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ECONOMIA

Corrente de comércio chega a US$ 27,9 bi na 2° semana de maio

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Na 2ª semana de maio de 2026, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,5 bilhão e corrente de comércio de US$ 12,5 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 7,02 bilhões e importações de US$ 5,5 bilhões.

No mês, as exportações somam US$ 16 bilhões e as importações, US$ 11,9 bilhões, com saldo positivo de US$ 4,2 bilhões e corrente de comércio de US$ 27,9 bilhões.

No ano, as exportações totalizam US$ 132,6 bilhões e as importações, US$ 103,6 bilhões, com saldo positivo de US$ 28,9 bilhões e corrente de comércio de US$ 236,2 bilhões. Esses e outros resultados foram apresentados, nesta segunda-feira (18/5), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).

>> Balança Comercial Preliminar Parcial do Mês –  2º Semana de Maio/2026

Nas exportações, comparadas as médias até a 2ª semana de maio/2026 (US$ 1,6 bilhão) com a de maio/2025 (US$ 1,4 bilhão), houve crescimento de 12,4%. Em relação às importações houve crescimento de 8,9% na comparação entre as médias até a 2ª semana de maio/2026 (US$ 1,185 bilhão) com a do mês de maio/2025 (US$ 1,088 bilhão).

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Assim, até a 2ª semana de maio/2026, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2.786,15 milhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ 415,35 milhões. Comparando-se este período com a média de maio/2025, houve crescimento de 10,9% na corrente de comércio. 

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Exportações importações por Setor

No acumulado até a 2ª semana do mês de maio/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 85,68 milhões (24,3%) em Agropecuária, e de US$ 121,01 milhões (16,7%) em produtos da Indústria de Transformação; queda de US$ 33,92 milhões (10,0%) em Indústria Extrativa. 

No acumulado até a 2ª semana do mês de maio/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores importadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 0,81 milhões (3,4%) em Agropecuária; de US$ 3,37 milhões (7,4%) em Indústria Extrativa e de US$ 90,86 milhões (9,0%) em produtos da Indústria de Transformação.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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ECONOMIA

MDIC participa de marco importante na ampliação e fortalecimento da economia circular

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) reafirmou, nesta semana, seu compromisso com a transição para uma economia mais sustentável durante evento promovido pela Fundação Ellen MacArthur. Na ocasião, a Fundação e a Prefeitura de Recife firmaram parceria voltada à transformação da gestão de resíduos na capital.

Representando a pasta, a secretária de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria (SEV), Julia Cruz, participou do evento e destacou o alinhamento da iniciativa ao fortalecimento da Estratégia Nacional de Economia Circular (ENEC) e à implementação de instrumentos de política pública para reforçar a economia circular no país.

A secretária também anunciou que o MDIC e Fundação Ellen MacArthur pretendem formalizar um protocolo de intenções para abranger diferentes frentes voltadas a agenda. Entre elas, o aperfeiçoamento dos instrumentos nacionais de implementação da ENEC; o desenvolvimento de políticas para o uso circular de minerais críticos e estratégicos; o incentivo ao uso de biomateriais em setores produtivos; o engajamento do setor privado na construção de soluções circulares; e a produção de estudos, análises e ferramentas que apoiem a formulação de políticas públicas e decisões empresariais.

A secretária da SEV, Julia Cruz, afirmou que a iniciativa ocupa posição estratégica na Nova Indústria Brasil e representa um dos pilares para promover competitividade, inovação, segurança de recursos naturais e geração de empregos de qualidade.

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“Esse compromisso é um marco para o desenvolvimento da economia circular e para a inclusão e o fortalecimento das cooperativas de catadores. Tudo isso alinhado à responsabilidade socioambiental necessária para que a indústria se mantenha competitiva e conectada à visão de futuro do país”, afirmou.

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Já a cooperação entre a Fundação Ellen MacArthur e a prefeitura do Recife busca apoiar o desenvolvimento e o aprimoramento das políticas públicas de economia circular. A previsão é mobilizar cerca de R$ 300 milhões em investimentos a partir de 2027, destinados a iniciativas que acelerem a transição para modelos de produção e consumo mais sustentáveis.

O evento também marcou o início da segunda fase de um projeto voltado à transformação do sistema de coleta seletiva, reciclagem de plásticos e gestão de resíduos sólidos urbanos em Recife.

Após uma etapa de construção conceitual que reuniu cerca de 80 representantes da cadeia de embalagens plásticas, gestão de resíduos, setor produtivo, organizações da sociedade civil e poder público, a iniciativa passa agora ao desenvolvimento de um plano para ampliar a circularidade dos materiais na capital pernambucana, com foco na valorização dos catadores e na proteção dos ecossistemas de água doce.

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Na ocasião, foi apresentado o relatório “Fechando o ciclo: transformando os sistemas urbanos de gestão de resíduos e protegendo os rios do Brasil”, elaborado pela Fundação Ellen MacArthur em parceria com a Clean Rivers. O estudo apresenta uma visão de longo prazo para a transformação dos sistemas urbanos de resíduos até 2040 e servirá de base para as próximas etapas do projeto.

Apoio internacional

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A Fundação é uma das principais parceiras técnicas do MDIC na agenda de economia circular. A organização contribuiu para a construção do Plano Nacional de Economia Circular (PLANEC), documento que reúne 18 macro objetivos e 71 ações para orientar a transformação da economia brasileira ao longo da próxima década.

Além disso, a Fundação co-lidera o Eixo 2 do Plano Nacional, voltado à transformação sistêmica da forma como produtos e materiais são projetados, produzidos e consumidos, e participou das articulações que contribuíram para a aprovação da Estratégia Nacional de Economia Circular.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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