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SAÚDE

Ministério da Saúde realiza diagnóstico nacional para otimizar serviços de laboratórios públicos

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O Ministério da Saúde (MS) atua em ações diversas para o fortalecimento da Rede de Laboratórios de Saúde Pública do Brasil, com atenção dedicada aos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACEN) e Laboratórios de Fronteira (LAFRON), para atender à regionalização – um dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). As localidades são avaliadas em suas necessidades específicas no que diz respeito à segurança, prevenção e ao combate a doenças.

No contexto da Missão Protect – que tem como finalidade detectar patógenos emergentes e reemergentes por meio de métodos laboratoriais moleculares e sequenciamento genômico – o MS e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) realizaram, no mês de julho, visitas técnicas aos estados contemplados. A missão reúne iniciativas de proteção da saúde para resposta a pandemias e segurança dos pacientes.

A vigilância laboratorial da Missão Protect está alinhada à Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS), que descreve as ações laboratoriais como transversais e essenciais no processo de trabalho da Vigilância em Saúde. Enquanto os Lacen realizam o diagnóstico oportuno para promover o controle epidemiológico e sanitário, os Lafron são unidades especializadas situadas em regiões de divisa com outros países, para diagnóstico e monitoramento de doenças.

Segundo a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Mariângela Simão, realizar o diagnóstico dos serviços laboratoriais públicos do País é essencial, principalmente após a pandemia da Covid-19. “A pandemia de SARS-CoV-2 expôs várias fragilidades nacionais e internacionais com as quais devemos aprender. Nos move o interesse comum: proteger os brasileiros e brasileiras e, também, as pessoas de fora que são bem-vindas no nosso País. Os gestores, quer seja na esfera municipal, estadual ou federal devem ter um ambiente fortalecido para possibilitar que o Brasil identifique qualquer ameaça à saúde”, enfatizou.

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Reunião Nacional

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Realizada na manhã desta segunda-feira (1) na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), em Brasília (DF), a “Reunião nacional para avaliação e otimização da Rede de Laboratórios de Saúde Pública no contexto do Projeto Protect” recebeu gestores, médicos, biomédicos, enfermeiros e biólogos que atuam em nas unidades dos Lacen e Lafron nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Rondônia, Roraima e Rio Grande do Sul.

O objetivo do encontro, que acontece até terça-feira (2), é apresentar o diagnóstico situacional dos Laboratórios de Saúde Pública, com base nas visitas técnicas realizadas, definir o escopo de análises moleculares a serem implementadas nos laboratórios participantes, além de promover a troca de experiências com os Laboratórios de Fronteira.

Compuseram a mesa de abertura do encontro, a secretária da SVSA/MS, Mariângela Simão; a coordenadora da Iniciativa de Imunização da OPAS no Brasil, Lely Guzman, e o analista técnico do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Alexandre Chagas. Para Guzman, é primordial contribuir com a formação dos gestores que atuam nos laboratórios: “vocês são nossos parceiros e estão à frente de um trabalho muito desafiador. Promover uma só saúde também depende dos laboratórios, então vocês são a peça-chave, o ‘diagnóstico ouro’ para alcançarmos esse desafio”, explicou.

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Projeto Protect

O projeto “Protect – Otimização da Resposta a Pandemias por meio de Comunidades e Territórios Engajados na Bacia Amazônica” é uma iniciativa lançada pela OPAS/OMS com financiamento do Banco Mundial, no qual a rede de laboratórios de saúde pública é desenvolvida sob a abordagem da “Saúde Única”, com foco na interconexão entre a saúde humana, animal e ambiental para a vigilância e alerta precoce de doenças zoonóticas. A preparação e antecipação de problemas contra pandemias é um dos destaques do trabalho. O projeto visa integrar os laboratórios e os esforços em sistemas de alerta eficazes, impulsionando a cooperação e a coordenação entre países e setores para uma resposta mais abrangente e sustentável a ameaças à saúde pública. 

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Os estados contemplados serão apoiados com capacitações voltadas à gestão de amostras e transporte de material biológico, alinhadas à legislação nacional e padrões internacionais, bem como ao diagnóstico molecular, sequenciamento genômico e análise bioinformática, conforme as demandas locais identificadas.

Por Suellen Siqueira
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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SAÚDE

Representante do Ministério da Saúde vistoria veículos de transporte sanitário na Paraíba

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O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), Felipe Proenço, participou nesta quarta-feira (9) da vistoria de veículos de transporte sanitário destinados ao estado da Paraíba. A atividade ocorreu no campus da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa.

As 7 ambulâncias do Tipo A entregues beneficiarão diretamente 48 mil habitantes de sete municípios paraibanos, além de impactar indiretamente as macrorregiões de saúde em que estão inseridos. A iniciativa reforça a garantia de deslocamento para exames, consultas e tratamentos especializados no estado. Os veículos integram a frente Caminhos da Saúde, inserida no programa Agora Tem Especialistas, e representam um investimento federal de R$ 1,92 milhão por meio do Novo PAC Saúde.

Os municípios paraibanos contemplados com a entrega das ambulâncias Tipo A (Cota Geral) são Água Branca, Desterro, Frei Martinho, Juru, Manaíra, São João do Tigre e Tenório, que também auxiliarão na oferta de transporte para pacientes de municípios vizinhos.

“Essas ambulâncias buscam providenciar esse deslocamento da pessoa que precisa de um tratamento na área renal, na área de oncologia, que possa fazer esse deslocamento com mais conforto, mais dignidade e suporte também do Ministério da Saúde para esse tipo de deslocamento. É por isso que essas ambulâncias já vêm equipadas, já vem também com o que é solicitado pelos municípios”, explica Proenço.  

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“São estudos que o Ministério da Saúde fez para avaliar qual que era a necessidade dos municípios, onde estavam as maiores distâncias, para que a gente possa reduzir então essas distâncias e o tempo de espera”, complementa o secretário.

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No estado da Paraíba, o Novo PAC Saúde selecionou 1.241 novos empreendimentos, somando um investimento direto de mais de R$ 941,29 milhões em obras, equipamentos e novos veículos.

Fonte: Ministério da Saúde

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