segundo levantamento elaborado pela provedora de informações financeiras Economatica –um recorde, tendo ficado ligeiramente acima do pico anterior de R$ 81,508 bilhões registrado em 2019.

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PEC da Transição irá reparar Orçamento deixado por Bolsonaro, diz Lula

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Presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante coletiva no CCBB Brasília
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante coletiva no CCBB Brasília

Após anunciar os cinco primeiros nomes para os ministérios do futuro governo, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que a  PEC da Transição irá ‘fazer o reparo’ deixado no Orçamento de 2023 por Jair Bolsonaro (PL). 

“Espero que as pessoas compreendam que essa PEC não é para o governo Lula. Essa PEC é para fazer o reparo no orçamento do presidente Bolsonaro. É para garantir o mínimo necessário para as pessoas mais necessitadas, para saúde, para o Minha Casa Minha Vida, para o Farmácia Popular.”, afirmou Lula nesta sexta-feira (9). 

O petista também ressaltou que irá fazer “quantas conversas forem necessárias” para aprovar a  Proposta de Emenda à Constituição pela Câmara. Segundo ele,o objetivo das negociações é aprovar a PEC da mesma forma ‘extraordinária’ que passou no Senado. 

A proposta, que garante um orçamento de R$ 145 bilhões fora do teto de gastos para o pagamento completo do Bolsa Família de R$ 600, obteve 64 votos a favor e 17 contra.  

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Durante a coletiva de imprensa realizada no CCBB, onde estão acontecendo as reuniões da equipe de transição,  Fernando Haddad foi anunciado como o futuro representante do ministério da Fazenda. É esperado que o presidente eleito retome com as divisões no que, hoje, é a pasta de Economia. 

Orçamento Secreto

Questionado sobre o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o Orçamento Secreto, o presidente eleito afirmou que o processo já estava em andamento antes das eleições. 

“Esse processo das emendas do orçamento secreto estava na Suprema Corte antes das eleições, antes de eu ser presidente. Se está na Suprema Corte, eles vão pautar. Eu não tenho nenhum poder de interferência para decidir quando e como vão votar”, disse.

“Todo mundo sabe o que penso da emenda parlamentar. Fui deputado constituinte e sempre achei que a emenda é importante, o que não precisa é ser secreta”, continuou.

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Lula voltou a citar sua relação com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Segundo ele, qualquer discordância entre os dois será conversada, e afirmou que “se for preciso, conversarei dez vezes.” 

O julgamento sobre o Orçamento Secreto, com nome oficial de emendas de relator, está marcado para a próxima semana. Os ministros devem analisar se a distribuição de verba entre os representantes é constitucional.

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Fonte: IG ECONOMIA

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