Pesquisar
Close this search box.

EDUCAÇÃO

Enare 2026/2027: candidatos à residência já podem se inscrever

Publicado em

O Ministério da Educação (MEC), por meio da HU Brasil, abriu, nesta segunda-feira, 15 de junho, as inscrições do Exame Nacional de Residência (Enare) 2026/2027, processo seletivo unificado de abrangência nacional destinado ao ingresso em programas de residência médica e de residência em área profissional da saúde, nas modalidades multiprofissional e uniprofissional. O objetivo é democratizar o acesso à residência médica e otimizar a ocupação de vagas.     

As inscrições devem ser realizadas até o dia 29 de junho pelos estudantes de medicina para as especialidades com acesso direto. Já para as residências médicas que exijam pré-requisito, ano adicional e área de atuação e para a residência em área profissional da saúde (multiprofissional e uniprofissional), as inscrições poderão ser efetuadas até 15 de julho de 2026. 

Os editais de seleção podem ser acessados na página oficial do Enare e detalham todas as normas para participação no certame, incluindo orientações sobre inscrição, etapas de avaliação, critérios de classificação, documentação exigida, prazos e demais procedimentos necessários.  

As provas serão aplicadas em 60 cidades brasileiras, com data prevista para 13 de setembro de 2026. As taxas de inscrição foram fixadas em R$ 330 para residência médica e R$ 220 para os programas de residência em área profissional da saúde.  

Leia Também:  Aberta adesão ao módulo Gestão Presente na Escola do MEC

Novas regras – Resolução CNRM nº 4/2026 atualiza regras relacionadas à seleção para programas de residência médica. A norma prevê que a prova do Enare poderá utilizar métodos de avaliação baseados em escala de proficiência, inclusive com aplicação da Teoria de Resposta ao Item (TRI), a mesma usada para correção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).  

Advertisement

De forma simplificada, a TRI é uma metodologia que permite avaliar o desempenho dos candidatos considerando o nível de dificuldade das questões e o padrão das respostas. O modelo pode contribuir para uma avaliação mais padronizada.  

A norma também prevê que os processos seletivos para programas de residência médica de especialidades com pré-requisito, áreas de atuação ou anos adicionais poderão utilizar os resultados do Enare, conduzido pela HU Brasil, como etapa de avaliação cognitiva ou de conhecimentos teóricos.  

Enamed – Neste 15 de junho, também se iniciaram as inscrições para o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) 2026. O Enamed é obrigatório para estudantes concluintes dos cursos de graduação em medicina avaliados no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2026. Entretanto, o exame também poderá ser realizado de forma voluntária por médicos já graduados interessados em utilizar os resultados nos processos seletivos das especialidades médicas de acesso direto do Enare 2026/2027.

Leia Também:  MEC debate cooperação em educação com países lusófonos

HU Brasil – O Enare é conduzido pela HU Brasil e apoia instituições de todo o país na seleção de candidatos para programas de residência médica, multiprofissional e uniprofissional em saúde. Criada por meio da Lei nº 12.550/2011, a HU Brasil nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). É responsável pela administração de 47 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e às instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da HU Brasil  

Fonte: Ministério da Educação

Advertisement

EDUCAÇÃO

Universidades federais lideram ranking de inovação

Published

on

As universidades federais, vinculadas ao Ministério da Educação (MEC), lideraram os registros do recém-divulgado anuário de 2025 do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que mapeia as proteções de criação intelectual no país. O relatório aponta um domínio das universidades federais em categorias estratégicas para o desenvolvimento nacional, como o desenvolvimento de softwares. 

Segundo o documento, sete em cada dez dos maiores depositantes de patentes de invenção no Brasil são entidades públicas, sendo as universidades federais as principais responsáveis por esse desempenho. No ranking de Patentes de Invenção, das 51 posições ocupadas pelos maiores depositantes nacionais, 30 são de federais. O setor de educação responde isoladamente por 20,9% de todos os participantes ranqueados. 

Para o secretário de Educação Superior do MEC, Marcus David, os números apontam para o retorno prático à sociedade do investimento público nessas instituições. “As universidades federais são protagonistas da inovação brasileira. Sua presença entre os principais depositantes de patentes do país evidencia a capacidade de transformar conhecimento em soluções concretas para a sociedade. Além de formarem profissionais altamente qualificados, as universidades federais são espaços de produção científica, desenvolvimento tecnológico e geração de inovação. Cada patente depositada e cada software registrado representam avanços com potencial para fortalecer a indústria, aprimorar os serviços públicos, impulsionar a competitividade nacional e contribuir para a soberania científica e tecnológica do Brasil”.  

Leia Também:  MEC lança programa de inclusão e acessibilidade na Rede Federal

Ranking – A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) conquistou a 3ª posição geral com 94 depósitos de patentes. A força da pesquisa na região Nordeste também chama atenção, consolidando a descentralização da ciência: a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Paraíba, aparece logo na sequência, na 4ª posição, com 84 depósitos, seguida pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) em 7º lugar, com 62 pedidos. A Universidade Federal de Viçosa (UFV) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) dividem a 8ª posição com o setor privado, somando 53 depósitos cada. 

O levantamento também destaca o poder de articulação da rede pública com o setor produtivo. A Petrobras, 2ª colocada geral, tem a UFRJ – que abriga o Centro de Pesquisas, Desenvolvimento e Inovação Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes) – como uma de suas maiores parceiras. A estatal colabora diretamente com depósitos conjuntos a uma teia de federais, incluindo UFMG, UFCG, UFRPE, além das universidades federais de São João del-Rei (UFSJ), de Viçosa (UFV), do Rio Grande do Sul (UFRGS), de Uberlândia (UFU), de Pernambuco (UFPE), do Ceará (UFC), da Paraíba (UFPB), de Brasília (UnB), de Juiz de Fora (UFJF), do Rio Grande do Norte (UFRN), da Bahia (Ufba), de Alagoas (Ufal), Tecnológica do Paraná (UTFPR), de Santa Catarina (Ufsc) e do Espírito Santo (Ufes).  

Advertisement

Programas de computador – Quando o assunto é o desenvolvimento de softwares, o protagonismo das universidades federais também se destaca. Um total de 24 universidades federais figura entre os maiores depositantes desta categoria.  

Leia Também:  MEC participa de fórum sobre parcerias e compras públicas

A vice-liderança nacional pertence à Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), com 104 depósitos de programas de computador. O top 10 conta, ainda, com a Ufsc, na 5ª posição (74 depósitos), a UFCG na 7ª (61 depósitos) e a Universidade Federal de Sergipe (UFS) na 8ª (56 depósitos). 

Modelos de utilidade e desenhos industriais – Nas categorias voltadas a melhorias funcionais e design, as universidades federais também mantêm forte presença. Entre os maiores depositantes de Modelos de Utilidade, seis universidades federais compõem o ranking de destaque: a Ufersa desponta novamente na 4ª posição nacional (nove depósitos), acompanhada pela Universidade Federal Fluminense (UFF) em 8º lugar (seis depósitos), além de UFU, UnB, UFCG e UTFPR.  

Em Desenhos Industriais, segmento tradicionalmente dominado pelo varejo e pela indústria de bens de consumo (como calçados e móveis), duas universidades federais garantiram espaço: a UFRJ (28ª posição, com 24 depósitos) e a Universidade Federal do Amazonas (Ufam) na 42ª posição, com 19 depósitos.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu 

Advertisement

Fonte: Ministério da Educação

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA