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No Reino Unido, Truss defende cortes de impostos; prioridade é crescimento, diz

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No Reino Unido, Truss defende cortes de impostos; prioridade é crescimento, diz

A primeira-ministra do Reino Unido, Liz Truss, voltou a defender seus planos fiscais nesta quarta-feira, com os argumentos de que o crescimento do país não tem sido suficientemente forte e que os cortes de impostos que propôs ajudarão os britânicos a enfrentar a crise econômica global.

Em discurso durante evento do Partido Conservador britânico, na cidade inglesa de Birmingham, Truss afirmou que suas prioridades são “crescimento, crescimento e crescimento”. “Não permitirei que a coalizão anticrescimento nos segure”, acrescentou, referindo-se a críticos de sua política fiscal.

Na semana passada, a libra britânica atingiu mínima histórica frente ao dólar e o juro do bônus do governo britânico (Gilt) de 10 anos saltou aos maiores níveis desde 2008 em reação aos planos de Liz, que foram anunciados em 23 de setembro.

Truss reafirmou nesta quarta que reduzirá a carga tributária, defendendo os cortes de impostos como algo “correto” tanto do ponto de vista moral quanto econômico. “Nestes tempos difíceis, precisamos nos esforçar mais”, afirmou.

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A premiê, que chegou a ter o discurso brevemente interrompido por ativistas do Greenpeace, disse também que seu governo irá “concretizar a promessa do Brexit”, como é conhecido o processo de retirada do Reino Unido da União Europeia (UE). “Até o fim do ano, toda a burocracia da UE será relegada ao passado”, prometeu.


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Deputados e senadores aprovam relatórios setoriais do Orçamento

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A Comissão Mista de Orçamento aprovou nesta terça-feira (6) os 16 relatórios setoriais referentes ao projeto da Lei Orçamentária Anual de 2023 (PLN 32/2022). Cada relatório detalha uma área do Orçamento da União e avalia as emendas que contemplam os órgãos daquela área, sugerindo quais devem ser aceitas.

Nos próximos dias, deputados e senadores analisarão o relatório do comitê que avalia obras com indícios de irregularidades e, em seguida, o relatório final do senador Marcelo Castro (MDB-PI). A votação do Orçamento de 2023 está prevista para o dia 16 de dezembro, em reunião conjunta do Congresso Nacional.

O Relatório Preliminar do Orçamento de 2023 já foi aprovado na comissão e prevê que as projeções de receita e despesa totalizam R$ 5,2 trilhões, sendo R$ 143,5 bilhões destinados ao orçamento de investimento das estatais e R$ 5 trilhões aos orçamentos fiscal e da seguridade social. Destes, R$ 2 trilhões referem-se ao refinanciamento da dívida pública federal.

O texto de Castro prevê que a meta para o déficit primário do Governo Central em 2023 seja fixada em R$ 65,9 bilhões na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023, o equivalente a 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB), com aumento em relação ao déficit primário apurado em 2021 (0,41% do PIB). No Projeto de Lei do Orçamento Anual (PLOA) de 2023, a previsão é que o resultado primário do Governo Central seja um pouco menor do que a meta da LDO (R$ 63,7 bilhões).

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Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Economia

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