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MATO GROSSO

Escola de Saúde Pública lança primeira pós-graduação em Arteterapia de MT

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A Escola de Saúde Pública (ESP-MT), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), deu início as aulas da primeira turma da Pós-Graduação Lato Sensu em Arteterapia. O curso é pioneiro no Brasil e vai formar 43 especialistas para atuarem no Sistema Único de Saúde (SUS), na educação pública e no sistema prisional e socioeducativo de Mato Grosso.

O curso, realizado em parceria com o Núcleo de Pesquisa, Arte e Educação (NAPE), instituição com 25 anos de atuação em Arte e Educação, tem carga horária de 574 horas e será realizado de 2026 a 2029, com aulas em período integral (diurno), em Cuiabá.

A arteterapia é reconhecida pelo Ministério da Saúde como uma Prática Integrativa e Complementar em Saúde (PICS), desde 2006. A prática utiliza recursos expressivos e artísticos como ferramenta terapêutica para promoção, prevenção, reabilitação e recuperação da saúde, especialmente em saúde mental.

Para a superintendente da Escola de Saúde Pública, Silvia Tomaz, a pós-graduação representa um marco na formação de trabalhadores do SUS.

“É uma especialização pensada, construída e gestada dentro do SUS, para qualificar quem está na ponta, cuidando das pessoas todos os dias. Não é sobre fazer arte bonita. É sobre usar a arte para cuidar da dor, do sofrimento psíquico, para humanizar o cuidado. O SUS precisa de arte e a arte precisa estar no SUS. Quem está aqui vai voltar para seu território como um multiplicador de cuidado humanizado”, afirmou Silvia.

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As vagas foram distribuídas de forma estratégica para fortalecer a rede de atenção à saúde: 19 vagas para os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS); 4 para Unidades Descentralizadas de Reabilitação e Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa; 3 para o Centro Especializado em Reabilitação (CER); além de vagas para o Centro Integrado de Assistência Psicossocial (CIAPS) Adauto Botelho; Hospital Psiquiátrico Paulo de Tarso; equipes de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS); Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi Infantil); setores da educação; do sistema prisional e da comunidade.

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Os pós-graduandos são oriundos de 13 municípios de Mato Grosso: Água Boa, Barra do Garças, Brasnorte, Cáceres, Campinápolis, Cuiabá, Itiquira, Lucas do Rio Verde, Mirassol D´Oeste, Primavera do Leste, Rondonópolis, Sorriso e Várzea Grande.

Mato Grosso já oferta no SUS outras PICS como Fitoterapia, Reiki, Dança Circular, Terapia Comunitária Integrativa e Florais de Bach. Com a Arteterapia, o Estado amplia o cuidado integral e humanizado, alinhado às diretrizes do SUS.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Escola de Saúde Pública de MT fortalece monitoramento de ações de Educação Permanente no SUS

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A Escola de Saúde Pública (ESP-MT), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), realizou, de terça a quinta-feira (6 a 8.10), uma qualificação em monitoramento e avaliação em Educação Permanente em Saúde para 70 profissionais da saúde de 17 municípios de Mato Grosso.

A formação tem como objetivo qualificar técnicos e gestores para construir indicadores, monitorar processos e avaliar resultados das ações educativas no Sistema Único de Saúde (SUS), fortalecendo a tomada de decisão e a melhoria contínua.

Eles atuam diretamente na gestão da Educação Permanente em Saúde, nas Comissões de Integração Ensino-Serviço (CIES), Escritórios Regionais de Saúde e Secretarias Municipais de Saúde.

Foram qualificados trabalhadores de Cuiabá (35), Cáceres (5), Alta Floresta (4), Rondonópolis (4), Colíder (3), Várzea Grande (3), Diamantino (2), Juína (2), Peixoto de Azevedo (2), Sinop (2), Sorriso (2), Água Boa (1), Barra do Garças (1), Canarana (1), Confresa (1), Juara (1) e Porto Alegre do Norte (1).

Segundo a superintendente da Escola de Saúde Pública, Silvia Tomaz, a ação mostra a capilaridade da qualificação.

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“Tivemos uma adesão muito positiva: 70 trabalhadores de 17 municípios diferentes. Isso mostra que o monitoramento e a avaliação da EPS são necessidades reais dos territórios. Não basta fazer a formação, precisamos avaliar se ela está melhorando o cuidado no SUS”, destaca.

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Fonte: Governo MT – MT

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