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Saiba o que é o SAF e como esse combustível pode contribuir para a redução das emissões no transporte aéreo

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Conhecido pela sigla SAF (Sustainable Aviation Fuel), o combustível sustentável de aviação é produzido a partir de fontes renováveis. Seu desenvolvimento faz parte de iniciativas adotadas em diferentes países para reduzir as emissões associadas ao transporte aéreo.

Diferentes rotas tecnológicas — nome dado aos processos industriais utilizados para transformar matérias-primas em combustível — permitem a produção do SAF a partir de fontes como óleos vegetais, gorduras animais, resíduos agrícolas, resíduos urbanos e outras fontes renováveis. Após o processamento, o combustível atende às especificações técnicas internacionais exigidas para o uso na aviação.

Em comparação com o querosene de aviação convencional, o SAF apresenta potencial para reduzir as emissões ao longo de seu ciclo de vida. Por isso, seu uso é considerado uma das alternativas para apoiar os esforços de descarbonização do setor aéreo em diversas partes do mundo.

As iniciativas voltadas ao desenvolvimento e à ampliação do uso desse combustível vêm sendo discutidas em diferentes países e organismos internacionais. No caso brasileiro, a experiência acumulada na produção de biocombustíveis e a diversidade de matérias-primas disponíveis contribuem para a expansão desse segmento.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MME abre consulta pública sobre concessões de hidrelétricas vencidas e vincendas

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O Ministério de Minas e Energia (MME) colocou em consulta pública a Nota Técnica com as diretrizes para os processos de licitação e prorrogação das outorgas de usinas hidrelétricas, considerando as mudanças promovidas pela Lei nº 15.269/2025, que institui o novo marco regulatório do setor elétrico. Publicada na edição extra do Diário Oficial da União desta terça-feira (22/09), a iniciativa busca receber contribuições de agentes do setor e da sociedade sobre as vantagens e desvantagens de cada alternativa para as concessões de geração de energia elétrica vencidas e vincendas.

As contribuições vão subsidiar a elaboração de um ato  destinado a estabelecer um mecanismo padronizado e previsível para o tratamento desses ativos, ampliando a segurança jurídica e a transparência dos processos. A Nota Técnica analisa os possíveis arranjos para as outorgas de geração hidrelétrica, considerando a evolução do marco legal e a competência do poder concedente para definir entre a realização de licitação e a prorrogação das concessões.

Entre as diretrizes propostas estão parâmetros de onerosidade das outorgas, alocação de riscos, recálculo da garantia física, definição de prazos contratuais, metodologia de cálculo do valor da outorga e eventual ressarcimento de bens reversíveis pelo Valor Novo de Reposição (VNR). O documento também aborda questões relacionadas à segurança de barragens, modernização das usinas, prestação de serviços e adequação ambiental e regulatória.

A proposta contempla ainda diretrizes para o regime de Produção Independente de Energia (PIE). Diante da proximidade do vencimento de outorgas previsto para 2026 e 2028, o MME também apresenta soluções de curtíssimo prazo para evitar situações de operação precária e garantir a continuidade e a regularidade da geração de energia elétrica.

Interessados em participar poderão enviar suas contribuições até o dia 23 de outubro, por meio do portal de consultas públicas do MME e da plataforma Brasil Participativo.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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