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Inscrições com desconto para o 24º Congresso Brasileiro do Agronegócio vão até 11 de julho

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O lote com valores promocionais para inscrições no 24º Congresso Brasileiro do Agronegócio (CBA) está aberto até o dia 11 de julho (sexta-feira). O evento, organizado pela Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) em parceria com a bolsa brasileira B3, será realizado em formato híbrido no dia 11 de agosto.

Tema central e formato do evento

Com o tema “Agroalianças”, o congresso reúne autoridades, líderes, empresários, pesquisadores e profissionais do setor para debater caminhos que tornem o agronegócio mais produtivo, sustentável e competitivo no cenário nacional e internacional.

Como se inscrever

Os interessados podem garantir a inscrição acessando o site oficial do evento, preenchendo a ficha cadastral e realizando o pagamento da taxa via cartão de crédito, PIX ou boleto bancário.

Programação destacada

A abertura contará com a palestra inaugural do embaixador Roberto Azevêdo, consultor da ABAG e ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), com o tema “Agroalianças e o Futuro”. O congresso também terá dois painéis principais: “Alimentos, Energias e Inovação” e “Agrobrasil com Crescimento Sustentável: Financiamento e Mercado de Capitais”, além de uma mesa redonda sobre “Transição Energética”.

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Homenagens especiais

Durante o evento, a ABAG concederá o Prêmio Ney Bittencourt de Araújo para o embaixador Alexandre Parola, reconhecendo sua contribuição ao agronegócio, e o Prêmio Norman Borlaug – Sustentabilidade à ex-Ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira.

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Mais informações e inscrições

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Custo de produção do leite sobe no Paraná com alta do milho e farelo de soja, aponta Deral

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O custo de produção da atividade leiteira voltou a subir no Paraná, pressionado principalmente pela alta dos insumos utilizados na nutrição do rebanho. A avaliação é do Deral, vinculado à Seab, em boletim conjuntural divulgado na última quinta-feira (30).

Segundo o relatório, o aumento dos custos tem reduzido o poder de compra do produtor de leite em relação a insumos estratégicos como milho e farelo de soja, elevando a pressão sobre a rentabilidade da atividade.

Relação de troca piora e encarece alimentação do rebanho

O Deral utiliza a relação de troca entre o litro de leite e a saca de milho como um dos principais indicadores de custo da produção. Em março de 2025, com o litro do leite cotado a R$ 2,81, eram necessários 27,7 litros para adquirir uma saca de milho, que estava em R$ 77,90.

No período mais recente analisado, essa relação piorou, passando para 29,4 litros por saca, evidenciando perda de poder de compra do produtor.

A pressão também é observada no farelo de soja, outro insumo essencial na alimentação animal. A relação de troca passou de 697 litros por tonelada em março de 2025 para 868 litros por tonelada atualmente, refletindo o aumento expressivo do custo nutricional da atividade.

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Nutrição animal segue como principal fator de custo

De acordo com o boletim, a alimentação do rebanho continua sendo o principal componente do custo de produção leiteira. Com a alta dos insumos, produtores enfrentam margens mais apertadas e maior necessidade de eficiência na gestão nutricional e produtiva.

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O cenário reforça a sensibilidade da atividade às oscilações do mercado de grãos, especialmente milho e soja, que têm forte impacto direto na formação do custo do litro de leite.

Importações de lácteos aumentam e pressionam mercado interno

Além dos custos de produção, o mercado de lácteos também é impactado pelo aumento das importações. Segundo o Deral, o volume importado cresceu cerca de 26% no primeiro trimestre de 2026 em comparação com o mesmo período de 2025.

Os queijos representam aproximadamente 40% desse total, indicando forte presença de produtos importados no consumo interno.

Leite em pó registra alta mesmo com restrições

O boletim também destaca o avanço das importações de leite em pó, mesmo após medidas adotadas para tentar conter a entrada do produto no país. Em março de 2026, as compras externas registraram aumento de 71% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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Esse movimento amplia a concorrência no mercado interno e adiciona pressão sobre os preços pagos ao produtor, em um cenário já marcado por custos elevados de produção.

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Setor leiteiro enfrenta desafio de equilíbrio entre custos e competitividade

Com insumos em alta e aumento das importações, a cadeia do leite enfrenta um ambiente de maior pressão competitiva. O desafio do setor passa a ser manter a viabilidade econômica da produção diante de margens mais estreitas e maior volatilidade de mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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