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“Bolsonaro quer ter candidato em MT e sugeriu o meu nome”

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Presidente do PL em Mato Grosso, o senador Wellington Fagundes afirmou o presidente Jair Bolsonaro (PL) faz questão de ter um candidato da sigla ao Governo do Estado nas eleições deste ano.

 

Wellington contou ao MidiaNews que conversou com Bolsonaro e ele chegou a sugerir seu nome para concorrer ao Alencastro.

 

“Ele quer ter um candidato a governador em Mato Grosso. A gente conversou e ele disse: “É possível?” E eu disse que teríamos que conversar, porque a hora de conversar é daqui até as convenções. Porque não podemos perder de vista as alianças. Ganhar sozinho não é o ideal”, revelou o senador.

 

As convenções partidárias devem ocorrer entre os dias 20 de julho e 5 de agosto, conforme a Legislação Eleitoral.

 

Segundo Wellington, o partido está dialogando com diversos setores da sociedade para formar uma aliança forte pró-Bolsonaro no Estado e assim poder viabilizar uma candidatura.

 

“Tem que pensar na governabilidade. Tem que se discutir com setores. Os servidores públicos são importantes. Aqui cabe todo mundo, até pessoas que tenham uma visão à esquerda, mas que queiram estar nesse projeto”, afirmou.

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“O meu papel, além de fortalecer o PL, é trabalhar para construir uma aliança para que possamos fazer uma coligação forte, para dar respaldo ao presidente Bolsonaro, e às candidaturas do PL e partidos aliados”, emendou.

 

Apesar do pedido do presidente, Wellington garantiu que o planejamento pessoal dele e da direção do PL local é para a sua reeleição. “As chances de eu sair ao Governo são mínimas. Não é meu projeto ser candidato a governador. Meu projeto é ser candidato à reeleição”, afirmou.

 

Wellington citou como possibilidade de saírem como candidatos ao Governo o ex-prefeito de Sorriso, Dilceu Rossato (Republicanos), o ex-deputado Nilson Leitão (PSDB) e até o senador Jayme Campos (União Brasil).

 

“Eu defendo nomes como o próprio Jayme Campos, que estão no meio do mandato, e poderia ser um candidato forte. Bem como a Lucimar [esposa de Jayme e ex-prefeita de Várzea Grande] pode ser candidata ou vice. E ela é estratégica. É um nome preparado”, sugeriu.

 

Aliança com Mendes

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Questionado sobre a possibilidade de o PL apoiar uma possível reeleição do governador Mauro Mendes (União Brasil), Wellington disse que o gestor ainda precisa se decidir pela candidatura ou não.

 

“Nós não podemos conversar com um candidato que ainda não se decidiu. Quando ele se decidir, e ele quiser conversar conosco, podemos conversar. Agora, claro, que em Mato Grosso e no Brasil, a nossa coligação será de centro-direita”, ponderou.

 

Em entrevistas à imprensa, Mendes garantiu que irá anunciar sobre sua reeleição – ou não – no início de abril.

 

CÍNTIA BORGES E DOUGLAS TRIELLI/MN

 

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Deputados votam PEC dos aposentados (30) e já esperam judicialização

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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC dos Aposentados) 07/2022 que retira a contribuição de 14% dos aposentados e pensionistas do Estado será votada nesta quarta-feira (30), porém, a aprovação não garante a efetividade da alteração, uma vez que é previsto pelos deputados estaduais a judicialização da proposta.

 

Em reunião com sua base durante almoço nesta terça-feira (29), o governador Mauro Mendes (União) informou que não encaminhará uma proposta alternativa, como havia sido prometido anteriormente, e pediu para que a base não aprove a PEC, que, de acordo com ele, trará grande impacto aos cofres públicos. No começo do mês, o presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (União), deu um prazo para que o Executivo apresentasse um projeto e a Casa Civil se comprometeu em buscar uma alternativa, o que já foi descartado.

 

“É certo que o governo vá judicializar”, disse Botelho. Dilmar Dal Bosco (União), líder do governo na Assembleia, afirmou que a ‘PEC dos Aposentados’, é inconstitucional. Segundo ele, a mudança na alíquota dos servidores não pode partir do Legislativo. Além disso, a peça apresentada não traz estudos de impacto financeiro. O líder está incumbido de convencer os colegas a rejeitarem a proposta.

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Paulo Araújo (PP) diz que a votação será mais uma forma dos deputados marcarem posicionamento. “Vai ser aprovado, mas foi mostrado que tem vício de iniciativa, então vai ser juducializado”, disse. Segundo Carlos Avallone (PSDB), o governador afirmou que financeiramente não é possível conceder o desconto. “O governador está ciente de que terá desgaste, mas nos disse que a queda na arrecadação do ICMS do Estado, sofreu com as alterações aprovadas no Congresso Nacional”, disse o tucano.

 

Allan Kardec (PSB), por sua vez, acredita que a mudança na Constituição tem uma forma maior e que o governo não deve judicializar. De acordo com ele, o próprio Judiciário se mostra sensível ao projeto. “A PEC é um instrumento Legislativo de peso, nós estamos fazendo uma alteração na Constituição. Então, vai ter muito argumento, principalmente com relação a um tema tão sensível que é a Reforma da Previdência. Até lá no Judiciário, caso aprovemos a PEC, teria dificuldade de uma Ação Direta Inconstitucionalidade desse processo”, diz.

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Com Janaiara Soares/GD

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