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Copa 2026

Copa do Mundo: rodada define líderes e classificados dos grupos G, H e I

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grupos copa 2026

França e Noruega disputam primeiro lugar, enquanto chave de belgas e egípcios chega à partida final indefinida

A terceira e última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo ocorre nesta sexta-feira (26) com seis partidas pelos grupos G, H e I.

Os jogos definem as vagas e as posições finais para a fase de mata-mata da competição. O regulamento estabelece que os confrontos de cada chave sejam realizados simultaneamente.

Grupo I

Pelo Grupo I, França e Noruega entram em campo às 16h, em Boston, já classificadas. O confronto define a liderança da chave. A equipe francesa soma seis pontos e um saldo positivo de cinco gols. Os noruegueses possuem a mesma pontuação, com saldo positivo de quatro gols.

Apontada como favorita ao título, a França, atual vice-campeã, utiliza um elenco rápido, habituado a decisões e com controle da posse de bola. A Noruega atua com transições velozes e potencial ofensivo, exercendo pressão na saída de bola adversária.

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No mesmo horário, Senegal e Iraque se enfrentam. Ambas as equipes não pontuaram e registram saldo negativo de três e seis gols, respectivamente. As chances de classificação dependem de uma combinação incomum de resultados para avançarem como um dos melhores terceiros colocados.

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Grupo H

As partidas do Grupo H ocorrem às 21h. O Uruguai joga contra a Espanha em Guadalajara, e Cabo Verde enfrenta a Arábia Saudita em Houston.

A Espanha lidera a chave com quatro pontos. Uma vitória garante a primeira colocação. O empate mantém os espanhóis na liderança, desde que Cabo Verde não vença seu jogo com uma diferença de pelo menos quatro gols. A seleção espanhola atua com controle da posse de bola e ocupação ofensiva dos espaços.

O Uruguai e Cabo Verde somam dois pontos cada. A Arábia Saudita registra um ponto. A equipe uruguaia projeta um jogo taticamente equilibrado contra os líderes, diante do risco de desclassificação.

Grupo G

Os últimos jogos ocorrem à meia-noite de sábado. O Egito enfrenta o Irã em Seattle, e a Nova Zelândia joga contra a Bélgica em Vancouver.

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A chave permanece indefinida. O Egito lidera com quatro pontos e é a única seleção que depende apenas dos próprios resultados para confirmar a liderança.

A Bélgica, apontada como favorita antes do torneio, obteve dois empates nas rodadas iniciais e soma dois pontos. Irã, também com dois pontos, e Nova Zelândia, com um ponto, disputam a segunda vaga do grupo.

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VOCABULÁRIO DA MATÉRIA

  • Mata-mata: Fase eliminatória de uma competição esportiva onde o perdedor é desclassificado.
  • Transições rápidas: Mudança veloz do comportamento de defesa para o de ataque durante a partida.
  • Ocupação ofensiva: Tática que consiste em manter jogadores posicionados no campo de defesa do adversário.

 

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Operação mira assessora de gabinete de desembargador do TJMT em esquema de venda de decisões

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"Falsa Vantagem" PJCMT

“Falsa Vantagem” cumpre cinco mandados em Cuiabá contra grupo investigado por extorsão, exploração de prestígio, estelionato, corrupção e organização criminosa; entre os alvos estão um advogado e uma servidora do Tribunal de Justiça

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou na manhã desta quinta-feira (25) a Operação Falsa Vantagem, que investiga um grupo suspeito de cobrar por influência em decisões judiciais. No centro da apuração está a cobrança de R$ 150 mil, em espécie, que teria sido paga por familiares de um condenado sob a promessa de anular a sentença — o que não se concretizou.

Foram cinco mandados de busca e apreensão domiciliar, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá. A ação foi conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco).

Segundo as investigações, o grupo teria procurado os familiares do condenado afirmando ter acesso à servidora responsável pelas decisões. O pagamento em espécie, ainda conforme a polícia, teria servido para dificultar o rastreamento dos valores. A medida resultou apenas na redução da pena, e não em sua anulação, como fora prometido. Insatisfeito, o beneficiário passou a exigir a devolução do dinheiro, circunstância que também é objeto da investigação.

O delegado responsável, Marlon Luz, afirmou que as buscas tinham como objetivo apreender celulares, computadores e documentos para esclarecer como a prática funcionava, há quanto tempo o grupo atuava e se havia outras vítimas. Os investigados são apurados por cinco crimes, entre eles extorsão e exploração de prestígio. A ação integra a Operação Pharus, parte do planejamento estratégico da Polícia Civil para 2026, dentro do Programa Tolerância Zero.

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Servidora do TJMT entre os alvos

Os mandados atingiram pessoas com vínculos diretos com o funcionamento da Justiça. Segundo a Polícia Civil, estão entre os alvos um advogado, bacharéis em Direito, um policial penal e uma servidora pública do Poder Judiciário. A apuração identificou o advogado pelas iniciais A.R.G. e a servidora (M.A.P.A.) como assessora de um gabinete de desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. O release oficial não detalha a lotação dela, e o Tribunal não havia confirmado a informação até o fechamento da matéria.

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A presença de uma funcionária do próprio Judiciário na lista de investigados é um dos pontos centrais do caso. A suposta capacidade de interferir em decisões — o que sustentava a promessa vendida às vítimas — dependia, segundo a versão da polícia, desse acesso interno. É isso que a investigação pretende esclarecer com o material apreendido.

A Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Mato Grosso, acompanhou o cumprimento das buscas nos endereços de profissionais da advocacia, por meio do Tribunal de Defesa das Prerrogativas, e informou que o caso pode ser encaminhado ao Tribunal de Ética e Disciplina.

Segundo caso do tipo em menos de quatro meses

A Falsa Vantagem não é a primeira ação do gênero no estado neste ano. Em março, a Polícia Civil deflagrou a Operação Smoke, com modus operandi praticamente igual: um grupo abordava familiares de presos e prometia decisões favoráveis mediante pagamento — prática conhecida como “venda de fumaça”. Naquele caso, foram cumpridas 15 ordens judiciais contra dois advogados e um bacharel em Direito.

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As duas operações têm como base o mesmo tipo de fraude: a oferta de um resultado na Justiça que, na prática, ninguém tem como entregar. As vítimas costumam ser familiares de presos.

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Há ainda outras investigações recentes sobre o Judiciário mato-grossense. Em junho, a Operação Gemini, conduzida pela Polícia Federal, passou a apurar suposta venda de sentenças no TJMT, com um desembargador entre os investigados. São apurações distintas, mas que tratam de um mesmo problema: a tentativa de comprar decisões judiciais.

A Polícia Civil informou que a Operação Falsa Vantagem segue em andamento. Os próximos passos dependem da análise do material apreendido, que pode levar à identificação de outros envolvidos e de novas vítimas. Até o fechamento da matéria, não havia registro de prisões.

 

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