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Covid-19: Número de mortes ultrapassa os seis milhões em todo o mundo

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Covid-19: Número de mortes ultrapassa os seis milhões em todo o mundo

A pandemia de covid-19 já causou a morte de mais de seis milhões de pessoas em todo o mundo, desde a detecção da doença na China em dezembro de 2019, segundo dados hoje divulgados pela Universidade Johns Hopkins.

O último milhão de mortes ocorreu durante os últimos quatro meses, de acordo com a contagem efetuada pela Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos. 

Numa altura em que as viagens internacionais começam a ser retomadas, os valores indicam que muitos países ainda continuam  enfrentando a pandemia do novo coronavírus.

As ilhas do Pacífico, protegidas pelo próprio isolamento natural, estão neste momento  enfrentando os primeiros surtos e mortes provocadas pela variante Ômicron de covid-19.

A Região Administrativa Especial de Hong Kong, sul da República Popular da China, registra um aumento de óbitos por covid-19, tendo as autoridades locais iniciado um processo de testagem a toda a população, constituída por 7,5 milhões de pessoas.

A testagem em Hong Kong ocorre na mesma altura em que a República Popular da China “decretou” a estratégia “covid-zero”. 

A taxa de mortalidade associada ao SARS-CoV-2 continua elevada na Polônia, Hungria, Romênia e em outros Estados do leste europeu, situação que se agravou com a chegada de 1,5 milhões de refugiados de guerra da Ucrânia. 

Na Ucrânia, país que enfrenta uma invasão militar da Rússia iniciada em 24 de fevereiro, a taxa de vacinação era baixa e registravam-se elevados níveis de mortalidade e de casos relacionados com covid-19.

Os Estados Unidos contabilizam quase um milhão de mortes por covid-19, sendo o país mais afetado pela doença, em todo o mundo.

Apesar do número elevado de mortes em todo o mundo – seis milhões de óbitos (mais do que as populações de Berlim e Bruxelas juntas ou de todo o Estado norte-americano de Maryland), os especialistas alertam que o valor real pode ser superior.

Devido à falta de testagem em muitas regiões, a nível global, muitas mortes não estão sendo atribuídas à covid-19, assim como se registram óbitos por falta de cuidados médicos de emergência.

De acordo com uma análise publicada pela revista The Economist, citada pela agência Associated Press, o número real de mortes provocadas pelo novo coronavírus situa-se entre os 14 milhões e os 23,5 milhões, em todo o mundo.

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Especialistas da AIEA avaliaram danos em Zaporozhie e não encontraram nenhuma ameaça à segurança

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Especialistas da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) examinaram os danos causados ​​​​à usina nuclear de Zaporozhie por bombardeios intensos e concluíram que não havia ameaças imediatas à segurança nuclear. A declaração foi dada pelo diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, nesta segunda-feira (21).

“Uma equipe de especialistas da Agência Internacional de Energia Atômica avaliou hoje [21] a extensão dos danos causados ​​por bombardeios intensos no fim de semana na Usina Nuclear Zaporozhie, na Ucrânia. Eles puderam confirmar que, apesar da gravidade do bombardeio, o equipamento principal permaneceu intacto e não há risco imediato à segurança nuclear ou preocupações com a segurança”, disse Grossi.

Unidade da usina nuclear de Zaporozhie em Energodar, foto publicada em 23 de agosto de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 09.09.2022

De acordo com o chefe da AIEA, um total de quatro especialistas em segurança nuclear, proteção e salvaguardas realizaram uma extensa visita à usina nuclear. Posteriormente, eles divulgaram um comunicado com as conclusões, afirmando que a condição dos reatores após o bombardeio era estável.

“O estado das seis unidades do reator é estável e a integridade do combustível irradiado, do combustível novo e dos resíduos radioativos de baixo, médio e alto níveis em suas respectivas instalações de armazenamento foi confirmada”, disse o comunicado da equipe.

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