ECONOMIA

BC eleva previsão de PIB de 1,7% para 2,7% e mantém inflação em 5,8% em 2022

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O Banco Central (BC) aumentou de 1,7% para 2,7% a projeção para o crescimento do PIB do Brasil em 2022. A estimativa foi divulgada nesta quinta-feira (29) no Relatório Trimestral de Inflação.

De acordo com o BC, a melhora do percentual em relação à projeção de junho se deve alguns fatores. O BC também destacou a surpresa no crescimento do país no 2º trimestre.

O PIB avançou 1,2% em relação ao 1º trimestre do ano, segundo o Banco Central.

A autoridade monetária também citou os indicadores iniciais do 3º trimestre e os estímulos não contemplados no relatório anterior, como o aumento do valor do benefício do Auxílio Brasil e o arrefecimento da inflação.

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) desacelerou para 8,73% no acumulado de 12 meses até agosto.

O BC melhorou a estimativa de crescimento da indústria de 1,1% para 2,4%. Ele estima alta de 6,4% na construção civil, ante +3,8% projetados no relatório anterior.

A produção e distribuição de eletricidade de gás e água deverá avançar 10,5%, de acordo com o BC.

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O BC aponta uma alta de 3,4% neste ano do setor de serviços. O comércio avançará 1,8%.

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Deputados e senadores aprovam relatórios setoriais do Orçamento

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A Comissão Mista de Orçamento aprovou nesta terça-feira (6) os 16 relatórios setoriais referentes ao projeto da Lei Orçamentária Anual de 2023 (PLN 32/2022). Cada relatório detalha uma área do Orçamento da União e avalia as emendas que contemplam os órgãos daquela área, sugerindo quais devem ser aceitas.

Nos próximos dias, deputados e senadores analisarão o relatório do comitê que avalia obras com indícios de irregularidades e, em seguida, o relatório final do senador Marcelo Castro (MDB-PI). A votação do Orçamento de 2023 está prevista para o dia 16 de dezembro, em reunião conjunta do Congresso Nacional.

O Relatório Preliminar do Orçamento de 2023 já foi aprovado na comissão e prevê que as projeções de receita e despesa totalizam R$ 5,2 trilhões, sendo R$ 143,5 bilhões destinados ao orçamento de investimento das estatais e R$ 5 trilhões aos orçamentos fiscal e da seguridade social. Destes, R$ 2 trilhões referem-se ao refinanciamento da dívida pública federal.

O texto de Castro prevê que a meta para o déficit primário do Governo Central em 2023 seja fixada em R$ 65,9 bilhões na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023, o equivalente a 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB), com aumento em relação ao déficit primário apurado em 2021 (0,41% do PIB). No Projeto de Lei do Orçamento Anual (PLOA) de 2023, a previsão é que o resultado primário do Governo Central seja um pouco menor do que a meta da LDO (R$ 63,7 bilhões).

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Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Economia

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