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EDUCAÇÃO

Publicidade do MEC é vencedora do Prêmio Colunistas Brasília

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A publicidade do Ministério da Educação (MEC) foi reconhecida com cinco medalhas no Prêmio Colunistas Brasília, uma das mais tradicionais premiações do marketing brasileira. A campanha audiovisual “Vem Ser Profissa”, desenvolvida para promover a educação profissional e tecnológica (EPT), recebeu um ouro em Direção; três pratas em Fotografia, Roteiro e Produção; e um bronze em Edição, na categoria Filme.

A campanha foi criada com o objetivo de aproximar a EPT ao universo dos jovens, destacando as oportunidades de formação e inserção no mercado, proporcionadas pela modalidade. Para isso, apostou em uma linguagem leve e descontraída, valorizando a importância dos profissionais técnicos no mundo do trabalho e dialogando diretamente com o público-alvo.

Prêmio Colunistas – Há 56 anos, o Prêmio Colunistas reconhece os mais notáveis trabalhos da comunicação de marketing brasileira. Considerado o mais antigo e tradicional prêmio do setor no país, foi criado por jornalistas especializados em publicidade e marketing com o propósito de valorizar a criatividade e excelência da produção publicitária nacional.
A premiação é promovida pela Associação Brasileira dos Colunistas de Marketing e Propaganda (Abracomp) e reúne jurados formados por jornalistas especializados e profissionais que possuem reconhecida atuação no mercado. O modelo de avaliação permite uma análise ampla e qualificada dos trabalhos inscritos, consolidando o Colunistas como uma das principais referências da comunicação brasileira.

Atualmente, o prêmio contempla diversas áreas da comunicação de marketing, incluindo Filme, Digital, Design, Branded Content, Mídias Integradas, Inovação, Marketing Direto, Mídia, Mídia Exterior, Mídia Impressa, Promo e Live, Rádio, Relações Públicas e Técnica.

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Assessoria de Comunicação Social do MEC

Fonte: Ministério da Educação

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PDDE Equidade: prazo de adesão é ampliado até 10 de junho

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O Ministério da Educação (MEC) prorrogou até 10 de junho o prazo de adesão ao Programa Dinheiro Direto na Escola Equidade (PDDE Equidade). O anúncio foi feito nesta terça-feira, 2 de junho, durante webinário promovido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), com transmissão pelo canal do MEC no YouTube

Durante o evento, que reuniu gestores e representantes de redes de ensino de diversas regiões do Brasil, a equipe técnica do MEC respondeu dúvidas acerca do processo de adesão ao programa. A transmissão faz parte de uma série de webinários realizada com o objetivo de auxiliar estados, municípios e o Distrito Federal no preenchimento das informações e na utilização do sistema. 

“A gente sabe que o processo de adesão pode ser cheio de dúvidas, é um sistema novo para muita gente. Então, temos feito o possível para responder as dúvidas com maior brevidade”, explicou o coordenador-geral de Equidade Educacional do MEC, Caio Callegari. Após o encerramento do primeiro ciclo de adesões, o MEC realizará um segundo ciclo para novas escolas elegíveis. 

Em 2026, o PDDE Equidade contará com investimento de cerca de R$ 378,2 milhões, que serão distribuídos para aproximadamente 30 mil escolas públicas. A iniciativa destina recursos financeiros suplementares para as escolas públicas de educação básica, a fim de promover a melhoria das condições de oferta, da infraestrutura e da qualidade do ensino em contextos de maior vulnerabilidade social e educacional. 

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O programa é uma iniciativa do MEC em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Regulamentado pela Resolução nº 8, de 7 de maio de 2026, o PDDE Equidade tem como objetivo fortalecer a equidade educacional nas redes estaduais, municipais e do Distrito Federal. 

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Mudanças – Em 2026, o programa manteve sua estrutura geral de funcionamento da descentralização orçamentária, mas adequou rotas, incluindo maior precisão na categorização da natureza da despesa; redução de desafios com a prestação de contas; aperfeiçoamento de critérios de elegibilidade e priorização de cada subprograma e eixo; e fortalecimento e monitoramento da política.  

Um dos ajustes nos critérios de elegibilidade diz respeito à ampliação do acesso institucional – incluindo Unidades Executoras (UEx) consorciadas e, também, a articulação com políticas estruturantes do MEC, como a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (PNEEI), a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e o Novo Pronacampo.  

Em relação aos critérios de priorização, houve ajustes como a consideração do histórico de atendimento pelo programa, a fim de garantir que mais escolas, sobretudo aquelas que nunca receberam o recurso, sejam priorizadas, e a inclusão de indicador de priorização por vulnerabilidade educacional. Muitas dessas mudanças visam fortalecer o potencial redistributivo dos recursos, facilitar o recebimento dos repasses pelas escolas e qualificar a articulação de políticas de educação com equidade do MEC. 

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Contudo, o programa não mudou seus eixos principais: modelo de adesão; papéis e responsabilidades das escolas, redes e demais órgãos envolvidos; e valores repassados por escolas. 

Em decorrência da boa alocação de recursos no ano passado, com mais de 92% da execução financeira, o PDDE Equidade manteve seu orçamento de R$ 378,2 milhões, que serão distribuídos da seguinte maneira em 2026:  

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  • PDDE Água, Campo e Agroecologia: R$ 93,0 milhões;    
  • PDDE Diversidades (considerando os eixos de educação bilíngue de surdos; educação de jovens e adultos; educação escolar indígena; educação escolar quilombola; educação para as relações étnico-raciais): R$ 84,9 milhões;     
  • PDDE Sala de Recursos Multifuncionais: R$ 200,3 milhões. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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