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Turismo corporativo no Brasil bate recorde histórico e fatura R$ 4,87 bilhões no 1º quadrimestre

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O faturamento do turismo corporativo no Brasil bateu recorde nos quatros primeiros meses deste ano e atingiu o maior valor da série histórica para o período. De janeiro a abril deste ano, o turismo de negócios alcançou o valor de R$ 4,87 bilhões, um aumento de 12,38% com relação ao mesmo período do ano passado, quando o faturamento atingiu R$ 4,33 bilhões.

É o maior faturamento registrado desde o início da série histórica, iniciada em 2022, pela Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp).

Analisando só o mês de abril de 2026, o faturamento subiu 12%, atingindo o valor de R$ 1,29 bilhão. No mesmo mês do ano passado, o montante chegou a R$ 1,15 bilhão.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, comemorou mais um resultado positivo no setor, que vem registrando sucessivas altas em 2026. “O turismo corporativo reflete os outros bons números que o segmento, como um todo, tem contabilizado. Reuniões de negócios, feiras, congressos e convenções movimentam as economias locais, geram emprego e renda à população”, celebrou o ministro.

O principal destaque do acumulado de 2026 é o segmento de serviços aéreos, que movimentou R$ 2,93 bilhões, com crescimento de 16,1% sobre o mesmo período do ano passado. Na sequência aparece o setor de hotéis, com faturamento de R$ 1,4 bilhão e crescimento de 7,15%. 

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No recorte exclusivo de abril, o setor aéreo registrou alta de 15,3% na comparação com o mesmo mês de 2025, totalizando R$ 773 milhões. O setor hoteleiro também registrou avanço, de 5%, atingindo o valor de R$ 371 milhões no mês

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Para a Abracorp, o desempenho positivo de abril mostra a resiliência do setor mesmo diante de desafios no cenário internacional. “Após um março histórico, o setor aguardava esse resultado com uma certa preocupação, pois abril teve algumas particularidades, como o número de feriados e o aquecimento dos conflitos internacionais, por exemplo. Mantivemos o ritmo, mesmo assim”, avaliou Douglas Fernandes de Camargo, diretor executivo da associação.

China no radar

O turismo corporativo tende a ganhar ainda mais impulso com a aproximação do Brasil com a China, principal parceiro comercial do país. Ao longo desta semana, o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, cumpriu uma extensa programação de compromissos institucionais na nação asiática para promover o Brasil e estreitar laços econômicos.

Feliciano já se reuniu com representantes da Associação das Agências de Viagem da China, que congrega mais de três mil filiadas; com a China Eastern, uma das três maiores empresas aéreas estatais chinesas; e com a CTrip, uma das principais plataformas digitais de viagem do mundo.

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A agenda ocorre em um momento estratégico, no qual o Brasil dispensou a exigência de visto de entrada para cidadãos chineses e quando os dois países desenvolvem o Ano Cultural Brasil-China, em alusão aos 50 anos de relações diplomáticas entre as nações, celebrados em 2024.

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O estreitamento do diálogo com os orientais já se traduz em avanços: no primeiro quadrimestre de 2026, o número de turistas chineses no Brasil cresceu 33% na comparação com o mesmo período de 2025.

Um levantamento do Ministério do Turismo, com 70 operadoras brasileiras do setor, revelou que o interesse turístico chinês se divide entre destinos tradicionais e urbanos, como Rio de Janeiro, São Paulo e Foz do Iguaçu; atrativos naturais, a exemplo da Amazônia e do Pantanal; e o mercado de luxo, com a crescente busca por experiências exclusivas.

Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

 

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Fonte: Ministério do Turismo

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Com faturamento recorde de R$ 23,9 bilhões, operadoras de turismo registram o maior valor da história em 2025

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No último ano, as operadoras de turismo do Brasil movimentaram R$ 23,9 bilhões em faturamento, o maior valor da história e um aumento de 5% em relação a 2024. Os dados, divulgados pela Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa) em parceria com o Ministério do Turismo nesta quinta-feira (28), constam no anuário de 2026 da associação.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, celebrou o recorde histórico registrado pela associação e disse que os números mostram a força do setor, um dos principais motores da economia nacional.

“O turismo gera emprego, renda e riqueza para o país. Temos registrados números incríveis neste início de ano e estamos trabalhando por mais. Os dados positivos da Braztoa revelam que o setor segue forte e se consolida como um importante motor da economia nacional”, afirmou o ministro.

