Pesquisar
Close this search box.

FIFA Series

Seleção Brasileira feminina estreia na FIFA Series neste sábado em Cuiabá

Publicado em

Seleção Brasileira feminina

Brasil enfrenta a Coreia do Sul às 21h30 na Arena Pantanal; rodada dupla começa à tarde com duelo entre Canadá e Zâmbia

A Seleção Brasileira feminina de futebol entra em campo na Arena Pantanal, em Cuiabá, às 21h30 deste sábado (11), para enfrentar a Coreia do Sul. A partida marca a estreia da equipe no FIFA Series, torneio intercontinental que serve de preparação para a Copa do Mundo de 2027.

O evento, gerido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), fomenta o intercâmbio técnico entre diferentes continentes. Para o torcedor mato-grossense, a competição representa a oportunidade de acompanhar atletas de elite em um formato de rodada dupla, com ingressos únicos que dão direito a dois jogos por dia e atrações culturais locais.

A programação começa antes do jogo do Brasil. Às 15h30, as seleções de Canadá e Zâmbia abrem o torneio. A defensora Isa Haas, uma das 26 convocadas pelo técnico Arthur Elias, destacou a importância da passagem da equipe por Mato Grosso. “Não queremos só passar aqui, fazer os nossos jogos e ir embora. Queremos mostrar o que o futebol feminino é capaz de produzir e deixar um legado”, afirmou a atleta (TB-2).

Leia Também:  IR: como declarar gastos de previdência privada e escolares de PCDs

Ingressos e acesso por biometria

A venda de entradas ocorre exclusivamente pelo aplicativo Face Pass, sistema que utiliza reconhecimento facial para o controle de acesso. Os valores variam conforme o setor escolhido:

Advertisement
  • Norte e Sul: R$ 30 (meia) e R$ 60 (inteira)

  • Leste: R$ 50 (meia) e R$ 100 (inteira)

  • Oeste: R$ 70 (meia) e R$ 140 (inteira)

Os portões da Arena Pantanal abrem às 13h. Segundo a organização, não haverá interdições no trânsito ao redor do estádio. Entre as partidas, o público poderá acompanhar apresentações de artistas locais, como as duplas Allan e Ivan e o grupo Trio Maravilha, em palco montado dentro da arena.

Preparação e elenco

O elenco brasileiro treina desde terça-feira (7) no CT Manoel Dresch. A lista de convocadas mistura a base do Corinthians, atual campeão da Libertadores — com nomes como Lelê e Duda Sampaio —, a destaques do Cruzeiro e Palmeiras, além de jogadoras que atuam no exterior, como Yasmim (Real Madrid) e Gabi Portilho (San Diego).

Após a estreia contra as sul-coreanas, o Brasil volta a jogar na terça-feira (14), contra a Zâmbia, e encerra sua participação no próximo sábado (18), diante do Canadá. Todos os confrontos da equipe brasileira estão agendados para as 21h30.

 

Leia também:

Advertisement

Boi gordo bate recorde enquanto soja perde valor nos portos

Mercosul-UE entra em vigor em 1º de maio e pressiona Mato Grosso sob a Lei 12.709

Em MT uma mulher é assassinada a cada 7 dias: feminicídios disparam 11% e deserto de proteção mantém MT no topo letal pelo 5º ano

EXCLUSIVO: ex-assessor acusa deputado Dr. João de confiscar salários e manter funcionários fantasmas;VÍDEO

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

DESTAQUE

Anvisa aprova primeira caneta nacional com mesma composição do Ozempic

Published

on

Anvisa aprova Ozivy

Ozivy chega às farmácias após definição de preço pela CMED; medicamento atende adultos com diabetes tipo 2

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) registrou hoje (26) a Ozivy. A caneta injetável da farmacêutica brasileira EMS é a primeira versão nacional de semaglutida sintética. O medicamento é indicado para o tratamento de adultos com diabetes mellitus tipo 2 insuficientemente controlado, com administração semanal por via subcutânea.

