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RTRS 2026 reúne líderes globais em Amsterdã para debater o futuro da soja responsável e sustentabilidade na cadeia produtiva

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Conferência global da soja responsável será realizada em setembro de 2026

A cadeia global da soja se prepara para um dos seus principais eventos estratégicos de 2026. Nos dias 3 e 4 de setembro, a Conferência Internacional da Mesa Redonda da Soja Responsável (RTRS) reunirá lideranças do setor produtivo, empresas, sociedade civil e especialistas em Amsterdã, nos Países Baixos.

O encontro será realizado no Hilton Amsterdam Airport Schiphol e marcará os 20 anos de atuação da RTRS, organização que promove práticas sustentáveis e responsáveis na cadeia global da soja.

RTRS celebra 20 anos e reforça compromisso com cadeias sustentáveis

Com o tema “RTRS – 20 anos de impacto: juntos liderando o caminho para um mundo mais sustentável”, a edição de 2026 terá caráter comemorativo e estratégico.

Ao longo de duas décadas, a RTRS se consolidou como uma plataforma multissetorial voltada à promoção de cadeias de abastecimento mais transparentes, sustentáveis e socialmente responsáveis, conectando produtores, indústrias e consumidores em torno de padrões globais de produção.

Segundo a diretora-executiva da organização, Marina Muscolo, o compromisso com a sustentabilidade depende de construção coletiva.

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“A responsabilidade é uma construção conjunta, capaz de gerar impactos positivos reais para as pessoas, o meio ambiente e toda a cadeia de abastecimento”, destacou.

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Evento discutirá rastreabilidade, regulamentação e futuro da soja sustentável

A conferência deve reunir debates sobre temas centrais para o futuro do setor, incluindo:

  • Regulamentações internacionais de sustentabilidade
  • Rastreabilidade da cadeia da soja
  • Abastecimento responsável e cadeias livres de desmatamento
  • Transparência nas cadeias de suprimento
  • Tendências de mercado e exigências globais
  • Caminhos para a produção sustentável nos próximos anos

A proposta é transformar o evento em um ambiente de troca técnica e construção de soluções, reunindo diferentes visões do setor.

De acordo com a organização, o encontro também será uma oportunidade para ampliar o diálogo entre líderes globais e tomadores de decisão.

Amsterdã reforça posição estratégica na cadeia global da soja

Após a edição realizada em São Paulo, a conferência retorna à Europa, seguindo a estratégia da RTRS de alternar os eventos entre regiões produtoras e mercados consumidores.

Os Países Baixos foram escolhidos por sua relevância no comércio internacional de soja sustentável, além de concentrar um dos maiores números de membros da RTRS na Europa e desempenhar papel importante nas operações logísticas do setor.

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A cidade de Amsterdã também oferece infraestrutura estratégica para o evento. O local escolhido, próximo ao aeroporto internacional Schiphol e com fácil acesso ao centro da cidade, foi definido para facilitar a mobilidade e o networking entre participantes de diferentes países.

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Inscrições abertas para a Conferência RTRS 2026

As inscrições para a Conferência Internacional RTRS 2026 já estão abertas. A organização oferece 15% de desconto para inscrições antecipadas realizadas até 10 de agosto.

Também seguem abertas as oportunidades para patrocinadores interessados em participar do encontro, considerado um dos principais fóruns globais sobre sustentabilidade na cadeia da soja.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

AGRONEGÓCIO

Mapa instala armadilha em Taubaté para monitorar ocorrência de praga em palmeiras

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) instalou, na semana passada, uma armadilha em uma área da Universidade de Taubaté (Unitau), no interior de São Paulo. A ação tem como objetivo verificar a presença ou ausência da praga Rhynchophorus ferrugineus, conhecida como bicudo-vermelho-das-palmeiras.

A espécie ainda não foi registrada oficialmente no Brasil e é classificada como praga quarentenária ausente. No entanto, há suspeitas de que possa ter sido introduzida no país.

A instalação foi realizada pelo Departamento de Sanidade Vegetal (DSV) da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa, com apoio das unidades regionais do ministério em Guaratinguetá e São José do Rio Preto. O Departamento de Agronomia da Unitau também acompanha os trabalhos.

A armadilha utiliza atrativos sexual e alimentar para capturar possíveis exemplares da praga. O local foi escolhido por oferecer condições adequadas de segurança e pela presença de plantas hospedeiras. O dispositivo permanecerá no local por três meses, período correspondente à durabilidade da isca atrativa. O monitoramento será realizado semanalmente.

O bicudo-vermelho-das-palmeiras pode atacar culturas de importância econômica, como coqueiros, dendezeiros e tamareiras. As larvas escavam galerias no interior do estipe (tronco) e atingem o meristema apical, responsável pelo crescimento da planta. Os danos comprometem a formação de novas folhas e podem levar à morte da palmeira.

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Caso surjam novas suspeitas, outras armadilhas poderão ser instaladas em diferentes localidades do estado. Paralelamente, o DSV trabalha na elaboração de um plano de contingência para viabilizar o monitoramento em larga escala e a adoção de medidas de controle em caso de detecção oficial da praga.

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Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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