O Anuário Braztoa 2026, que será divulgado na tarde desta quinta (28), revela ainda que foram registrados 9,71 milhões de embarques totais no ano passado, via operadoras – mantendo o setor em níveis historicamente elevados.

Os destinos brasileiros seguiram no centro das escolhas dos viajantes em 2025, evidenciando a força do turismo nacional e a diversidade de experiências oferecidas pelo país. Do litoral nordestino aos grandes centros urbanos, passando por destinos de natureza, cultura, entretenimento e bem-estar, o Brasil manteve protagonismo nas vendas das operadoras associadas à Braztoa, concentrando 78% do faturamento do setor (R$ 18,66 bilhões) e mais de 7,1 milhões de embarques (73% do volume total).

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No recorte nacional, o Nordeste manteve a liderança entre as regiões mais comercializadas, concentrando 39% do faturamento e 35% dos embarques. Na sequência aparecem Sudeste (29%), Sul (20%), Centro-Oeste (9%) e Norte (7%), mostrando como diferentes regiões contribuem de forma complementar para a movimentação do turismo no país.

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Ranking das cidades mais comercializadas pelas operadoras associadas à Braztoa:

  1. Maceió
  2. Rio de Janeiro
  3. São Paulo
  4. Salvador
  5. Natal
  6. Porto de Galinhas
  7. Porto Seguro
  8. Recife
  9. Fortaleza
  10. Gramado

Ranking dos Estados

  1. Bahia
  2. Pernambuco
  3. Alagoas
  4. São Paulo
  5. Rio de Janeiro
  6. Rio Grande do Sul
  7. Ceará
  8. Rio Grande do Norte
  9. Paraná
  10. Minas Gerais

O ranking das atrações mais comercializadas mostra a predominância de experiências de entretenimento, especialmente parques temáticos e aquáticos, mas também revela o interesse crescente por atrativos naturais, ícones turísticos e grandes eventos.

O ranking é composto por:

  1. Beto Carrero World (SC) 
  2. Beach Park (CE)
  3. Cataratas do Iguaçu (PR)
  4. Snowland (RS)
  5. Hot Park (GO)
  6. Parque Unipraias (SC)
  7. Blue Park Aquático (PR)
  8. Cristo Redentor (RJ)
  9. Shows musicais
  10. Eventos esportivos

No internacional, a Europa concentrou 33% dos embarques e 34% do faturamento, mantendo-se como principal mercado entre as viagens ao exterior comercializadas pelas operadoras associadas à Braztoa. América do Norte e América do Sul aparecem na sequência, ambas com 19% dos embarques.

Entre as cidades internacionais mais comercializadas, o ranking é liderado por um trio de cidades europeias:

  1. Lisboa
  2. Paris
  3. Roma
  4. Orlando
  5. Buenos Aires
  6. Santiago
  7. Punta Cana
  8. Tóquio
  9. Madri
  10. Dubai
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Destinos consolidados

A presidente executiva da Braztoa, Marina Figueiredo, diz que os rankings do Anuário Braztoa 2026 mostram a força dos destinos mais consolidados do turismo e, ao mesmo tempo, a diversidade de experiências buscadas pelos viajantes.

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“Estão presentes os grandes ícones clássicos do Brasil e do mundo, o entretenimento dos parques temáticos, eventos esportivos e musicais, além do tradicional sol e praia e das grandes cidades urbanas, com sua oferta de cultura, gastronomia e lazer. Nesse cenário, as operadoras têm um papel essencial ao renovar constantemente essas experiências, criando roteiros e combinações, inserindo novidades, realizando a curadoria e oferecendo mais praticidade, segurança e confiança ao viajante, ampliando o acesso dos brasileiros a viagens cada vez mais completas e memoráveis, no Brasil e no exterior”, afirma.

Sobre a Braztoa

A Braztoa (Associação Brasileira das Operadoras de Turismo) reúne operadoras de turismo e parceiros – de negócios e institucionais.

A entidade promove ações e parcerias de apoio à comercialização e que valorizam as atividades empresariais dos associados, representando e defendendo, também, os interesses das operadoras e do setor junto ao poder público.

Por João Alberto Pedrini
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

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Fonte: Ministério do Turismo

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