A aprovação ocorre dois meses após o fim da patente da semaglutida biológica da farmacêutica Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, no Brasil. A entrada de um concorrente nacional abre espaço regulatório para a ampliação da oferta do princípio ativo no país, com potencial impacto na redução de preços aos pacientes e na disputa pelo fornecimento de terapias metabólicas.

Até o fechamento desta reportagem, a comercialização da Ozivy não havia começado. A entrada do produto no varejo depende da definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e do cronograma comercial da própria EMS. Estimativas do mercado apontam uma janela de dois a três meses para a chegada do item às prateleiras das farmácias brasileiras.

Fim da patente e enquadramento regulatório

A perda da exclusividade comercial da semaglutida biológica em março de 2026 desencadeou uma corrida regulatória na Anvisa. De acordo com atualização da agência em 19 de março de 2026, o órgão acumulava 17 pedidos de registro de medicamentos à base da substância, divididos entre oito em análise ativa e nove aguardando avaliação técnica.

Advertisement

Diferente do senso comum, a Ozivy não se enquadra na categoria de genéricos. A resolução publicada no Diário Oficial da União classifica o produto como um “medicamento novo, análogo sintético de produto biológico”, cujo registro foi obtido pela via de desenvolvimento abreviado. A validade do registro concedido à EMS estende-se até junho de 2036.

A formulação original da Novo Nordisk utiliza a tecnologia de DNA recombinante em Saccharomyces cerevisiae para produzir a semaglutida biológica. O análogo da EMS, por sua vez, é produzido de forma sintética, exigindo a comprovação de equivalência em segurança e eficácia diante da autoridade sanitária.

Mecanismo de ação e apresentações comerciais

A bula profissional da semaglutida detalha o princípio ativo como um potente agonista do receptor de GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon 1 humano), possuindo 94% de homologia estrutural com o hormônio natural. A substância atua reduzindo a glicemia de forma dependente da glicose: ela estimula a secreção de insulina e reduz a produção de glucagon predominantemente quando os níveis de açúcar no sangue estão elevados.

O mecanismo farmacodinâmico inclui o retardo discreto do esvaziamento gástrico pós-prandial, a redução do apetite e a diminuição da ingestão calórica, resultando em perda de peso corporal. A meia-vida longa da molécula, estimada em cerca de uma semana, é o que viabiliza a posologia de administração subcutânea em intervalos de sete dias.

Leia Também:  IR: como declarar gastos de previdência privada e escolares de PCDs

A Anvisa liberou a Ozivy na concentração de solução injetável de 1,34 mg/mL. O produto chegará ao mercado em cartuchos de 1,5 ml e 3 ml, organizados em sistemas de aplicação do tipo caneta preenchida multidose. As embalagens autorizadas comportam combinações de uma ou duas canetas, acompanhadas de quatro a dez agulhas descartáveis.

Advertisement

Restrições de uso e alerta sobre automedicação

O registro deferido para a Ozivy restringe sua indicação ao controle glicêmico em adultos com diabetes tipo 2, como tratamento adjuvante à dieta e à prática de exercícios físicos. O uso da caneta injetável para fins de controle de peso e emagrecimento estético não consta na aprovação da EMS até este momento, configurando prescrição “off label” (fora da bula).

O uso indiscriminado de agonistas de GLP-1 mobiliza autoridades de saúde. Em fevereiro de 2023, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) publicou nota técnica alertando para os riscos da automedicação voltada à perda de peso. A agência reguladora mantém uma página institucional dedicada a esclarecer as diferenças de indicação, ressaltando que apenas o medicamento Wegovy possui aprovação específica para obesidade ou sobrepeso associado a comorbidades.

A literatura médica e os alertas oficiais apontam riscos associados ao uso da substância. O antigo portal de monitoramento da Anvisa determinou a inclusão de advertências nas bulas sobre o risco de aspiração do conteúdo gástrico durante procedimentos que envolvam anestesia geral ou sedação profunda em usuários de semaglutida, devido ao retardo no esvaziamento do estômago provocado pela medicação.

