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TECNOLOGIA

MCTI e Samsung discutem desafios na cadeia global de memórias para a indústria eletrônica

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O novo cenário em torno de chips de memória utilizados em smartphones e computadores, por exemplo, e os desafios para a ciência brasileira foram pauta de discussão nesta terça-feira (2). A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, e representantes da Samsung do Brasil discutiram os impactos do aumento da demanda internacional por componentes voltados a aplicações de inteligência artificial (IA) e seus reflexos sobre a disponibilidade de insumos para outros segmentos da indústria.  

A ministra destacou ainda que o governo tem dialogado com a indústria e parceiros internacionais. “Estamos empenhados em colocar os semicondutores como pauta prioritária das relações bilaterais Brasil-Coreia do Sul”, disse. O encontro também serviu para alinhar o acompanhamento técnico do tema entre o Governo do Brasil e o setor produtivo. 

Na ocasião, representantes da empresa apresentaram um panorama do cenário internacional de semicondutores e seus possíveis impactos para a indústria eletrônica. O presidente da Samsung Brasil, Byung Gil Yoo, reforçou a importância da parceria com o país. “Temos compromisso de longo prazo com o Brasil. Nosso investimento está aqui e queremos continuar cooperando para o desenvolvimento tecnológico do País”, afirmou. 

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Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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11ª Olimpíada Nacional Ciências terá como tema mulheres e meninas na ciência

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Seguindo o mote da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), maior evento de divulgação científica do País, a 11ª edição da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) terá como tema Mulheres e Meninas nas Ciências. As inscrições para o desafio vão até 10 de agosto.

Anualmente, as meninas representam de 45 a 50% das participações na competição. “Com as meninas e mulheres no centro da SNCT e da ONC, nós fomentamos não apenas a participação das meninas na ciência, mas também o conhecimento geral sobre a produção científica produzida por cientistas”, afirma a secretária de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social, Germana Coriolano.

Desde 2022, a ONU reconhece a ONC como uma das olimpíadas que mais premia meninas e, anualmente, entrega troféus e financia viagens das participantes para Brasília (DF). Em 2025, foram quase 2 milhões de meninas participantes e 13,9 mil premiadas no desafio.

De acordo com o coordenador nacional da ONC, Jean Carlo Catapreta, nesta edição, a expectativa é que a competição alcance 7 milhões de alunos inscritos. “O principal objetivo da ONC é a popularização da ciência. É fazer com que as pessoas entendam a ciência, vejam que ela é uma coisa simples e que todo mundo consegue entender”, disse o coordenador.

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Podem participar da competição alunos do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio de escolas públicas e particulares e da 4º série do ensino técnico. Em 2025, a ONC teve mais de 5 milhões de estudantes inscritos espalhados por mais de 5 mil municípios brasileiros.

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A olimpíada se destaca por sua interdisciplinaridade, com questões que abrangem astronomia, biologia, física, história e química e está dividida em duas etapas: a primeira ocorrerá de 13 e 15 de agosto, e a segunda de 10 e 11 de setembro.

Além da ONU, a Petrobrás premia os alunos de escolas públicas mais bem colocados na competição.

Promovida desde 2016, a ONC é uma realização do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) em parceria com a Universidade Federal do Piauí (UFPI).

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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