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EDUCAÇÃO

MEC apresenta Cadernos Brasileiros de Educação Popular

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O Ministério da Educação (MEC) promoverá, no dia 1º de julho, o webinário “Educação Popular e Democracia”. O encontro marca o lançamento da primeira edição dos Cadernos Brasileiros de Educação Popular (CBEP), ampliando o alcance de vozes e conhecimentos científicos, produzidos no âmbito da luta popular, bem como de saberes ancestrais como base da democracia. A atividade será transmitida pelo canal Pensar a Educação no YouTube, às 17h. 

Os cadernos foram desenvolvidos pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), em parceria com o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) e o programa Pensar a Educação. O periódico busca conferir visibilidade e protagonismo à pluralidade de fazeres, saberes e linguagens de povos indígenas, comunidades quilombolas, populações LGBTQIAPN+, pessoas do campo e das periferias, entre outros grupos historicamente comprometidos com a construção da educação popular. 

A realização do webinário integra o propósito de divulgar e valorizar os conhecimentos científicos, artístico-culturais e pedagógicos construídos em diferentes experiências da educação popular no Brasil, na América Latina e na África, fortalecendo territórios, práticas educativas e processos coletivos. 

Além da apresentação e do debate com os convidados, a transmissão pretende fomentar o intercâmbio de experiências entre gestores, profissionais da educação e ativistas, de modo a fortalecer a cooperação e a articulação democrática entre os diferentes atores envolvidos nas políticas de diversidade e inclusão. 

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O encontro contará com a presença da secretária da Secadi, Zara Figueiredo; do editor-chefe dos CBEP, Luciano Mendes; da coordenadora da Comissão Articuladora da Educação Escolar Indígena da Região Sul (CAEEI-Sul), do Instituto Sãpe e do Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena (FNEEI), Daniela Kaingang; do fundador da Zulu Nation Brasil e da primeira Casa do Hip-Hop no Brasil, King Nino Brown; e da diretora de Comunicação do Instituto Cultural Steve Biko e integrante da Comissão Nacional para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana (Cadara/MEC), Jucy Silva. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

EDUCAÇÃO

MEC Idiomas tem mais de 560 mil matrículas ativas

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Criado para democratizar e ampliar o acesso ao ensino de línguas estrangeiras no Brasil, o MEC Idiomas atingiu a marca de 564 mil matrículas ativas. Totalmente gratuitos, o portal e o aplicativo oferecem aprendizagem bilíngue autoinstrucional do nível básico ao avançado e têm como objetivo ser o primeiro ponto de contato digital entre o estudante de línguas iniciante e o idioma de sua escolha, acompanhando seu aprendizado até níveis mais avançados. Do total de matriculados, 426,3 mil (75,6%) fazem aulas de inglês, enquanto os demais 137,7 mil (24,4%) participam de cursos de espanhol. 

O portal e o aplicativo serão integrados ao ecossistema do Idiomas sem Fronteiras (IsF), compondo uma política de ensino multilíngue já consolidada. As aulas do MEC Idiomas estão organizadas em seis níveis (A1 a C2); e quatro a seis módulos por nível, cada um deles com dez a 15 aulas. Desde o lançamento, estão disponíveis cerca de 800 aulas. Diversas ferramentas podem ser acessadas pelos estudantes: teste de proficiência; trilha de aprendizagem (aula e reforço); teste ao fim dos módulos; fale e pratique; agente de inteligência artificial para dar apoio, tirar dúvidas e praticar conversação; e comunidades de aprendizado. 

Entre as matrículas com idade informada, a maior concentração de estudantes está na faixa de 25 a 34 anos (198,3 mil matrículas), seguida por estudantes de 18 a 24 anos (145,3 mil) e de 35 a 44 anos (106,8 mil). Juntas, as faixas entre 18 e 34 anos concentram 61% das matrículas. Já em relação à distribuição por região, nas três primeiras posições, estão Sudeste, com 228,9 mil matrículas; Nordeste, com 126,2 mil matrículas; e Sul, com 55,8 mil matrículas. Quanto às unidades federativas, São Paulo lidera em número de matrículas, seguido por Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco. 

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Passo a passo para usar a plataforma:   

  • Acessar o MEC Idiomas via portal ou via aplicativo e fazer login com o Gov.br;    
  • Escolher o idioma que deseja aprender — inglês ou espanhol;    
  • Fazer o teste de proficiência, disponível na plataforma, que avalia o grau de conhecimento do estudante;  
  • Fazer os exercícios de fixação e de “gamificação”, ao final de cada aula, que incentivam o estudante a concluir aulas e módulos e passar de nível.    

Rede IsF – O MEC Idiomas se integrará ao ecossistema da Rede Andifes – Idiomas sem Fronteiras (Rede IsF), uma política de ensino multilíngue já consolidada. A parceria permite à Rede IsF fortalecer a divulgação do ensino de línguas de forma gratuita e em rede nacional, envolvendo desde o acesso ao portal para a população brasileira, cursos específicos para a comunidade acadêmica e a oferta de cursos de especialização para a rede pública de ensino. A oferta dos cursos do IsF, que duram de um a três meses, acontece duas vezes ao ano. O objetivo da parceria é fortalecer o acesso a línguas estrangeiras, melhorar os índices de proficiência e estimular as produções científicas. Será disponibilizado R$ 1,68 milhão por ano para a iniciativa, que impactará 16 mil alunos por semestre.  

As ações da Rede IsF têm como objetivo central desenvolver uma política linguística nacional para o ensino superior, fortalecendo a formação de professores de línguas estrangeiras e promovendo a capacitação linguística de estudantes, docentes e técnicos administrativos das instituições de ensino superior. Também contemplam a formação de estrangeiros em língua portuguesa e o apoio à capacitação de professores da educação básica.  

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)

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Fonte: Ministério da Educação

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