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BRASIL

MJSP reforça cooperação entre União, estados e municípios em seminário sobre fortalecimento do Susp

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Natal, 29/6/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) participou, na sexta-feira (26), do seminário Diálogos Federativos: Sistema Único de Segurança Pública – Caminhos para o Fortalecimento da Cooperação Federativa, realizado em Natal (RN). O encontro reuniu representantes do Governo Federal, dos estados e dos municípios para discutir o fortalecimento do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e da atuação integrada no enfrentamento à criminalidade e ao feminicídio.

Participaram do evento o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas; a ministra das Mulheres, Márcia Lopes; a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra; e a primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva. Na ocasião, o estado do Rio Grande do Norte aderiu ao Pacto Brasil Contra o Feminicídio.

Durante o seminário, Chico Lucas destacou que a integração entre os diferentes níveis de governo é essencial para ampliar a efetividade das políticas públicas de segurança e consolidar os resultados alcançados.

“Há grandes desafios relacionados à violência que exigem a atuação conjunta da União, dos estados e dos municípios. Estamos aqui para fortalecer esse diálogo federativo, reconhecendo o importante trabalho desenvolvido pelas forças de segurança do Rio Grande do Norte. O estado apresentou uma expressiva redução dos crimes violentos, especialmente na Região Metropolitana de Natal, e soube aplicar de forma eficiente os recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública”, disse.

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O secretário complementou enfatizando a inauguração da Cavalaria, resultado da parceria entre o Governo Federal e o Estado. “Essa união precisa ser cada vez mais fortalecida para que possamos combater, de fato, a criminalidade”, afirmou.

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Conselho da Federação

O seminário integra a agenda do Conselho da Federação, criado pelo Governo Federal para fortalecer o diálogo entre a União, os estados e os municípios na construção de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do País e à redução das desigualdades.

Ao longo de 2026, os Diálogos Federativos vêm promovendo debates que subsidiarão a elaboração do documento Pilares para o Aperfeiçoamento do Pacto Federativo, que orientará a atuação do colegiado no período de 2027 a 2030.

Realizado em parceria entre a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Governo do Rio Grande do Norte e a Associação Brasileira de Municípios (ABM), com apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o evento teve como foco o fortalecimento da cooperação federativa no âmbito do Susp.

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A programação também destacou a importância da integração entre as instituições públicas para o enfrentamento ao feminicídio, em consonância com o Pacto Brasil Contra o Feminicídio.

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

BRASIL

Brasil avança na eficiência energética com primeira regulamentação para lâmpadas e luminárias LED

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O Brasil deu um importante passo rumo à modernização do setor de iluminação e à promoção do uso racional de energia. O Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética (CGIEE), presidido pelo Ministério de Minas e Energia (MME), publicou a primeira regulamentação nacional que estabelece índices mínimos de eficiência energética para lâmpadas e luminárias com tecnologia LED.

De acordo com estimativas técnicas, a regulamentação pode gerar uma economia acumulada entre 283 e 432 TWh até 2040, contribuindo de maneira relevante para a redução do consumo energético no país. Esse volume de energia seria suficiente para abastecer cerca de 14 milhões de residências no mesmo período.

Para o ministro Alexandre Silveira, essa nova regulamentação reafirma o compromisso do Brasil com a eficiência energética, a inovação tecnológica e a sustentabilidade. “Ao estabelecer padrões mínimos de desempenho para produtos LED, a regulamentação da eficiência energética fortalece a transição energética brasileira ao promover um mercado mais moderno, competitivo e alinhado às melhores práticas internacionais, estimulando a inovação, reduzindo os custos de energia para as famílias, aumentando a eficiência no uso dos recursos energéticos e contribuindo para o desenvolvimento sustentável do país”, afirmou o ministro. 

Os produtos que não atenderem aos índices mínimos estabelecidos pela resolução poderão permanecer no mercado durante o período de transição previsto. Comerciantes terão prazo de três anos na Etapa 1 e de cinco anos na Etapa 2, contados a partir da publicação da norma, para realizar o giro dos estoques. Esse período foi definido para assegurar tempo suficiente para a comercialização dos produtos existentes ou sua retirada de circulação, promovendo uma adequação gradual às novas exigências regulatórias. 

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As tecnologias LED são amplamente reconhecidas por sua elevada eficiência energética, uma vez que demandam menor consumo de eletricidade para produzir a mesma quantidade de iluminação quando comparadas às tecnologias convencionais. Além disso, apresentam vida útil significativamente superior, reduzindo custos relacionados à manutenção, reposição e descarte de materiais.

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A nova regulamentação reforça os compromissos estabelecidos pela Política Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia e tem como objetivo assegurar que os produtos comercializados no mercado nacional atendam a padrões mínimos de desempenho energético e qualidade. Atualmente, a ausência de critérios mais rigorosos favorece a entrada de produtos menos eficientes, muitos dos quais já são considerados tecnologicamente ultrapassados em mercados internacionais que adotam requisitos mais avançados.

Ao estabelecer índices mínimos de eficiência para lâmpadas e luminárias LED, a medida promove a modernização do mercado, amplia a oferta de produtos mais eficientes e sustentáveis e fortalece a competitividade tecnológica do setor. A transição para equipamentos de maior eficiência energética gera benefícios diretos aos consumidores, reduzindo despesas com energia elétrica, e contribui para minimizar os impactos da expansão da demanda sobre os custos de investimento e operação do sistema elétrico.

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A iniciativa também assume relevância estratégica diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas. Eventos extremos, como ondas de calor cada vez mais frequentes, tendem a elevar o consumo de energia e a pressionar a infraestrutura elétrica nacional. Nesse cenário, a adoção de equipamentos mais eficientes contribui para reduzir desperdícios, evitar emissões desnecessárias de dióxido de carbono (CO₂) e fortalecer a segurança energética. 

Com a implementação da regulamentação, o Brasil avança em sua agenda de transição energética, estimulando a oferta e o uso de tecnologias mais sustentáveis e competitivas, em benefício da sociedade e do desenvolvimento econômico do país. 

Para mais informações, os interessados podem consultar o nosso FAQ.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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