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ECONOMIA

Alckmin e presidente da CNI discutem Acordo Mercosul-UE, datacenters e tarifaço

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O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, se reuniu com o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, nesta quarta-feira (4), na sede da CNI, em Brasília, para debater agendas de comércio exterior.

Os dois conversaram sobre parcerias e estratégias para buscar avanços na implementação de acordos comerciais do Mercosul, para a ampliação de exceções ao tarifaço dos Estados Unidos e para a atração de datacenters a partir do Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata).

“Tivemos uma conversa sobre comércio exterior. O Brasil bateu recorde de exportação no ano passado. Chegamos a quase US$ 349 bilhões, mesmo com o tarifário americano, o que mostrou como é importante diversificar mercados. Foram firmados os acordos Mercosul–Singapura, Mercosul–EFTA (Suíça, Noruega, Islândia e Liechtnstein) e, agora, Mercosul–União Europeia, que é o maior acordo entre blocos do mundo. O presidente Lula já encaminhou à Câmara Federal a mensagem para internalizar esse acordo”, destacou Alckmin.

O vice-presidente mencionou que, durante a conversa, trataram das perspectivas para o Acordo Mercosul-EU entrar em vigor. “O acordo já foi assinado depois de mais de duas décadas, mas houve um questionamento jurídico que foi levado à Justiça do Parlamento Europeu. Esse processo pode levar de 10 a 12 meses. Se aprovarmos rapidamente a internalização – o que os outros países do Mercosul também estão fazendo – há a expectativa de vigência provisória do acordo”, detalhou.

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Dia da Indústria do Brasil e EUA

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Na ocasião, Ricardo Alban convidou Alckmin a participar do Brasil-U.S. Industry Day, O Dia da Indústria do Brasil e Estados Unidos, que será promovido pela CNI no dia 11 de maio em Nova Iorque. O dirigente contou que o objetivo é promover a interação entre empresas americanas e brasileiras, com participação de empresários dos dois países e de entidades, como a U.S. Chamber, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o BNDES, o MDIC e seu correlato nos EUA. 

“Pretendemos cada vez mais criar essa intercessão da relação comercial e empresarial entre Brasil e Estados Unidos”, disse Alban. “Continuamos trabalhando junto com o MDIC para que os impactos do tarifaço sejam mitigados em toda a sua extensão”, acrescentou o presidente da CNI.

Alban comentou que, apesar do ano eleitoral, acredita que decisões do governo possam levar a uma política de fortalecimento do programa Nova Indústria Brasil (NIB) e de crescimento da economia.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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ECONOMIA

Corrente de comércio brasileira alcança US$ 56 bi no mês de maio

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No mês de maio de 2026 as exportações somaram US$ 32 bilhões e as importações, US$ 24,1 bilhões, com saldo positivo de US$ 8 bilhões e corrente de comércio de US$ 56 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 149 bilhões e as importações, US$ 116 bilhões, com saldo positivo de US$ 33 bilhões e corrente de comércio de US$ 264 bilhões.

Esses e outros resultados foram divulgados nesta quarta-feira (3/6), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).

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Nas exportações, comparados o mês de maio / 2026 (US$ 31,9 bilhões) com maio / 2025 (US$ 29,92 bilhões), houve crescimento de 6,6%. Em relação às importações houve crescimento de 5,3% na comparação entre o mês de maio / 2026 (US$ 24,08 bilhões) com o mês de maio / 2025 (US$ 22,86 bilhões).

Assim, no mês de maio/2026 a corrente de comércio totalizou US$ 56 bilhões e o saldo foi de US$ 7,82 bilhões. Comparando-se este período com o de maio/2025, houve crescimento de 6,1% na corrente de comércio.

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Nas exportações, comparado o valor de janeiro/maio 2026 (US$ 148,57 bilhões) com o de janeiro/maio – 2025 (US$ 136,68 bilhões) houve crescimento de 8,7%. Em relação às importações, houve crescimento de 3,2% entre o valor do período de janeiro/maio – 2026 (US$ 115,91 bilhões) com janeiro/maio – 2025 (US$ 112,35 bilhões). Por fim, o valor da corrente de comércio totalizou US$ 264,48 bilhões e apresentou crescimento de 6,2% na comparação entre estes períodos.

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Exportações e Importações por Setores

No mês de maio/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores foi o seguinte: crescimento de US$ 0,73 bilhão (9,8%) em Agropecuária e de US$ 1,37 bilhão (9,0%) em produtos da Indústria de Transformação. Houve queda de US$ 0,13 bilhão (1,9%) em Indústria Extrativa.

Já comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores importadores foi o seguinte: crescimento de US$ 1,34 bilhão (6,3%) em produtos da Indústria de Transformação; queda de US$ 0,04 bilhão (7,8%) em Agropecuária e de US$ 0,1 bilhão (10,1%) em Indústria Extrativa.

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No acumulado de janeiro a maio/2026, comparando com igual período do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores foi o seguinte: crescimento de US$ 2,36 bilhões (7,3%) em Agropecuária; de US$ 5,37 bilhões (17,3%) em Indústria Extrativa e de US$ 4,08 bilhões (5,6%) em produtos da Indústria de Transformação.

No acumulado do ano atual, comparando com igual período do ano anterior, o desempenho dos setores importadores foi o seguinte: crescimento de US$ 4,34 bilhões (4,2%) em produtos da Indústria de Transformação; queda de US$ 0,53 bilhão (19,0%) em Agropecuária e de US$ 0,31 bilhões (6,2%) em Indústria Extrativa.

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Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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