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MATO GROSSO

Polícia Civil prende cabeleireiro por maus-tratos a animais em Vila Rica

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A Polícia Civil prendeu, nesta sexta-feira (7.11), um cabeleireiro, de 23 anos, após um cão ser encontrado em sua casa, em Vila Rica, em estado de maus-tratos.

O caso foi descoberto após a Delegacia de Vila Rica receber uma denúncia informando que havia um imóvel na cidade com cães deixados a semana toda sem água e alimento, resultando, inclusive na morte de alguns animais.

Diante da denúncia, uma equipe de policiais civis foram até o endereço da denúncia e constataram que havia três imóveis no lote, sendo que em dois havia um animal em casa.

Na casa da frente foi localizado um cão de pequeno porte apresentando infestação de carrapatos e pulgas. Também havia fezes espalhadas pelo corredor, odor intenso de urina e um rato morto próximo ao local que o cachorro descansava.

As vasilhas de comida e água do cachorro estavam vazias, em péssimo estado de conservação, sujas e com acúmulo de resíduos, indicando falta de manutenção e cuidados básicos com o animal.

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Além disso, foi apreendido um frasco contendo uma substância química não identificada, que será encaminhada à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Enquanto os policiais estavam na casa, o morador chegou e foi questionado sobre a denúncia. Ele admitiu que havia deixado de cuidar da casa e dos animais, pois estava sem tempo, e que tinha três cachorros, um da raça pitbull, que havia sido furtado, uma que ele havia adotado após ter sido abandonada, mas soltou por não estar conseguindo cuidar de seus cães, e o animal encontrado no local.

Durante a abordagem, o investigado se alterou e precisou ser algemado. Ele foi levado para a delegacia e autuado em flagrante por maus-tratos a animais domésticos.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

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Veja a Representação

Fonte: Política

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