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AGRONEGÓCIO

Ministro André de Paula recebe representantes da Rede ILPF no Mapa

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O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, recebeu nesta quarta-feira (6), representantes da Associação Rede ILPF para reunião sobre os sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e a atuação da entidade na promoção de tecnologias integradas de produção agropecuária no país.

Durante o encontro, o ministro destacou a importância de iniciativas voltadas à inovação, à sustentabilidade e ao fortalecimento da produção agropecuária brasileira. André de Paula também afirmou que o Ministério da Agricultura e Pecuária seguirá apoiando ações voltadas ao desenvolvimento do setor com base em ciência, tecnologia e recuperação produtiva de áreas.

Participaram da reunião o presidente executivo da Associação Rede ILPF, Francisco Matturro; o diretor executivo da entidade, Rui Pereira Rosa; o vice-presidente de Relações Governamentais e Sustentabilidade da Syngenta, Filipe Geraldo e o gerente de Relações Institucionais e Governamentais da Syngenta, Luis Guaraná.

Durante a apresentação, foram compartilhados dados sobre a expansão dos sistemas integrados de produção no Brasil e os impactos das tecnologias voltadas à sustentabilidade e à produtividade no campo.

“As três grandes evoluções do agro brasileiro foram o plantio direto, a segunda safra e os sistemas integrados de produção ILPF”, afirmou Matturro.

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Criada em 2012, a Associação Rede ILPF consolidou uma parceria público-privada iniciada em 2006 entre a Embrapa, a cooperativa Cocamar e empresas do setor privado. A entidade atua na promoção dos sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta em diferentes regiões do país, com ações voltadas à capacitação técnica, transferência de tecnologia e difusão de práticas sustentáveis no agro.

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Segundo a associação, os sistemas integrados já ultrapassam 21 milhões de hectares no Brasil. O modelo combina atividades agrícolas, pecuárias e florestais em uma mesma área, buscando ampliar a produtividade, recuperar áreas degradadas e otimizar o uso do solo com sustentabilidade.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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AGRONEGÓCIO

Produção de biodiesel cresce em Mato Grosso e estado já responde por 26% do volume nacional

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Mato Grosso lidera expansão do biodiesel no Brasil

A produção de biodiesel em Mato Grosso registrou forte crescimento em março e consolidou o estado como principal polo do biocombustível no país. Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgados nesta semana, o estado foi responsável por 26% de toda a produção nacional no período.

As usinas mato-grossenses produziram 228,36 mil metros cúbicos (m³) de biodiesel, dentro de um volume nacional de 893,60 mil m³, configurando o maior patamar da série histórica estadual. O resultado representa um avanço de 16,90% em relação a fevereiro.

Mistura obrigatória de biodiesel sustenta demanda

O crescimento da produção está diretamente ligado ao aumento da demanda interna, impulsionada pela política energética nacional. Desde agosto do ano passado, o Brasil adota a mistura obrigatória de 15% de biodiesel ao diesel (B15).

De acordo com o coordenador de Inteligência de Mercado Agro do Imea, Rodrigo Silva, esse fator tem sido determinante para o avanço da indústria no estado.

“A elevação da mistura obrigatória e a demanda mais aquecida pelo biodiesel contribuíram para esse aumento na produção”, afirma o especialista.

Segundo ele, o movimento reflete a adaptação das usinas à nova dinâmica de consumo de combustíveis no país, sustentando o crescimento recente do setor.

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Óleo de soja segue como principal matéria-prima

O boletim também aponta que o óleo de soja continua sendo o principal insumo utilizado na produção de biodiesel em Mato Grosso, com participação de 84% no total, apesar de leve recuo em relação ao mês anterior.

O protagonismo do insumo reforça a forte integração entre as cadeias de grãos e biocombustíveis, especialmente em um estado que lidera a produção nacional de soja.

Imea revisa projeções para algodão, milho e pecuária

Além do biodiesel, o relatório do Imea trouxe atualizações importantes para outras cadeias do agronegócio em Mato Grosso.

Algodão tem ajuste na área, mas mantém produção robusta

A área plantada de algodão para a safra 2025/26 foi revisada para 1,38 milhão de hectares, indicando leve redução frente à estimativa anterior. Em contrapartida, a produtividade foi ajustada para 297,69 arrobas por hectare.

Com isso, a produção total está projetada em 6,14 milhões de toneladas de algodão em caroço, mantendo o estado como líder nacional na cultura.

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Milho tem produtividade revisada para cima

No caso do milho, o Imea manteve a área da safra 2025/26 em 7,39 milhões de hectares, mas revisou a produtividade para 118,78 sacas por hectare.

A nova estimativa elevou a produção para 52,66 milhões de toneladas, refletindo condições climáticas favoráveis em parte das lavouras, impulsionadas pelo bom regime de chuvas.

Boi gordo sobe com oferta restrita

No mercado pecuário, o preço do boi gordo apresentou alta em abril. A arroba em Mato Grosso atingiu média de R$ 350,11, sustentada pela oferta reduzida de animais para abate.

O cenário contribuiu para a diminuição do diferencial de preços em relação a São Paulo, onde a média foi de R$ 367,57 por arroba.

Suínos recuam com menor demanda interna

Em contraste, o mercado de suínos registrou queda nas cotações. O preço pago ao produtor mato-grossense ficou em R$ 5,96 por quilo em abril, pressionado pela redução da demanda doméstica.

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Segundo o Imea, o enfraquecimento do consumo elevou a oferta de animais e carne no mercado, impactando negativamente os preços.

Cenário reforça protagonismo do agro mato-grossense

Os dados mais recentes confirmam o papel estratégico de Mato Grosso no agronegócio brasileiro, tanto na produção de biocombustíveis quanto nas cadeias de grãos e proteínas animais.

Com a demanda por energia renovável em alta e condições favoráveis no campo, o estado segue ampliando sua participação nos mercados nacional e internacional, consolidando-se como um dos principais motores do agro no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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