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Aeródromo de Caraguatatuba (SP) criará novo corredor logístico no Litoral Norte de São Paulo

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Nesta terça-feira (21), o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, anunciou o projeto do novo aeródromo de Caraguatatuba, no Litoral Norte de São Paulo. Com um investimento privado estimado em R$ 100 milhões, a infraestrutura irá fortalecer o turismo regional, impulsionar negócios e atender à estratégica demanda das operações em alto-mar na Bacia de Santos. Participaram da solenidade o prefeito de Caraguatatuba, Mateus Silva; o deputado federal Maurício Neves; além de empresários e autoridades locais.

O projeto prevê uma pista de pouso e decolagem de 880 metros, com foco em receber aeronaves de pequeno porte da aviação geral. O aeródromo também será equipado para operar por instrumentos (IFR-não precisão), o que permitirá pousos e decolagens com segurança mesmo em condições meteorológicas menos favoráveis, sendo vocacionado principalmente para o suporte a operações com helicópteros.

O ministro Silvio Costa Filho destacou o potencial dessa obra para a região. “A construção do aeroporto vai impulsionar o turismo de negócios e o turismo de lazer aqui na região, que tem um grande potencial turístico. Sabemos que, a cada quatro turistas que chegam a uma cidade, um novo emprego é gerado”, disse.

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Costa Filho ressaltou ainda o aspecto social do projeto. “Todos os programas sociais são importantes, mas o maior programa social do Brasil é o emprego e a renda, pois trazem dignidade. Estamos trabalhando para o crescimento da região, e obras como esta geram sonhos e oportunidades na vida das pessoas”.

Corredor multimodal

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A nova estrutura terá localização estratégica, sendo interligada à Rodovia dos Tamoios, aos contornos Norte e Sul e ao Porto de São Sebastião, que também teve investimentos anunciados nesta terça-feira (21) pelo ministro Silvio Costa Filho. Essa integração formará um corredor multimodal que vai ampliar a eficiência no transporte de mercadorias e passageiros, reduzir custos logísticos e atrair novos empreendimentos.

Com o novo aeródromo e a modernização do porto, o Litoral Norte avança para se tornar um hub logístico e econômico de referência. O projeto está atualmente em fase de licenciamento, sendo que a previsão da empresa responsável é que as obras sejam concluídas em janeiro de 2027.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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BRASIL

Banco nacional reúne 3 milhões de celulares e fortalece combate à receptação em todo o País

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Brasília, 25/6/2026 – O lançamento do Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR), instituído pelo Governo Federal por meio do Programa Nacional Celular Seguro, representa uma mudança na estratégia de enfrentamento ao roubo, ao furto e à receptação de celulares no Brasil. Coordenado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), o banco reúne mais de 3 milhões de registros provenientes das polícias civis, do Programa Celular Seguro, da Anatel e de outros sistemas nacionais.

Pela primeira vez, os dados dos 26 estados e do Distrito Federal passam a integrar uma única base nacional. A ferramenta permite que forças de segurança, gestores públicos e cidadãos tenham acesso a um sistema unificado para consulta e compartilhamento de informações sobre aparelhos com registro de roubo, furto ou extravio.

Segundo o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, a medida enfrenta um dos principais obstáculos ao combate dos crimes patrimoniais: a dispersão das informações entre diferentes sistemas estaduais e federais. Com a integração nacional, um celular roubado em um estado poderá ser identificado mesmo que seja comercializado ou utilizado em outra região do País.

Integração nacional fortalece investigações e protege consumidores

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Além de fortalecer o trabalho das forças de segurança, a nova base oferece uma camada adicional de proteção ao cidadão. Por meio do aplicativo Celular Seguro, do portal Gov.br e do endereço celularseguro.mj.gov.br, qualquer pessoa poderá consultar gratuitamente se um aparelho possui registro de restrição antes de efetuar a compra. A medida beneficia consumidores e comerciantes, aumenta a segurança das transações e reduz o risco de aquisição involuntária de aparelhos de origem criminosa.

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De acordo com Chico Lucas, o Banco Nacional representa uma mudança de foco na política pública de enfrentamento a esse tipo de crime. “Durante muito tempo, o combate ao roubo de celulares esteve concentrado apenas em quem praticava o crime nas ruas. Mas existe uma cadeia econômica que sustenta essa atividade criminosa. Há quem roube, quem intermedeie a venda e quem adquira o aparelho no final desse processo. O que estamos fazendo agora é integrar informações de todo o País para atacar essa cadeia como um todo. O crime atua em rede. Agora, o Estado também”, afirma.

Segundo o secretário, o objetivo não é criminalizar consumidores de boa-fé, mas criar mecanismos que ofereçam mais segurança para quem compra e mais instrumentos para que as polícias recuperem aparelhos e combatam a receptação.

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“Muitas pessoas compravam celulares sem qualquer condição de verificar sua procedência. A partir do Banco Nacional, o cidadão poderá consultar o IMEI antes da compra e saber se existe alguma restrição associada ao aparelho. Estamos criando mais segurança para as relações comerciais e reduzindo o espaço para o mercado ilegal”, destaca.

O número de aparelhos celulares roubados ou furtados no Brasil supera milhões de registros nos últimos anos, movimentando uma cadeia criminosa que financia organizações envolvidas em diversas modalidades de crime. A expectativa do Governo Federal é que a integração nacional dos dados, aliada à consulta pública e ao fortalecimento das investigações, reduza gradualmente a atratividade econômica desse mercado.

O banco também fortalece a cooperação federativa no âmbito do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), ao permitir que os estados compartilhem informações de forma mais rápida, eficiente e padronizada. Com isso, o Governo Federal reforça uma estratégia de segurança pública baseada em inteligência, integração de dados e atuação coordenada para reduzir os impactos de um dos crimes que mais afetam o cotidiano da população brasileira.

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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