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EDUCAÇÃO

Institutos federais podem enviar projetos ao PET Saúde

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Institutos federais têm de 20 de agosto a 8 de setembro para submeter projetos ao Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde Informação e Saúde Digital (PET Saúde I&SD), do Ministério da Saúde (MS). As propostas devem ser voltadas à educação, à pesquisa, ao desenvolvimento e à inovação em informação e saúde digital aplicadas ao Sistema Único de Saúde (SUS). O Edital Conjunto SEIDIGI/SGTES-MS nº 1/2026, que trata da seleção de projetos dos IFs, foi publicado na terça-feira (18). Os projetos submetidos deverão ser executados em parceria com as secretarias de saúde dos estados, dos municípios e do Distrito Federal.

Os projetos deverão estar alinhados aos três eixos do Programa SUS Digital: cultura de saúde digital, formação e educação permanente em informação e saúde digital; soluções tecnológicas e serviços de saúde digital no âmbito do SUS; e interoperabilidade, análise e disseminação de dados e informações de saúde.

As iniciativas selecionadas terão a duração de 24 meses. Cada uma deverá conter, no mínimo, três e, no máximo, dez grupos de aprendizagem tutorial, que atuarão na promoção de avanços na transformação digital do SUS e na incorporação do campo da informação e saúde digital aos processos de ensino-aprendizagem, pesquisa e inovação nas instituições participantes.

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A formação dos grupos tutoriais deverá contemplar docentes, na função de tutores; profissionais dos serviços de saúde do SUS, como preceptores; e estudantes dos cursos de graduação e de educação profissional técnica de nível médio, como monitores. Para o desempenho das atividades, os membros receberão bolsas do PET Saúde I&SD, de acordo com os valores estipulados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

As instituições selecionadas deverão atuar na integração entre ensino, serviço e comunidade, contribuindo para o processo de transformação digital do SUS. As atividades terão início em fevereiro de 2027 e, segundo o cronograma, a divulgação do resultado final está prevista para o dia 21 de outubro. Esclarecimentos e informações adicionais poderão ser obtidos pelo e-mail: .

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e do MS

Fonte: Ministério da Educação

EDUCAÇÃO

Consulta de formação continuada de professores acaba amanhã (21)

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O Ministério da Educação (MEC) recebe até sexta-feira, 21 de agosto, as respostas à consulta pública sobre a formação continuada de professores. O objetivo da iniciativa, que é realizada em parceria com o Conselho Nacional de Educação (CNE), é embasar o estabelecimento das Diretrizes Nacionais para a Formação Continuada de Professores da Educação Básica na perspectiva do Desenvolvimento Profissional Docente (FC-DPD). Para enviar sugestões, opiniões e análises, basta acessar o formulário disponível na plataforma Brasil Participativo.

O conjunto dos marcos legais e normativos que regem a educação brasileira, aliado às evidências produzidas por pesquisas educacionais e às demandas das redes públicas e privadas de ensino, demonstra a necessidade da criação dessas diretrizes, que colocarão o desenvolvimento profissional dos professores como posição central nas políticas educacionais brasileiras, devido a sua relação com a qualidade do ensino e das aprendizagens dos estudantes. 

As diretrizes terão o objetivo de orientar a formulação, a implementação e a avaliação das políticas de formação continuada, oferecendo princípios e referenciais nacionais que fortaleçam a valorização docente, respeitem a diversidade dos sistemas de ensino e promovam a melhoria da qualidade da educação básica. Assim, as diretrizes buscam: 

  • Fortalecer a valorização e o desenvolvimento profissional dos professores; 
  • Promover a articulação entre formação continuada, carreira e condições de trabalho; 
  • Orientar os sistemas de ensino e as instituições formadoras na organização de políticas permanentes de desenvolvimento profissional; 
  • Estimular a criação de ambientes institucionais favoráveis à aprendizagem profissional colaborativa; e 
  • Contribuir para a melhoria do direito à aprendizagem dos alunos e para a redução das desigualdades educacionais. 
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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do CNE

Fonte: Ministério da Educação

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