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F1: Segundo Fittipaldi, Brasil precisa de um piloto na categoria

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Emerson Fittipaldi afirmou que há poucas vagas para pilotos na Fórmula 1. O ex-piloto e bicampeão de F1, vê muitos pilotos ‘perdendo o barco’ e segundo ele, muitos bons talentos estão sendo perdidos com isso.

Depois de Nyck de Vries e Oscar Piastri em 2019 e 2021, respectivamente, agora em 2022 Felipe Drugovich também não conseguiu garantir uma vaga como piloto titular na F1, mesmo como campeão da Fórmula 2. O brasileiro tem apenas a chance de ser piloto reserva na Aston Martin em 2023, e assim, mais uma vez a ‘escada’ do automobilismo não está funcionando como esperado.

Para o Brasil, é muito importante ter um piloto de volta à categoria, pois desde Felipe Massa, o país que ama a categoria está sem um piloto titular na F1. A última corrida de Massa foi em 2017, enquanto Pietro Fittipaldi (neto de Emerson), substituiu Romain Grosjean na Haas em duas corridas no final de 2020, depois do grave acidente do francês.

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“É muito importante que um brasileiro tenha vencido o campeonato da F2. O Felipe (Drugovich) tem um grande potencial como piloto. Ele tem uma grande oportunidade com a Aston Martin como piloto reserva. Espero que ele se dê bem por lá. Para o Brasil, precisamos de pilotos na F1, disputando o título no campeonato”, disse Fittipaldi no VegasInsider. O próprio Fittipaldi conquistou dois títulos na F1, além de Nelson Piquet (três títulos) e Ayrton Senna (três títulos).

Para Fittipaldi, a solução é muito simples: ‘”Na minha opinião, precisamos de mais equipes na Fórmula 1, para que haja mais vagas disponíveis. Eles poderiam ter mais duas ou três equipes, mais seis carros. Haverá muito mais possibilidades para jovens pilotos entrarem na F1. Isso é o que estamos perdendo”, disse ele.

O neto de Emerson, Enzo Fittipaldi, também espera dar o salto para a Fórmula 1. O piloto de 21 anos e irmão mais novo de Pietro (ainda reserva na Haas), corre na F2 e é sexto no campeonato no momento, em seu ano de estreia na categoria. Porém, sem vínculo com uma equipe de F1, o passo para a categoria principal parece um pouco demais para ele também, pelo menos por enquanto.

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Brasil tem bom início no Mundial de Bocha Paralímpica

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Começou nesta terça-feira (6) o Campeonato Mundial de bocha paralímpica. E o Brasil teve uma boa participação na principal competição da modalidade do ciclo Paris 2024, que reúne mais de 170 atletas de 40 países e que é realizada no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro.

O destaque da seleção brasileira foi Evelyn Oliveira, que, na classe BC3 (para atletas com deficiências severas e que podem usar o instrumento auxiliar calha e ter auxílio de outra pessoa), superou a sul-africana Elanza Jordaan por 18 a 0.

“Fiquei muito feliz de ter iniciado o Mundial após uma jornada tão longa. Não tem nada mais gratificante do que ter uma estreia como essa, com uma vitória consistente, com tranquilidade nas quatro parciais. Estou feliz com o resultado e espero manter o desempenho no restante do campeonato”, declarou a paulista à assessoria de imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Os dois medalhistas de bronze nos Jogos de 2020 (Tóquio) José Carlos Chagas e Maciel Santos também estrearam no Mundial com placares elásticos.

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José Carlos bateu o japonês Takumi Nakamura por 11 a 1 na classe BC1 (para atletas que podem jogar com as mãos ou com os pés e que contam com a opção de um auxiliar). Já o cearense Maciel estreou em sua sétima participação em mundiais vencendo o sul-coreano Minkyu Kwak por 8 a 1 pela classe BC2 (para atletas que não recebem assistência). Ainda pelo masculino, mas pela classe BC3, o mineiro Mateus Carvalho venceu o egípcio Abdelrahman Saad por 9 a 0.

Já no feminino as pernambucanas Andreza Vitória e Evani Calado derrotaram, respectivamente, Yushae Andrade, de Bermudas, por 5 a 2 pela BC1, e a japonesa Keiko Tanaka, por 4 a 2 pela BC3. Pela classe BC4 (para atletas com deficiências severas, mas que não recebem assistência), a paulista Josi Silva bateu a chilena Norma Concha por 8 a 0.

O único empate brasileiro do dia veio com Eliseu dos Santos, que ficou no 2 a 2 com o tailandês Ritthikrai Somsanuk na classe BC4. O paranaense também perdeu de 8 a 1 para o israelense Gershon Haimov por 8 a 1.

Outras derrotas do Brasil nesta terça vieram com a pernambucana Letícia Karoline, de 3 a 2 para a argentina Ailen Flores na classe BC1, e com o paulista Antônio Leme, de 7 a 1 para o atleta de Hong Kong Tak Wah Tse na classe BC3.

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O Mundial de bocha será disputado até a próxima terça-feira (13). O evento é transmitido, ao vivo, pelo canal da Associação Nacional de Desportos para Deficientes (Ande) no YouTube.

Fonte: EBC Esportes

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