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Dr. João cobra Restaurante Prato Popular em Sorriso

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O deputado estadual Dr. João (MDB) apresentou a Indicação 5123/25 ao Governo de Mato Grosso para que seja implantado um Restaurante Prato Popular na cidade de Sorriso. A proposta busca assegurar à população, especialmente famílias em situação de vulnerabilidade, acesso a refeições nutritivas, de qualidade e a preços acessíveis.

Segundo o parlamentar, o programa já funciona em Cuiabá, onde o Restaurante Popular oferece refeições completas, elaboradas por nutricionistas, a apenas R$ 1,00. Pessoas em situação de rua ainda recebem marmitas gratuitas, garantindo dignidade e segurança alimentar.

“É um modelo que funciona e precisa ser expandido. Sorriso é um polo regional, com grande crescimento, mas também com muitas famílias que enfrentam dificuldades. O Prato Popular é uma forma de oferecer alimentação de qualidade, acessível e com dignidade para quem mais precisa”, destacou Dr. João.

O deputado lembra que a fome ainda é uma realidade em Mato Grosso e que políticas públicas de segurança alimentar devem ser tratadas como prioridade. “Investir em programas como este é investir em saúde, em qualidade de vida e em justiça social. É uma ação simples, mas que transforma vidas”, reforçou.

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A indicação, apresentada em plenário no dia 24 de setembro, foi encaminhada ao governador Mauro Mendes e ao secretário de Assistência Social e Cidadania, Klebson Gomes Haagsma.

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Fonte: ALMT – MT

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Após articulação de Max Russi, Estado e Prefeitura avançam em acordo para regularizar área ocupada por 1,8 mil famílias

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), destacou os avanços na busca por uma solução para a situação dos moradores dos bairros Silvanópolis, Paraisópolis e de trechos do Jardim Vitória, em Cuiabá.

Em reunião realizada nesta terça-feira (16), no Palácio Paiaguás, com o governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o prefeito Abilio Brunini (PL) e representantes de outros poderes, ficou definido que estado e município deverão formalizar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

O acordo será mediado pelo Ministério Público Estadual (MPE), para garantir moradia digna às famílias e, ao mesmo tempo, assegurar a proteção ambiental da região conhecida como Águas Nascentes.

O encontro foi articulado pelo deputado após a realização de uma audiência pública promovida pela Assembleia Legislativa em maio deste ano para discutir o tema.

“Estou muito feliz! O problema chegou até a Assembleia Legislativa por meio da vereadora Katiuscia e o vereador Sargento Joelson, nós convocamos uma audiência pública, fizemos uma grande audiência pública. A população se fez presente, estava descrente de uma solução para esse problema. Dessa audiência pública nós conseguimos o encaminhamento com o governador para traçarmos uma solução”, declarou.

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A reunião também contou com a participação do deputado Júlio Campos (União), dos vereadores Sargento Joelson e Katiuscia Mantelli, ambos do Podemos, além de representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da concessionária Águas Cuiabá.

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Foto: Gil Gomes/Assessoria de Gabinete

Liminar de desapropriação – Os moradores da região enfrentam uma longa disputa envolvendo a desapropriação da área, onde vivem aproximadamente 1,8 mil famílias. O local pertence ao Estado e é destinado à proteção ambiental.

A situação ganhou novo capítulo, após uma liminar judicial, expedida em abril deste ano, notificar a prefeitura de Cuiabá e o governo do estado para que realizem estudos de desocupação e recuperação ambiental da área. A decisão é fruto de uma Ação Civil Pública Ambiental que tramita há mais de 10 anos na Justiça.

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No entanto, o cumprimento da medida foi interrompido para que os entes envolvidos buscassem uma solução consensual para o caso.

Encaminhamento das soluções – Como alternativa, o TAC deverá prever a doação das áreas estaduais ao município. O governo do estado se comprometeu a garantir a infraestrutura necessária, com pavimentação, abastecimento de água e rede de esgoto.

Enquanto ao município caberá conduzir o processo de Regularização Fundiária Urbana (Reurb), com apoio técnico da Águas Cuiabá e da UFMT. O parlamento estadual também poderá contribuir financeiramente com a realização de estudos técnicos, caso seja necessário.

Apesar do acordo, parte dos moradores precisará ser remanejada por ocupar áreas consideradas de risco. Segundo estimativas, esse grupo corresponde a cerca de 30% da população local que deverá receber incentivos do governo para serem realocados em outra região.

Fonte: ALMT – MT

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