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Preço da arroba do boi gordo sobe 1,62% em Mato Grosso com menor oferta de fêmeas, aponta IMEA

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Os preços da arroba do boi gordo registraram alta de 1,62% na última semana em Mato Grosso, segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA). O valor médio da arroba atingiu R$ 300,74, impulsionado principalmente pela redução na oferta de fêmeas para abate.

Escalas de abate mais longas indicam menor oferta de animais

De acordo com o levantamento do IMEA, as escalas de abate das indústrias frigoríficas mato-grossenses ficaram em 14,48 dias úteis na semana passada, representando um aumento de 3,13% em relação à semana anterior.

O avanço reflete a menor disponibilidade de bovinos prontos para abate, cenário que tem sustentado as cotações no estado.

Relação de troca entre boi gordo e bezerro recua em 2025

Com a valorização do boi gordo e a elevação ainda mais expressiva no preço do bezerro, a relação de troca entre boi gordo e bezerro de ano caiu para 1,88 cabeça por cabeça em outubro de 2025, ante 2,03 cabeça por cabeça no mesmo período de 2024.

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Segundo o IMEA, essa variação demonstra que o bezerro se valorizou mais rapidamente do que o boi gordo, o que tem reduzido o poder de compra de recriadores e invernistas.

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Bezerro acumula alta de quase 17% em um ano

No comparativo anual, o preço do bezerro subiu de R$ 11,33/kg para R$ 13,24/kg, representando alta de 16,85%. Já a arroba do boi gordo avançou 8,17% no mesmo intervalo.

Essa diferença de valorização elevou o custo de reposição, tornando o negócio mais favorável à cria e menos vantajoso para recria e engorda.

Tendência de curto prazo indica valorização moderada

Para o curto prazo, o IMEA projeta que a oferta limitada de bovinos de reposição continuará pressionando os preços do bezerro para cima.

Entretanto, a valorização do boi gordo deve ser mais moderada, uma vez que ainda há grande volume de fêmeas terminadas disponíveis no mercado, o que tende a manter a relação de troca em patamares baixos.

Relatório completo

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pescado na mesa, saúde no prato: lançamento da Semana do Pescado

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De 1º a 15 de setembro será realizada a Semana do Pescado 2026. Criada em 2003 pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), a iniciativa se firma como uma forma de incentivar o consumo de peixes, crustáceos e moluscos em todo o Brasil. Também tem o objetivo de valorizar o empreendedorismo pesqueiro. 

“Nós precisamos universalizar o consumo do pescado no Brasil. O setor produtivo está muito organizado. São pescadores, armadores, feiras e empresas que envolvem essa cadeia. O pescado brasileiro precisa estar na nossa mesa. Que a nossa população possa consumir o pescado que é altamente nutritivo”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo. 

A Campanha propõe que as pessoas criem o hábito de incluir o consumo do pescado ao menos uma vez por semana. A mobilização envolve as entidades: Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional do Comércio (CNC), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Associação Brasileira de Fomento ao Pescado (Abrapes), Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP) e Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC). 

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Pilares da Campanha:

– Saúde: foco técnico no bem-estar e nutrição;

– Curiosidade: descoberta de novas espécies e preparos.

– Prazer: a gastronomia como experiência de celebração e

– Hábito: consistência na rotina alimentar brasileira.

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Segundo o Painel Unificado do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), no Brasil, há 1.776.366 pescadores, 35.442 aquicultores, 4.018 armadores, 1.069 empresas pesqueiras e 25.533 embarcações de pesca.

 

Ana Célia Costa

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Ministério da Pesca e Aquicultura 

[email protected] 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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