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SAÚDE

Edital sobre experiência exitosas em cuidado integral e controle do câncer de colo do útero é prorrogado

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 O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES), prorrogou até 18 de outubro de 2026 o prazo de inscrições do Edital nº 15/2026, destinado à seleção de experiências exitosas relacionadas ao cuidado integral e ao controle do câncer do colo do útero no Sistema Único de Saúde (SUS).

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente pelo formulário eletrônico até as 23h59 (horário de Brasília).

Podem participar secretarias estaduais e municipais de saúde, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal, unidades de saúde do SUS e unidades privadas prestadoras de serviços ao sistema público, desde que atendam aos critérios estabelecidos no edital.

A seleção contempla iniciativas voltadas à organização e ampliação da detecção precoce do câncer de colo do útero, inovações na testagem para rastreamento, navegação do cuidado e acompanhamento das usuárias, além de estratégias para o fortalecimento da linha de cuidado.

As experiências selecionadas serão apresentadas durante o Seminário Nacional de Experiências Exitosas em Cuidado Integral para o Controle do Câncer do Colo do Útero, previsto para os dias 1º e 2 de dezembro de 2026, em Brasília (DF).

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Confira o cronograma

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Etapa Data
Publicação do edital 14 de setembro
Encerramento das inscrições – prazo prorrogado 18 de outubro de 2026
Análise de admissibilidade 19 a 21 de outubro de 2026
Avaliação de mérito 22 de outubro a 6 de novembro de 2026
Divulgação do resultado preliminar 9 de novembro de 2026
Prazo para recursos 10 a 12 de novembro de 2026
Julgamento dos recursos 13 a 17 de novembro de 2026
Divulgação do resultado final 18 de novembro de 2026
Envio das apresentações e dos pôsteres Até 25 de novembro de 2026
Realização do seminário nacional  1º e 2 de dezembro de 2026

Inscreva-se pelo formulário do Seminário Nacional Câncer do Colo do Útero

Patrícia Coelho
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Adenocarcinoma pulmonar: o que é o câncer diagnosticado no papa Leão XIV

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Subtipo mais comum de câncer de pulmão cresce devagar e costuma ser descoberto antes de se espalhar

O papa Leão XIV passou nesta terça-feira (13) por uma cirurgia para retirar um nódulo do pulmão direito depois de os médicos identificarem um adenocarcinoma pulmonar, o subtipo mais comum de câncer de pulmão. O nódulo foi detectado em exames de rotina.

O adenocarcinoma se forma nas glândulas que produzem muco e aparece, na maioria dos casos, nos alvéolos, as estruturas do pulmão por onde o ar entra e sai. Ele se desenvolve na parte periférica do órgão e cresce mais devagar que outros tipos de câncer pulmonar. Pertence ao grupo dos cânceres de pulmão de não pequenas células (CPNPC) e, em comparação com os demais tumores desse grupo, tem mais chance de ser descoberto antes de atingir outros órgãos.

Sintomas

A doença costuma ser silenciosa, e muitos dos sinais são confundidos com os de outras enfermidades. Os principais são:

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  • tosse persistente;
  • tosse com muco e sangue;
  • falta de ar;
  • dificuldade para respirar ou engolir;
  • chiado no peito;
  • dor no peito;
  • voz rouca;
  • cansaço;
  • perda de apetite;
  • perda de peso sem motivo aparente;
  • inchaço no rosto ou nas veias do pescoço.
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A orientação de especialistas é procurar atendimento médico assim que os sintomas aparecerem.

Causas

O tabagismo é a principal causa de câncer de pulmão, mas o adenocarcinoma também aparece em quem não fuma. A doença afeta mais mulheres e jovens.

O risco aumenta com a exposição ao fumo passivo, ao radônio, à fumaça de motores a diesel, a compostos de cromo, berílio e níquel, à fuligem, ao alcatrão e ao amianto.

Diagnóstico

A investigação começa com exames de laboratório, como sangue e urina, e de imagem, como raio-x, ressonância magnética ou tomografia computadorizada. Se os resultados indicarem suspeita de câncer, os médicos retiram uma pequena amostra do tecido pulmonar para biópsia, que confirma ou descarta a doença.

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Confirmado o diagnóstico, o paciente passa por novos exames para definir o estágio do câncer, se está restrito a uma área ou se já chegou a outros órgãos. É a partir disso que o tratamento é escolhido.

Tratamento e cura

O adenocarcinoma tem cura, e as chances dependem do estágio e de quando a doença é descoberta. Elas são maiores quando o diagnóstico é feito no início, com tumor pequeno e sem comprometimento dos gânglios linfáticos. O Vaticano não informou de imediato esses dados sobre o caso do papa.

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Conforme o estágio, o tratamento pode incluir cirurgia para retirar o tumor, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e terapias-alvo, que atacam células cancerígenas específicas.

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