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EDUCAÇÃO

Enem 2026: divulgado resultado dos atendimentos especializados

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A análise dos recursos referentes às solicitações de atendimento especializado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 está disponível na Página do Participante. Para verificar o resultado, o participante deve utilizar o login do portal Gov.br. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou o resultado na última sexta-feira, 10 de julho.  

O atendimento especializado é destinado aos participantes que necessitam de recursos de acessibilidade para realizar as provas. Entre os atendimentos disponibilizados estão a prova em braile, a prova com letra ampliada, o auxílio para leitura e transcrição, a sala de fácil acesso, o tempo adicional, entre outros recursos, de acordo com a necessidade comprovada e as regras estabelecidas no edital. 

Aplicação– As provas do Enem 2026 serão aplicadas nos dias 8 e 15 de novembro. Nos dois dias de aplicação, os portões dos locais de prova serão abertos às 12h e fechados às 13h (horário de Brasília). As provas terão início às 13h30. 

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No primeiro dia, os participantes responderão às provas de linguagens, códigos e suas tecnologias, redação e ciências humanas e suas tecnologias, com término às 19h. No segundo dia, serão aplicadas as provas de ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias, com encerramento às 18h30. 

 
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep 

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

Prazo para participar do Diagnóstico de Equidade é até 15/7

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O prazo para que as redes estaduais e municipais de ensino participem do Diagnóstico Equidade 2026 termina na próxima quarta-feira, dia 15 de julho. O preenchimento do formulário para o envio de informações está disponível no módulo Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) do Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). 

O envio de informações deve ser realizado pelas secretarias estaduais e municipais com o registo dos avanços e desafios na implementação da Lei nº 10.639/2003, alterada pela Lei nº 11.645/2009, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena nas escolas. 

A ausência de envio das informações no sistema Simec poderá inviabilizar o repasse de emendas parlamentares federais operacionalizadas no âmbito do Plano de Ações Articuladas (PAR). 

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Objetivos  O mapeamento busca subsidiar políticas públicas voltadas à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nas escolas. O diagnóstico também tem a proposta de monitorar a implementação da educação para as relações étnico-raciais (Erer), da educação escolar quilombola (EEQ) e da educação escolar indígena (EEI) nas redes públicas de ensino de todo o Brasil. 

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Os eixos do diagnóstico estão organizados em dez dimensões temáticas: fortalecimento do marco legal; formação de gestores e profissionais da educação; gestão educacional; materiais didáticos e paradidáticos; currículo; financiamento; indicadores, avaliação e monitoramento; gestão democrática e mecanismos de participação social; educação escolar quilombola; e educação escolar indígena.   

PneerqA Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola foi instituída pela Portaria nº 470/2024. A política reúne ações e programas educacionais relacionados à educação para as relações étnico-raciais, à educação escolar quilombola e ao tratamento de temas relacionados às desigualdades étnico-raciais e ao racismo nos ambientes de ensino. 

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Entre os eixos previstos na política estão a estruturação de sistema de metas e monitoramento; a implementação do art. 26-A da Lei nº 9.394/1996; a formação de profissionais da área de ensino visando a atuação na educação para as relações étnico-raciais (Erer) e na educação escolar quilombola (EEQ); o desenvolvimento de capacidades institucionais para a condução dessas políticas nos entes federados; o reconhecimento de práticas educacionais antirracistas; as ações relacionadas às desigualdades étnico-raciais na educação; a educação escolar quilombola, conforme as Diretrizes Nacionais; e os protocolos de identificação e resposta a situações de racismo nas escolas públicas e privadas. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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