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BRASIL

Com terminais modernizados, cruzeiros movimentam a costa brasileira na temporada 2025/2026

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A temporada de cruzeiros 2025/2026 já tomou conta do litoral brasileiro. Desde outubro, navios voltaram a atracar em diferentes regiões do país, levando milhares de passageiros a destinos que combinam lazer, cultura e paisagens naturais. Até abril de 2026, a movimentação segue intensa, conectando cidades, fortalecendo economias locais e consolidando o Brasil como um importante mercado para a indústria global de cruzeiros.

Ao longo de quase seis meses, mais de 160 roteiros percorrem a costa brasileira, com centenas de escalas em destinos turísticos e portos estratégicos. Santos, Rio de Janeiro, Salvador, Maceió, Itajaí e Balneário Camboriú concentram operações de embarque e desembarque, enquanto cidades como Angra dos Reis, Búzios, Ilhabela, Ilhéus, Porto Belo e Recife recebem visitantes em escalas que impulsionam o comércio, os serviços e a economia local. A temporada também inclui paradas internacionais, conectando o Brasil a outros destinos da América do Sul.

Modernização
Para receber um número cada vez maior de cruzeiristas, e oferecer uma experiência mais confortável e eficiente aos passageiros, os portos brasileiros vêm passando por um processo contínuo de modernização. Sob a coordenação do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), as melhorias nos terminais priorizam conforto, segurança e eficiência operacional, além de fortalecer a integração entre as áreas portuárias e as cidades que recebem os navios.

Além das concessões promovidas pelo MPor, a agenda do Ministério inclui autorizações de novos terminais privados e ajustes contratuais que, juntos, representam R$ 5,81 bilhões em investimentos privados no setor portuário apenas em 2025. Os aportes reforçam a atratividade do Brasil para novos investimentos e consolidam uma estratégia de longo prazo voltada à modernização da infraestrutura, à qualificação dos terminais de passageiros e ao fortalecimento do turismo marítimo no país.

“O turismo de cruzeiros cresce quando há planejamento, investimentos e segurança regulatória. Nosso trabalho é preparar os portos brasileiros para oferecer estruturas modernas, eficientes e integradas às cidades, gerando desenvolvimento e oportunidades”, afirmou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

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Os resultados desse movimento já são reais. Em 2025, o sistema portuário nacional manteve uma trajetória consistente de crescimento, com 1,16 bilhão de toneladas movimentadas entre janeiro e outubro, confirmando sua capacidade de atender tanto às demandas da logística de cargas quanto ao transporte de passageiros. No mesmo período, a agenda conduzida pelo MPor viabilizou a realização de oito leilões portuários, que somam R$ 10,3 bilhões em investimentos distribuídos por diferentes regiões do país. Entre os empreendimentos contemplados, o Terminal Marítimo de Passageiros de Maceió (AL) recebeu novos aportes privados voltados à modernização da estrutura e à ampliação da capacidade de atendimento.

Esse ciclo de investimentos também se reflete em terminais já em operação. O Porto do Recife é um dos exemplos, com escalas regulares de navios ao longo da temporada e impacto direto na economia local. Integrado à carteira de projetos estruturados pelo MPor, o terminal está incluído no primeiro bloco de leilões previstos para 2026, assegurando a continuidade das melhorias na infraestrutura dedicada aos cruzeiros e ao fortalecimento do turismo marítimo no país.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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BRASIL

MME abre consulta pública sobre metas do RenovaBio para o período de 2027 a 2036

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O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta terça-feira (15/9), a Consulta Pública nº 232/2026, para receber contribuições sobre as metas anuais de redução de emissões de gases de efeito estufa do RenovaBio para o período de 2027 a 2036. A consulta ficará aberta por 45 dias e integra o oitavo ciclo de definição das metas da Política Nacional de Biocombustíveis.

A proposta prevê uma trajetória de descarbonização do setor de combustíveis que poderá alcançar, em 2036, redução de 12,1% da intensidade de carbono na matriz de combustíveis brasileira em relação ao nível registrado em 2018. As metas orientam o mercado de Créditos de Descarbonização (CBIOs) e reforçam o papel dos biocombustíveis na transição para uma matriz energética de menor intensidade de carbono.

Para subsidiar as contribuições da sociedade, o MME disponibilizou o Relatório de Análise de Impacto Regulatório (AIR), as modelagens utilizadas para a construção das metas, planilhas e memórias de cálculo, a estimativa de emissão de CBIOs para 2027 e a proposta de metas para o decênio. A análise considera fatores como oferta de combustíveis, previsibilidade do mercado de CBIOs, equilíbrio do programa e proteção dos interesses do consumidor.
As contribuições podem ser enviadas até 29 de outubro pelo Portal de Consultas Públicas do MME.

Entenda os ciclos do RenovaBio
As metas nacionais do RenovaBio são estabelecidas para períodos de dez anos e atualizadas em ciclos sucessivos, permitindo incorporar novas projeções sobre o mercado de combustíveis, a oferta de biocombustíveis e a evolução da intensidade de carbono na matriz energética do país.

A partir das metas nacionais, são definidas anualmente metas individuais para os distribuidores de combustíveis, considerando a participação de cada empresa no mercado de combustíveis fósseis. O cumprimento ocorre por meio da aquisição e aposentadoria de CBIOs, sendo que cada crédito corresponde a uma tonelada de dióxido de carbono equivalente evitada. 

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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