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AGRONEGÓCIO

Arroz cremoso com camarão

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Este prato é uma receita leve e tem o visual sofisticado dos frutos do mar, o preparo é rápido e para garantir o sucesso do seu prato, confira as melhores dicas sobre texturas e combinações de sabores:  

  

Ingredientes do caldo de camarão 

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250g de cabeça de camarão 

1,5 litro de água 

  

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Ingredientes do arroz 

350g de camarão médio ou grande limpo 

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720ml de caldo de camarão 

170g de arroz branco 

1 colher (sopa) de azeite 

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1 cebola picada 

1 cenoura picada 

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1 talo de salsão picado 

1 colher (sopa) de extrato de tomate 

Sal a gosto 

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Pimenta-do-reino a gosto 

Cebolinha picada a gosto 

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Modo de preparo: 

1️⃣  Coloque as cabeças de camarão e a água em uma panela. Deixe cozinhar em fogo baixo por cerca de 1 hora. Depois, coe o líquido e reserve. Esse caldo é o segredo do sabor! 

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2️⃣ Em uma tigela, misture os camarões com azeite, sal e pimenta-do-reino. Reserve. 

3️⃣ Aqueça o azeite em uma panela e refogue a cebola, a cenoura e o salsão com uma pitada de sal. Mexa de vez em quando e cozinhe por cerca de 20 minutos. 

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4️⃣ Adicione o extrato de tomate e misture. Em seguida, coloque o arroz e refogue por mais 3 minutos. 

5️⃣ Acrescente o caldo de camarão e os camarões temperados. Deixe cozinhar em fogo médio, com a panela semiaberta, por cerca de 30 minutos. 

6️⃣ Quando o arroz estiver cozido e o caldo tiver secado, desligue o fogo, tampe a panela e deixe descansar por 10 minutos. 

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7️⃣ Finalize com cebolinha picada e um fio de azeite. Sirva quentinho e prepare-se para receber elogios! 

  

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A carcinicultura é o ramo que se dedica ao cultivo de camarões em cativeiro, tanto em água doce quanto em água salgada. Essa prática tem ganhado espaço no Brasil devido à demanda crescente por crustáceos, especialmente no Nordeste, que se destaca pela produção de camarões em ambientes controlados, contribuindo para a economia local e nacional.   

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A produção de camarão no Brasil, em 2024, atingiu 146,8 mil toneladas, um aumento de 15% em relação ao ano anterior. O setor movimentou R$ 3,1 bilhões, refletindo um crescimento significativo na atividade, na qual o Ceará foi o principal produtor, responsável por 57% da produção nacional, seguido pelo Rio Grande do Norte, que contribuiu com 21,5%.   

O camarão brasileiro é reconhecido por sua qualidade. Valorizar e promover o consumo desse tesouro é essencial para impulsionar a economia e reforçar o papel do Brasil como referência em aquicultura sustentável mundialmente. 

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Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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AGRONEGÓCIO

Fracassa acordo no STF e disputa sobre Moratória da Soja volta a julgamento

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O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou a tentativa de construir um acordo entre produtores rurais, indústria, ambientalistas e Ministério Público sobre a Moratória da Soja. Sem consenso entre as partes, o Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol) devolveu os quatro processos relacionados ao tema aos ministros relatores, abrindo caminho para a retomada do julgamento das ações, ainda sem data definida.

Em despacho assinado nesta sexta-feira (12.06), o juiz auxiliar da Presidência do STF e supervisor do Nusol, Álvaro Ricardo de Souza Cruz, afirmou que as reuniões realizadas entre abril e maio chegaram a criar um ambiente favorável à conciliação, mas houve recuo dos envolvidos, inviabilizando uma solução negociada.

“Durante as tratativas, instaurou-se amplo diálogo entre os envolvidos, tendo-se verificado, em determinado momento, ambiente propício à construção de solução consensual. Contudo, sobreveio recuo das partes, o que impossibilitou a composição”, registra o documento.

Segundo o STF, a tentativa de mediação não buscava discutir a constitucionalidade das leis estaduais questionadas, mas os efeitos práticos decorrentes de uma eventual decisão da Corte. A preocupação é evitar a multiplicação de disputas judiciais em diferentes instâncias após o julgamento das ações.

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As tratativas envolveram representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do Ministério Público Federal e dos governos de Mato Grosso, Rondônia e Tocantins, além de partidos políticos autores das ações.

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Com o fim da mediação, o Nusol reenviou as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 7774, relatada pelo ministro Flávio Dino; 7775, sob relatoria de Dias Toffoli; e 7863 e 7959, ambas sob responsabilidade do ministro Luiz Fux.

As ADIs 7774 e 7775 questionam leis aprovadas em Mato Grosso e Rondônia que retiraram benefícios fiscais de empresas participantes de acordos privados, como a Moratória da Soja.

Criada em 2006, a Moratória da Soja estabelece que empresas signatárias não adquiram grãos produzidos em áreas do bioma Amazônia desmatadas após 2008, ainda que a abertura das áreas tenha ocorrido dentro dos limites previstos pela legislação ambiental.

A disputa ganhou novo capítulo após a entrada em vigor, no início de 2026, da lei de Mato Grosso que impôs restrições às tradings participantes do acordo. A medida contribuiu para o esvaziamento da Moratória, com a saída da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e das empresas associadas.

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No fim do ano passado, o ministro Flávio Dino determinou a suspensão de todas as ações judiciais e administrativas relacionadas à Moratória da Soja, incluindo processos que pedem indenizações. Em uma dessas ações, produtores rurais de Mato Grosso reivindicam ressarcimento superior a R$ 1 bilhão. O setor também acionou o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), acusando as tradings de formação de cartel.

A tentativa de mediação havia sido anunciada em março, durante o julgamento das ações pelo plenário do STF. Com o fracasso das negociações, caberá agora aos ministros dar prosseguimento à análise do caso.

Fonte: Pensar Agro

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