Base de evidências e avanço terapêutico

A base de dados que chancela a segurança da semaglutida fundamenta-se em programas de estudos clínicos internacionais, como o SUSTAIN e o STRIDE. Mais recentemente, em 2 de fevereiro de 2026, a Anvisa aprovou uma nova indicação terapêutica para o Ozempic original, baseada nos resultados do ensaio clínico FLOW.

A agência reconheceu que o princípio ativo reduz o risco de declínio sustentado da Taxa de Filtração Glomerular estimada (TFGe), previne a progressão para doença renal crônica (DRC) terminal e diminui a morte cardiovascular em adultos que apresentam diabetes tipo 2 concomitante à DRC. Esses dados reforçam a complexidade da molécula, que atua muito além da simples redução de glicose.

Advertisement

Qualquer ampliação nas indicações da Ozivy para incluir proteção cardiovascular, proteção renal ou o tratamento primário da obesidade dependerá da submissão de novos dossiês científicos pela EMS à agência reguladora nacional.

Leia Também:  Competição nacional testa complexo aquático de R$ 13 milhões em Cuiabá

Histórico de sanções e fiscalização rigorosa

A aprovação do produto sintético da EMS marca o encerramento de um ciclo de restrições severas impostas pela vigilância sanitária. O histórico documental revela que a Anvisa elevou as barreiras para a entrada de análogos de GLP-1 no Brasil, criando um filtro técnico que resultou na reprovação de múltiplos concorrentes nos meses anteriores.

Em 25 de agosto de 2025, um despacho publicado no Diário Oficial da União proibiu expressamente a manipulação de formulações de semaglutida (abrangendo os análogos do Ozempic, Wegovy e Rybelsus) pelas farmácias magistrais brasileiras. A decisão vetou também a importação do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) sintético enquanto não existisse um medicamento industrial devidamente registrado no país com essa mesma matéria-prima.

A fiscalização manteve a rigidez no início do ano seguinte. Em 5 de abril de 2026, o governo federal anunciou um pacote de medidas de monitoramento para combater irregularidades na importação de canetas de GLP-1, incluindo a tirzepatida e a liraglutida. Uma semana depois, em 12 de abril de 2026, a Anvisa indeferiu oficialmente os pedidos de registro de novas canetas fabricadas pelos laboratórios estrangeiros Dr. Reddy’s e Cipla, alegando insuficiência na comprovação documental de segurança e eficácia.

Perspectivas de acesso no sistema público

A formulação de um preço competitivo em relação ao medicamento biológico original abre a possibilidade de discussões sobre o fornecimento da semaglutida sintética pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Advertisement

Para que a caneta injetável da EMS passe a integrar os protocolos de dispensação das farmácias de alto custo ou da atenção básica, a empresa precisará submeter o produto à avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec). O órgão do Ministério da Saúde exige análises profundas de custo-efetividade e estudos de impacto orçamentário antes de recomendar qualquer aquisição centralizada pelo governo federal.

 

Leia também:

Classe média brasileira tem renda entre R$ 2,5 mil e R$ 10,8 mil, segundo IBGE e FGV — números virais nas redes inflam os valores

Anvisa mantém recomendação para o consumidor não usar produtos Ipê, mesmo após recurso

Advertisement

Novo Desenrola Fies oferece descontos de até 99% para estudantes

Relatório da ONU lista 20 espécies de peixes migratórios da Amazônia que precisam de proteção internacional

Em MT uma mulher é assassinada a cada 7 dias: feminicídios disparam 11% e deserto de proteção mantém MT no topo letal pelo 5º ano

EXCLUSIVO: ex-assessor acusa deputado Dr. João de confiscar salários e manter funcionários fantasmas;VÍDEO

COMENTE ABAIXO:
Advertisement
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA