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Governo deve oferecer linhas de crédito para a construção de novos terminais de abastecimento de GNV

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado Ulysses Moraes (União) apresentou uma Indicação n° 80/2022 ao governo de Mato Grosso sobre a necessidade de oferecer uma linha de crédito com condições atrativas para a construção de novos terminais de abastecimento de Gás Natural Veicular (GNV) no estado. 

“Os constantes aumentos nos preços de combustíveis, principalmente gasolina e etanol, resultaram em uma grande migração de motoristas para o Gás Natural Veicular (GNV). E aqui na região metropolitana de Cuiabá, por exemplo, temos apenas três postos oferecendo o GNV”, disse Moraes.

Vale ainda destacar que os motoristas de aplicativo são a maioria dos que fizeram a migração. E com apenas três postos oferecendo o GNV na região metropolitana de Cuiabá, filas quilométricas têm se formado, além de serem frequentes os relatos de desabastecimento.

Nesse sentido, o parlamentar afirma que a falta de estrutura e atendimento é a preocupação para a grande demanda na região metropolitana atualmente. 

“Assim, embora a quantidade de postos diga respeito a uma decisão da esfera privada dos empreendedores, é possível que o governo adote medidas de incentivo e facilitação para abertura de novos postos de abastecimento de GNV, tornando mais atraente para a iniciativa privada o investimento na criação de novos terminais de abastecimento. Por isso fizemos essa indicação”, finalizou o deputado.

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Prefeito chama Moraes de deus e diz que voltará participar de atos contra as eleições em Brasília

Prefeito foi afastado do cargo por causa de vídeos em atos considerados antidemocráticos

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O prefeito Carlos Alberto Capeletti (PSD), afastado da Prefeitura de Tapurah por 60 dias por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), avisou que retornará aos atos contra os resultados das eleições em frente ao Quartel-General em Brasília.

Em entrevista à Jovem Pan, Carlos Alberto afirma que não foi notificado formalmente e entende que a decisão é totalmente antidemocrática.

Eu fiquei perplexo com essa decisão tão rápida. Não fui ouvido, não tive acesso ao que está acontecendo, que tipo de acusação estão fazendo contra mim e já houve essa decisão do ministro. Estou vendo um extremismo total da decisão. Não só comigo, mas o que está acontecendo nesse país“, disse.

O afastamento de Carlos Alberto se deu por vídeos publicados por ele próprio e sua participação no acampamento em frente ao quartel-general do Exército, em Brasília, onde manifestantes que não aceitam a derrota do presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições fazem mobilização nas últimas semanas. Ele esteve nos atos, classificado como antidemocráticos por Moraes, em novembro.

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O prefeito negou incentivar os atos antidemocráticos e convocou pessoas para ir às manifestações.

…fui à Brasília dia 11, fiquei lá uns 10,11 dias, não fui um incentivador do manifesto, mas presto solidariedade à estas pessoas, e acho que mais pessoas deveriam ir também…

Capeletti disse ainda que as pessoas não estão acreditando nas eleições, as pessoas querem alguma atitude das forças armadas, por isso que estão acampadas…

O prefeito afastado disse que não recorrerá da decisão e que vai voltará à Brasília para continuar as manifestações contra os resultados das urnas.

…juridicamente não tem o que fazer…por mais que eu possa ter advogados quem vai julgar é o imperador [se referindo ao Presidente do TSE Alexandre de Moraes] ele se instituiu o deus né?, ele se colocou acima de todos do país…

Vou voltar para Brasília e ficar lá até que se resolva alguma coisa. Eu vou continuar pacificamente e fazendo o que eu acredito. Eu acredito que algo de bom vai acontecer ao país. Não tem mais a quem recorrer; apenas às Forças Armadas, disse.

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O vice-prefeito Odair Cesar Nunes (PSD) deve assumir a prefeitura nos próximos 60 dias.

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