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EDUCAÇÃO

MEC lança curso sobre direitos humanos e práticas midiáticas

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O Ministério da Educação (MEC) lançou o “Curso de Aperfeiçoamento em Educação em Direitos Humanos, Diversidades e Educação Midiática: práticas com a escola”. A formação visa ampliar o diálogo entre educação em direitos humanos, diversidades e educação midiática a partir de experiências práticas voltadas ao cotidiano escolar. As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de junho, por meio do portal do Centro de Educação a Distância (CEaD) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

Para o coordenador-geral de Políticas Educacionais em Direitos Humanos da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), Erasto Fortes Mendonça, a formação continuada é o principal caminho para instrumentalizar os educadores diante das diferentes realidades do nosso país. “O chão da escola é dinâmico e, hoje, é atravessado pelas telas e pelo ambiente digital. Associar os direitos humanos à educação midiática, nesta terceira edição do curso, é uma resposta urgente para que possamos enfrentar fenômenos como o discurso de ódio e a desinformação, transformando a teoria em práticas pedagógicas em busca da convivência democrática e do acolhimento dentro das salas de aula”, afirma.  

O curso é gratuito, totalmente on-line e com certificação de 225 horas. As vagas são destinadas, prioritariamente, a professores e profissionais da educação básica com vínculo formal escolar. Contudo, demais interessados também poderão participar em caso de vagas remanescentes. 

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A formação está organizada em uma unidade geral e cinco unidades temáticas voltadas à construção de experiências formativas, propostas prático-pedagógicas e dinâmicas inspiradoras para desenvolvimento de ações junto à comunidade escolar. Entre os temas abordados estão educação midiática, direitos das crianças e adolescentes no ambiente digital, comunicação não violenta, diversidade sexual e de gênero, migrações internacionais no cotidiano escolar e enfrentamento à desinformação.  

Ao longo do curso, os participantes terão acesso a videoaulas, textos-base, fóruns de discussão, atividades avaliativas, materiais complementares e sugestões de dinâmicas inspiradoras para desenvolvimento de ações junto à comunidade escolar.   

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A formação é ofertada pela UFU, em parceria com a Secadi, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), a Universidade de Brasília (UnB) e o Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM) – Campus Uberlândia.  

Contexto – A iniciativa integra o projeto de Educação em Direitos Humanos da UFU e já formou milhares de profissionais em todo o país. Na segunda edição, realizada em 2025, o curso registrou 14.169 pessoas interessadas, dos quais 7.778 cursistas se matricularam com documentação validada. Ao final da formação, 6.528 participantes foram aprovados, representando um crescimento de 20,6% no número de concluintes em relação à primeira edição, realizada em 2024. O índice de aprovação da segunda edição foi superior a 83%, evidenciando o alcance e o engajamento dos cursistas ao longo da formação. 

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Os cursistas aprovados estão distribuídos em 1.604 municípios brasileiros, alcançando todos os estados da Federação, além de 692 novos municípios contemplados pela primeira vez na edição de 2025. Entre os participantes estavam professores da Educação Básica, coordenadores pedagógicos, profissionais da assistência social e da saúde, conselheiros municipais, técnicos de secretarias de educação, jornalistas e pesquisadores do ensino superior.  

A ideia do curso surge em um contexto de ampliação dos debates sobre educação midiática, direitos humanos e convivência democrática nas escolas brasileiras, buscando fortalecer práticas pedagógicas capazes de lidar com fenômenos como desinformação, violências simbólicas, discursos de ódio e hiperexposição digital no ambiente educacional. A terceira edição pretende, portanto, ampliar ainda mais esse alcance nacional, fortalecendo práticas educativas voltadas à promoção dos direitos humanos, ao enfrentamento da desinformação e à valorização das diversidades nos espaços escolares.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi e da UFU 

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Fonte: Ministério da Educação

EDUCAÇÃO

MEC abre inscrições para edital de economia solidária

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O Ministério da Educação (MEC) abriu, nesta terça-feira, 23 de junho, as inscrições para o edital de seleção de projetos de Incubadoras Tecnológicas de Economia Solidária com investimento de R$ 3 milhões para apoiar e estruturar empreendimentos coletivos geridos pela Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, como associações produtivas e cooperativas de base comunitária. Os interessados têm até o dia 2 de agosto para submeter as propostas, pelo portal do Instituto Federal de São Paulo (IFSP).  

O secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marcelo Bregagnoli, destacou a importância de unir a excelência técnica ao desenvolvimento social. “O MEC trabalha firmemente na indissociabilidade entre educação e prática social para a formação crítica e cidadã. O objetivo principal é utilizar a inovação, o empreendedorismo e a sustentabilidade como estratégias de acesso, permanência e êxito dos estudantes, reduzindo as desigualdades e gerando inclusão real nos territórios”, afirmou.  

O edital é realizado em parceria com o IFSP e conta com o apoio do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio do Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas Populares (Proninc). Segundo o diretor de Formação e Pesquisa da Secretaria Nacional de Economia Popular e Solidária do MTE, Sérgio Godoy, a retomada do Proninc, a reinstalação do Comitê Gestor, o envolvimento da sociedade civil, juntamente com esses editais, representa uma decisão de governo de fortalecer as incubadoras de economia solidária. É muito importante esse protagonismo da Setec [Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica] do MEC para consolidar a relação entre economia solidária, ensino, pesquisa e extensão na Rede Federal, disse. 

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Como funciona Para garantir uma estruturação perene e sustentável, o desenvolvimento dos projetos ocorrerá em três fases consecutivas e interdependentes. A primeira etapa focará na capacitação metodológica e técnica de dez incubadoras, garantindo que pelo menos uma instituição de cada região do Brasil seja contemplada.  

Na sequência, a segunda fase fará o atendimento e a pré-incubação de até 20 Empreendimentos de Economia Solidária (EES) por quatro meses, com o limite de dois projetos por incubadora.  

Por fim, a terceira fase consistirá no processo de incubação e no acompanhamento desses empreendimentos ao longo de um ano. Cada proposta selecionada receberá suporte financeiro para o pagamento de auxílios mensais à equipe executora e R$ 15 mil para aquisição de equipamentos. Os empreendimentos também receberão investimento para aquisição de equipamentos e apoio à equipe. 

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Em relação aos requisitos de participação, a submissão das propostas deve ser realizada por um servidor ativo do quadro de pessoal da Rede Federal, com nível superior, que assumirá a coordenaçãogeral.  

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Requisitos As instituições proponentes também precisam comprovar a disponibilidade de espaço físico adequado, dotado de salas de reunião e conexão à internet, para o atendimento presencial. Além disso, as incubadoras devem estar cadastradas na plataforma Rede Integra até o prazo final de envio, e os empreendimentos atendidos precisam constar no Cadastro de Empreendimentos Econômicos Solidários (Cadsol). 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Setec 

Fonte: Ministério da Educação

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