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Encontro Nacional reúne diretores e superintendentes da Polícia Federal para alinhar estratégias e fortalecer gestão institucional

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Brasília, 24/6/2026 — A Academia Nacional da Polícia Federal, em Brasília, sediou nesta semana o Encontro Nacional de Diretores e Superintendentes Regionais da Polícia Federal, evento institucional estratégico que reúne dirigentes dos órgãos centrais e das 27 unidades regionais do país. O encontro, realizado duas vezes por ano, começou na terça-feira (23) e se encerra nesta quinta-feira (25).

Ao longo dos três dias, foram discutidas estratégias para o aprimoramento da gestão, o fortalecimento do planejamento institucional e o estabelecimento de diretrizes para a atuação da PF em todo o território nacional. 

O formato privilegia a troca de experiências entre as lideranças regionais e a construção coletiva de soluções para os desafios enfrentados pelo órgão.

Na quarta-feira (24), os participantes receberam o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, além de outras autoridades do Ministério: o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Leite; a secretária nacional de Justiça, Maria Rosa Loula; o diretor nacional de Políticas Penais, André Garcia; e o secretário nacional de Direitos Digitais, Victor Fernandes. O encontro contou ainda com a presença do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues; do diretor-executivo do órgão, William Murad; e da diretora de Ensino da Academia Nacional da PF, Christiane Corrêa Machado.

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O ministro Wellington César destacou a relevância do trabalho realizado pela instituição. “Encontros como este são fundamentais para que as estratégias nacionais se traduzam em ações concretas em cada unidade do país. É assim que construímos uma segurança pública mais integrada”, afirmou.

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O diretor-geral Andrei Rodrigues ressaltou o caráter coletivo do evento. “É um momento de alinhamento e troca de boas práticas, um grande esforço de construção coletiva”, disse.

O Encontro Nacional de Diretores e Superintendentes Regionais integra a estratégia do Ministério da Justiça e Segurança Pública de fortalecer a integração institucional entre as forças federais de segurança pública, em consonância com as diretrizes do Programa Brasil Contra o Crime Organizado.

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Banco nacional reúne 3 milhões de celulares e fortalece combate à receptação em todo o País

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Brasília, 25/6/2026 – O lançamento do Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR), instituído pelo Governo Federal por meio do Programa Nacional Celular Seguro, representa uma mudança na estratégia de enfrentamento ao roubo, ao furto e à receptação de celulares no Brasil. Coordenado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), o banco reúne mais de 3 milhões de registros provenientes das polícias civis, do Programa Celular Seguro, da Anatel e de outros sistemas nacionais.

Pela primeira vez, os dados dos 26 estados e do Distrito Federal passam a integrar uma única base nacional. A ferramenta permite que forças de segurança, gestores públicos e cidadãos tenham acesso a um sistema unificado para consulta e compartilhamento de informações sobre aparelhos com registro de roubo, furto ou extravio.

Segundo o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, a medida enfrenta um dos principais obstáculos ao combate dos crimes patrimoniais: a dispersão das informações entre diferentes sistemas estaduais e federais. Com a integração nacional, um celular roubado em um estado poderá ser identificado mesmo que seja comercializado ou utilizado em outra região do País.

Integração nacional fortalece investigações e protege consumidores

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Além de fortalecer o trabalho das forças de segurança, a nova base oferece uma camada adicional de proteção ao cidadão. Por meio do aplicativo Celular Seguro, do portal Gov.br e do endereço celularseguro.mj.gov.br, qualquer pessoa poderá consultar gratuitamente se um aparelho possui registro de restrição antes de efetuar a compra. A medida beneficia consumidores e comerciantes, aumenta a segurança das transações e reduz o risco de aquisição involuntária de aparelhos de origem criminosa.

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De acordo com Chico Lucas, o Banco Nacional representa uma mudança de foco na política pública de enfrentamento a esse tipo de crime. “Durante muito tempo, o combate ao roubo de celulares esteve concentrado apenas em quem praticava o crime nas ruas. Mas existe uma cadeia econômica que sustenta essa atividade criminosa. Há quem roube, quem intermedeie a venda e quem adquira o aparelho no final desse processo. O que estamos fazendo agora é integrar informações de todo o País para atacar essa cadeia como um todo. O crime atua em rede. Agora, o Estado também”, afirma.

Segundo o secretário, o objetivo não é criminalizar consumidores de boa-fé, mas criar mecanismos que ofereçam mais segurança para quem compra e mais instrumentos para que as polícias recuperem aparelhos e combatam a receptação.

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“Muitas pessoas compravam celulares sem qualquer condição de verificar sua procedência. A partir do Banco Nacional, o cidadão poderá consultar o IMEI antes da compra e saber se existe alguma restrição associada ao aparelho. Estamos criando mais segurança para as relações comerciais e reduzindo o espaço para o mercado ilegal”, destaca.

O número de aparelhos celulares roubados ou furtados no Brasil supera milhões de registros nos últimos anos, movimentando uma cadeia criminosa que financia organizações envolvidas em diversas modalidades de crime. A expectativa do Governo Federal é que a integração nacional dos dados, aliada à consulta pública e ao fortalecimento das investigações, reduza gradualmente a atratividade econômica desse mercado.

O banco também fortalece a cooperação federativa no âmbito do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), ao permitir que os estados compartilhem informações de forma mais rápida, eficiente e padronizada. Com isso, o Governo Federal reforça uma estratégia de segurança pública baseada em inteligência, integração de dados e atuação coordenada para reduzir os impactos de um dos crimes que mais afetam o cotidiano da população brasileira.

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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