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Morre Luiz Cláudio Pereira, quinto maior medalhista paralímpico do Brasil

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Morre Luiz Cláudio Pereira, quinto maior medalhista paralímpico do Brasil

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) comunicou nesta terça-feira, a morte de Luiz Cláudio Pereira, presidente da Associação Brasileira de Rúgbi em Cadeira de Rodas (ABRC) e seis vezes campeão paralímpico representando o Brasil. Ele morreu aos 60 anos, em Medellín, na Colômbia, enquanto chefiava uma missão da seleção brasileira no país. A causa da morte não foi divulgada.


Com nove medalhas, sendo seis de ouro, Luiz Cláudio é o quinto maior medalhista paralímpico da história do Brasil, ficando atrás apenas dos nadadores Daniel Dias, Andre Brasil, Clodoaldo Silva e da velocista Ádria Santos.

Ele participou dos Jogos de Stoke Mandeville (1984), Seul (1988) e Barcelona (1992), quando disputou as provas de arremesso de peso, lançamento de dardo e de disco e pentatlo. “Dia muito triste para o esporte brasileiro, um ídolo que se vai, um amigo que perdemos. Sua contribuição para a causa da pessoa com deficiência nunca será esquecida por todos nós. Muito obrigado por tudo, descanse em paz”, lamentou Mizael Conrado, presidente do CPB.

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Luiz Cláudio ficou paraplégico aos 16 anos, quando sofreu um acidente durante uma luta de judô. Havia 14 anos, ele estava no comando da ABRC. Entre 2009 e 2013, também foi vice-presidente do CPB, ao lado de Mizael Conrado.

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Brasil tem bom início no Mundial de Bocha Paralímpica

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Começou nesta terça-feira (6) o Campeonato Mundial de bocha paralímpica. E o Brasil teve uma boa participação na principal competição da modalidade do ciclo Paris 2024, que reúne mais de 170 atletas de 40 países e que é realizada no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro.

O destaque da seleção brasileira foi Evelyn Oliveira, que, na classe BC3 (para atletas com deficiências severas e que podem usar o instrumento auxiliar calha e ter auxílio de outra pessoa), superou a sul-africana Elanza Jordaan por 18 a 0.

“Fiquei muito feliz de ter iniciado o Mundial após uma jornada tão longa. Não tem nada mais gratificante do que ter uma estreia como essa, com uma vitória consistente, com tranquilidade nas quatro parciais. Estou feliz com o resultado e espero manter o desempenho no restante do campeonato”, declarou a paulista à assessoria de imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Os dois medalhistas de bronze nos Jogos de 2020 (Tóquio) José Carlos Chagas e Maciel Santos também estrearam no Mundial com placares elásticos.

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José Carlos bateu o japonês Takumi Nakamura por 11 a 1 na classe BC1 (para atletas que podem jogar com as mãos ou com os pés e que contam com a opção de um auxiliar). Já o cearense Maciel estreou em sua sétima participação em mundiais vencendo o sul-coreano Minkyu Kwak por 8 a 1 pela classe BC2 (para atletas que não recebem assistência). Ainda pelo masculino, mas pela classe BC3, o mineiro Mateus Carvalho venceu o egípcio Abdelrahman Saad por 9 a 0.

Já no feminino as pernambucanas Andreza Vitória e Evani Calado derrotaram, respectivamente, Yushae Andrade, de Bermudas, por 5 a 2 pela BC1, e a japonesa Keiko Tanaka, por 4 a 2 pela BC3. Pela classe BC4 (para atletas com deficiências severas, mas que não recebem assistência), a paulista Josi Silva bateu a chilena Norma Concha por 8 a 0.

O único empate brasileiro do dia veio com Eliseu dos Santos, que ficou no 2 a 2 com o tailandês Ritthikrai Somsanuk na classe BC4. O paranaense também perdeu de 8 a 1 para o israelense Gershon Haimov por 8 a 1.

Outras derrotas do Brasil nesta terça vieram com a pernambucana Letícia Karoline, de 3 a 2 para a argentina Ailen Flores na classe BC1, e com o paulista Antônio Leme, de 7 a 1 para o atleta de Hong Kong Tak Wah Tse na classe BC3.

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O Mundial de bocha será disputado até a próxima terça-feira (13). O evento é transmitido, ao vivo, pelo canal da Associação Nacional de Desportos para Deficientes (Ande) no YouTube.

Fonte: EBC Esportes

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