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AGRONEGÓCIO

Mapa entrega máquinas do Promaq para oito municípios catarinenses

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realizou a entrega de máquinas e equipamentos a oito municípios catarinenses, com foco no fortalecimento da infraestrutura rural e no apoio às atividades do setor agropecuário. A cerimônia ocorreu nesta terça-feira (16), na Superintendência de Agricultura e Pecuária em Santa Catarina (SFA-SC), em São José.

A ação integra o Programa Nacional de Modernização e Apoio à Produção Agrícola (Promaq), voltado ao fortalecimento da infraestrutura e ao apoio direto aos municípios, contribuindo para o desenvolvimento regional e para a melhoria das condições de trabalho no campo.

Ao todo, foram entregues oito equipamentos: uma pá carregadeira, duas escavadeiras hidráulicas e cinco retroescavadeiras, totalizando investimento de R$ 2,92 milhões.

Foram contemplados os municípios de Witmarsum, Bom Jardim da Serra, Campos Novos, Corupá, Cerro Negro, Vitor Meireles, Porto Belo e Passos Maia.

A solenidade contou com a presença de representantes dos municípios beneficiados, além de servidores e colaboradores da Superintendência.

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O superintendente de Agricultura e Pecuária em Santa Catarina, Ivanor Boing, destacou a importância dos investimentos para os municípios. “Esses equipamentos são fundamentais para melhorar as condições de trabalho, apoiar a manutenção das estradas rurais e garantir melhores condições para o escoamento da produção agropecuária. É uma ação que fortalece diretamente o desenvolvimento regional e beneficia os produtores rurais”, afirmou.

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A iniciativa reafirma o compromisso do Mapa com o desenvolvimento regional e com o fortalecimento da agricultura, promovendo melhores condições de infraestrutura e contribuindo diretamente para a qualidade de vida no campo.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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AGRONEGÓCIO

Paraná exporta mais lácteos do que importa, mas déficit financeiro persiste no setor em 2026

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A balança comercial de lácteos do Paraná apresentou desempenho contrastante nos primeiros quatro meses de 2026. Embora o Estado tenha exportado mais produtos lácteos do que importado em volume, o resultado financeiro do setor permaneceu negativo, refletindo a diferença de valor agregado entre os itens comercializados.

Os dados constam no Boletim Conjuntural divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), que acompanha o comportamento do mercado agropecuário paranaense.

Exportações superam importações em volume

Entre janeiro e abril deste ano, o Paraná embarcou ao mercado internacional cerca de 4,3 mil toneladas de produtos lácteos. O volume ficou praticamente estável em relação ao mesmo período de 2025, quando as exportações somaram 4,4 mil toneladas.

Já as importações apresentaram crescimento. No primeiro quadrimestre de 2026, o Estado adquiriu 3,1 mil toneladas de produtos lácteos do exterior, volume 9% superior ao registrado nos mesmos meses do ano passado.

O resultado garantiu ao Paraná um saldo positivo em quantidade comercializada, demonstrando a competitividade do setor no mercado internacional.

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Déficit financeiro alcança US$ 3,3 milhões

Apesar do superávit em volume, a balança comercial do segmento lácteo fechou o período com resultado negativo em valor financeiro.

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Segundo o levantamento do Deral, as importações somaram US$ 11,4 milhões entre janeiro e abril de 2026, enquanto as exportações geraram receita de US$ 8,1 milhões. Com isso, o déficit do setor alcançou aproximadamente US$ 3,3 milhões no acumulado do quadrimestre.

A diferença evidencia que o Paraná continua adquirindo produtos de maior valor agregado no mercado externo, enquanto exporta itens com menor valor por tonelada.

Perfil dos produtos explica resultado

De acordo com a análise dos técnicos do Deral, a composição da pauta comercial é o principal fator responsável pelo desequilíbrio financeiro observado no setor.

Entre os produtos exportados pelo Paraná, a manteiga segue como um dos principais destaques da pauta de embarques. Embora tenha participação relevante nas vendas externas, trata-se de um produto com valor agregado inferior quando comparado a outros derivados lácteos.

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Por outro lado, as importações são concentradas principalmente em queijos, categoria que apresenta valor mais elevado por tonelada comercializada.

Essa diferença de preços faz com que o montante desembolsado nas compras internacionais seja superior à receita obtida com as exportações, mesmo quando o volume exportado supera o importado.

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Desafio é ampliar valor agregado das exportações

O cenário reforça um dos principais desafios da cadeia leiteira paranaense: aumentar a participação de produtos industrializados e de maior valor agregado na pauta de exportação.

A diversificação dos derivados destinados ao mercado externo pode contribuir para melhorar o desempenho financeiro da balança comercial do setor, agregando renda à cadeia produtiva e fortalecendo a competitividade da indústria láctea estadual.

Enquanto isso, os números do primeiro quadrimestre mostram que o Paraná mantém presença relevante no comércio internacional de lácteos, mas ainda enfrenta o desafio de transformar o superávit em volume em resultados positivos também na geração de receita.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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