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Copa 2026

Espanha, Portugal e Suíça disputam vagas nas oitavas de final

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Copa do Mundo 2026

Partidas definem três classificados nesta quinta-feira em caso de empate, confrontos vão para a prorrogação

Três confrontos definem nesta quinta-feira (2) seleções classificadas para as oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, segundo dados da Agência Brasil.

Os vencedores das partidas avançam na competição, enquanto as equipes derrotadas são eliminadas. As regras do torneio estabelecem que, em caso de empate no tempo regulamentar, haverá uma prorrogação de 30 minutos e, se necessário, a disputa será decidida por cobranças de pênaltis.

Espanha e Áustria abrem a rodada

A primeira partida do dia ocorre às 16h, pelo horário de Brasília, entre Espanha e Áustria, na cidade de Los Angeles (EUA).

A seleção espanhola encerrou a fase inicial em primeiro lugar no Grupo H. A equipe passou na frente de Cabo Verde, Uruguai e Arábia Saudita. O time da Áustria avançou na segunda colocação do Grupo J, chave que teve a Argentina na liderança.

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Confrontos no Canadá

Mais tarde, às 20h, Portugal e Croácia se enfrentam em Toronto, no Canadá. O time português ficou em segundo lugar no Grupo K, que também contou com Colômbia, República Democrática do Congo e Uzbequistão. A seleção da Croácia avançou na vice-liderança do Grupo L, terminando a fase atrás da Inglaterra.

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A última partida do dia será entre Suíça e Argélia, marcada para a 0h, em Vancouver. O time suíço terminou a fase de grupos em primeiro lugar no Grupo B, superando Canadá, Bósnia e Catar. A equipe da Argélia ficou na terceira colocação no Grupo J, mas garantiu a classificação para a etapa de mata-mata.

 

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Operação bloqueia R$ 283,5 mil de facção criminosa em Mato Grosso

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Operação Goldem

Polícia Civil cumpre 14 ordens judiciais na segunda fase da Operação Golden; empresa de fachada movimentou mais de R$ 600 mil em dois meses

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta quinta-feira (2) a segunda fase da Operação Golden. A ação cumpre 14 ordens judiciais contra o núcleo financeiro de uma facção criminosa.

As investigações miram a estrutura econômica que sustenta o tráfico de drogas e a lavagem de capitais. Com mandados expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias Polo de Cuiabá, a operação alcança os municípios mato-grossenses de Várzea Grande, Pontes e Lacerda e Tangará da Serra, além de Itabela, na Bahia.

De acordo com o documento base “Polícia Civil desarticula núcleo financeiro de facção criminosa na Região Metropolitana de Cuiabá”, elaborado pela Assessoria da Polícia Civil-MT, o objetivo da força-tarefa é a “desarticulação do núcleo financeiro da facção criminosa”. O relatório oficial aponta que as incursões atingem “diretamente a estrutura econômica que sustenta as atividades ilícitas”.

Empresa de fachada e lavagem de dinheiro

O mapeamento executado pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) flagrou o uso de contas bancárias de terceiros. Os agentes rastrearam uma empresa formalizada em nome de um dos alvos da operação. Sem histórico no mercado e com renda modesta declarada, a firma movimentou mais de R$ 600 mil em um intervalo de dois meses, volume incompatível com o lastro financeiro apresentado.

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A análise técnica constatou transferências entre suspeitos envolvidos com o grupo. Para o delegado André Rigonato, responsável pelo inquérito, os repasses para essa companhia consolidam a “hipótese investigativa de utilização de pessoas físicas e jurídicas para ocultação e dissimulação de recursos provenientes do tráfico de drogas”, conforme transcrito no informe original.

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Antecedentes criminais e conexões

A investigação detalha que integrantes da rede financeira já respondem por outras infrações penais e possuem vínculos confirmados. Um dos principais alvos é um detento atualmente recluso no Estado de São Paulo, que recebeu nova ordem de prisão preventiva expedida pela Justiça mato-grossense. A Assessoria da corporação destaca que o suspeito acumula “vasta ficha criminal no Estado por envolvimento em tráfico de drogas, homicídio, entre outros crimes”.

A Operação Golden iniciou em 13 de março de 2025 com a prisão em flagrante de um casal. Na ocasião, a primeira fase da força-tarefa cumpriu 18 ordens judiciais e reteve ativos do crime. Durante as buscas executadas em Cáceres, os policiais apreenderam mais de R$ 692 mil em dinheiro vivo e R$ 222 mil em cheques.

Bloqueios e continuidade das buscas

Nesta segunda etapa, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e ativos financeiros divididos entre oito investigados, fixando o limite de confisco em R$ 283,5 mil. As equipes operacionais cumprem também cinco mandados de busca e apreensão domiciliar e aplicam uma medida cautelar diversa da prisão. Celulares, computadores e documentos recolhidos passarão por análise pericial.

“As medidas cautelares patrimoniais têm como finalidade impedir a ocultação ou dissipação de ativos supostamente oriundos da atividade criminosa, preservar elementos de prova e assegurar eventual reparação dos danos e perdimento de bens ao final da persecução penal”, destacou o delegado Rigonato.

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A intervenção conta com suporte das delegacias regionais de Pontes e Lacerda, Tangará da Serra e da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) da Bahia. A ofensiva integra a Operação Pharus, parte do planejamento estratégico para o ano de 2026 dentro do Programa Tolerância Zero de Mato Grosso.

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Entenda os termos da investigação

  • Lavagem de capitais: Estratégia criminosa usada para disfarçar a origem ilícita de dinheiro (como o lucro do tráfico), fazendo com que ele circule na economia formal parecendo ter origem legal, geralmente usando empresas de fachada.
  • Medida cautelar diversa da prisão: Determinações impostas por um juiz para controlar um investigado sem colocá-lo na cadeia, como uso de tornozeleira eletrônica, apreensão de passaporte ou proibição de contato com outros suspeitos.
  • Persecução penal: É o caminho completo percorrido pelo Estado para aplicar a lei, começando pela investigação policial e terminando na sentença dada pelo juiz.
  • Dissipação de ativos:Ação de gastar, esconder ou transferir rapidamente o dinheiro e os bens obtidos de forma ilegal, para evitar que sejam bloqueados pela Justiça.

 

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