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Usina Estiva inicia safra 2026/2027 com meta de processar 3,7 milhões de toneladas de cana

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A Usina São José da Estiva, integrante do Ecossistema Copersucar, iniciou nesta quarta-feira, 15 de abril, a moagem da safra 2026/2027. A unidade projeta processar 3,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar ao longo do ciclo.

A expectativa da usina é produzir 220 mil toneladas de açúcar, 174 milhões de litros de etanol e exportar 82.490 MWh de energia elétrica.

Eficiência industrial será prioridade diante de cenário de preços baixos

Segundo o gerente de Divisão Industrial, André Gatto, a safra exigirá maior eficiência operacional, especialmente em um ambiente de preços menos favoráveis.

Entre as prioridades da operação estão o melhor aproveitamento do tempo industrial e o controle rigoroso de perdas, com foco no cumprimento das metas de produção.

Produtividade agrícola deve crescer 6,5% na safra

A área agrícola da usina também projeta um desempenho positivo para o ciclo, com expectativa de crescimento de 6,5% no TCH (toneladas de cana por hectare), indicador que mede a produtividade dos canaviais.

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De acordo com o gerente de Divisão Agrícola, Clézio Menandro, o resultado esperado é sustentado por fatores climáticos e operacionais, como a melhor distribuição das chuvas e o trabalho realizado ao longo de todo o ciclo produtivo.

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Isso inclui desde o plantio até os tratos culturais e o manejo das lavouras, que contribuem diretamente para o desempenho dos canaviais.

Gestão e planejamento reforçam confiança para a safra

O superintendente geral, Roberto Holland Filho, destaca que o desempenho da safra está apoiado em pilares como manutenção eficiente, planejamento e disciplina operacional em todas as etapas do processo, tanto no campo quanto na indústria.

Segundo ele, a busca por melhoria contínua faz parte da cultura da empresa, com espaço constante para evolução em todas as áreas.

Segurança operacional é prioridade na produção

Para a liderança da usina, a eficiência na colheita, o processamento adequado e a estabilidade operacional ao longo da safra são fatores determinantes para os resultados.

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No entanto, o principal pilar da operação segue sendo a segurança, considerada um valor inegociável e essencial em todas as atividades.

A companhia reforça que conta com planejamento, disciplina e engajamento das equipes para conduzir mais um ciclo produtivo com bons resultados.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Açúcar sobe no mercado internacional, mas preços caem no Brasil com pressão da safra e recuo do etanol

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Mercado internacional do açúcar mantém viés de alta

O mercado do açúcar encerrou a quinta-feira (23) com novos ganhos nas bolsas internacionais, dando continuidade ao movimento positivo observado nos últimos pregões.

Em Nova York, os contratos de açúcar bruto negociados na ICE Futures registraram valorização moderada em diferentes vencimentos:

  • Maio/26: +0,03 cent, fechando a 13,60 cents/lbp
  • Julho/26: +0,08 cent, a 13,89 cents/lbp
  • Outubro/26: +0,08 cent, a 14,31 cents/lbp

Os demais contratos também encerraram o dia em alta, reforçando o movimento de recuperação das cotações no curto prazo.

Açúcar branco também avança em Londres

Na ICE Europe, o açúcar branco manteve o viés positivo ao longo da sessão.

Os principais vencimentos registraram ganhos:

  • Agosto/26: alta de US$ 3,80, para US$ 427,50/t
  • Outubro/26: avanço de US$ 3,00, para US$ 425,00/t
  • Dezembro/26: valorização de US$ 2,00, a US$ 425,60/t

Os demais contratos também acompanharam o movimento de alta, refletindo sustentação no mercado externo.

Mercado interno do açúcar recua com força no Brasil

No mercado doméstico, o cenário foi de pressão sobre os preços. O indicador do açúcar cristal branco Cepea/Esalq, em São Paulo, registrou queda de 3,01% nesta quinta-feira (23).

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A saca de 50 kg foi negociada a R$ 96,06, ampliando o movimento negativo observado ao longo do mês.

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Com isso, o indicador acumula retração de 8,91% em abril, refletindo maior pressão de oferta no mercado físico com o avanço da safra 2026/27.

Safra e demanda pressionam preços no mercado brasileiro

Segundo análise de mercado, o cenário interno segue influenciado por dois fatores principais: expectativa de maior oferta com o avanço da colheita e demanda mais cautelosa por parte dos compradores.

A postura retraída de usinas e compradores indica que o mercado aguarda novas oportunidades de compra diante da perspectiva de maior disponibilidade de produto no curto prazo.

Petróleo dá suporte ao açúcar no mercado global

No cenário internacional, a recente alta do petróleo tem contribuído para sustentar os preços do açúcar.

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O movimento favorece a competitividade do etanol, o que pode reduzir a destinação de cana para a produção de açúcar e, consequentemente, diminuir a oferta global do produto.

Esse fator tem ajudado a manter o viés positivo nas bolsas internacionais, apesar da volatilidade do mercado.

Etanol segue em forte queda em abril

No mercado de biocombustíveis, o Indicador Diário Paulínia apontou o etanol hidratado a R$ 2.523,50/m³ nesta quinta-feira (23), com queda de 1,54% no comparativo diário.

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No acumulado de abril, o indicador já registra retração de 16,65%, reforçando o cenário de pressão contínua sobre os preços do etanol no mercado paulista.

Enquanto o mercado internacional do açúcar mantém tendência de recuperação sustentada por fatores energéticos e cambiais, o cenário doméstico brasileiro segue pressionado pela oferta da nova safra e pela demanda mais fraca, com impactos diretos também sobre o mercado de etanol.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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