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Acordo entre EUA e Irã reduz preços dos combustíveis no Brasil; diesel acumula queda de até 8,5%, aponta IPTL

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Os preços dos combustíveis começaram a recuar de forma significativa no Brasil após a desescalada das tensões no Oriente Médio. Dados do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL) mostram que, na semana de 14 a 20 de junho — período marcado pela assinatura do acordo de paz entre Estados Unidos e Irã —, o diesel comum registrou queda de 8,49% em relação ao auge da crise, enquanto o diesel S-10 recuou 6,38%. A gasolina também acompanhou o movimento de baixa, com redução de 1,57%.

Segundo o levantamento, o preço médio do diesel comum caiu para R$ 6,98 por litro, enquanto o diesel S-10 passou a custar, em média, R$ 7,22. Já a gasolina foi comercializada a R$ 6,81 por litro.

Mercado reagiu rapidamente ao acordo no Oriente Médio

A redução dos preços foi praticamente imediata após a formalização do memorando de paz entre os governos dos Estados Unidos e do Irã, encerrando semanas de forte volatilidade no mercado internacional do petróleo.

Durante a própria semana da assinatura do acordo, o diesel comum caiu de R$ 7,02 por litro, no domingo (14), para R$ 6,95, no sábado (20). No mesmo período, o diesel S-10 passou de R$ 7,21 para R$ 7,18.

A melhora reflete o alívio nas expectativas do mercado internacional com a redução dos riscos geopolíticos envolvendo uma das principais regiões produtoras de petróleo do mundo.

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Reabertura do Estreito de Ormuz aumenta expectativa de oferta global

O memorando de paz firmado entre os presidentes Donald Trump e Masoud Pezeshkian estabeleceu o encerramento das operações militares entre os dois países e trouxe medidas consideradas estratégicas para o mercado mundial de energia.

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Entre os principais pontos do acordo estão:

  • suspensão das sanções norte-americanas ao petróleo iraniano;
  • retomada das exportações de petróleo do Irã para o mercado internacional;
  • reabertura do Estreito de Ormuz;
  • previsão de normalização completa do tráfego marítimo na região ao longo dos próximos 30 dias.

Com a perspectiva de aumento da oferta mundial de petróleo e redução dos riscos logísticos, as cotações internacionais da commodity perderam força, movimento que rapidamente chegou ao mercado brasileiro de combustíveis.

Diesel foi o combustível mais impactado pela queda

De acordo com Vinicios Fernandes, diretor de Unidades de Negócio da Edenred Mobilidade, o diesel foi o combustível que mais sentiu os efeitos positivos do acordo.

Segundo o executivo, durante o período mais crítico do conflito, entre o fim de março e o início de abril, o diesel comum chegou a acumular alta superior a 20%, pressionado pelos riscos de interrupção das exportações de petróleo e pelos temores relacionados ao abastecimento mundial.

Com o restabelecimento das exportações iranianas e a redução das incertezas no Golfo Pérsico, o mercado passou a precificar um cenário mais equilibrado entre oferta e demanda, favorecendo a queda dos preços nas distribuidoras e, consequentemente, nos postos de combustíveis.

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Preços ainda permanecem acima do período anterior ao conflito

Apesar da retração registrada nas últimas semanas, os combustíveis ainda não retornaram aos níveis observados antes da escalada das tensões geopolíticas.

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Na comparação entre a primeira semana de março — antes do agravamento do conflito — e o período posterior ao acordo, os preços continuam superiores.

O diesel comum acumula alta de 10,27%, passando de R$ 6,33 para R$ 6,98 por litro.

O diesel S-10 registra aumento de 13,22%, saindo de R$ 6,37 para R$ 7,22.

Já a gasolina permanece 5,42% acima do valor observado no início de março, passando de R$ 6,46 para R$ 6,81 por litro.

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Perspectiva é de novos recuos nas próximas semanas

A expectativa do mercado é de continuidade do movimento de acomodação dos preços, à medida que as medidas previstas no acordo internacional sejam efetivamente implementadas.

Segundo a Edenred Mobilidade, caso a normalização das exportações de petróleo iraniano e da navegação no Estreito de Ormuz seja concluída conforme o cronograma previsto, o mercado poderá registrar um alívio gradual nas cotações internacionais do petróleo.

Esse cenário tende a favorecer novas reduções nos preços dos combustíveis no Brasil ao longo das próximas semanas, especialmente para o diesel, combustível de maior relevância para o transporte de cargas e para o agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

AGRONEGÓCIO

Genética de alto desempenho impulsiona eficiência e produtividade na cultura do arroz no Brasil

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Pressão por custos e eficiência redefine decisões no campo

Com o aumento dos custos de produção e margens cada vez mais apertadas, o cultivo de arroz passa por uma mudança estrutural na forma de tomada de decisão. Mais do que nunca, a busca por eficiência no uso de insumos e previsibilidade de resultados tem levado o produtor a reposicionar a escolha da semente como um dos principais pilares do sistema produtivo.

Nesse contexto, a genética deixa de ser apenas um insumo e passa a representar uma ferramenta estratégica para redução de riscos e melhoria do desempenho por hectare.

Campanha da RiceTec reforça papel da genética na rentabilidade da lavoura

A campanha nacional da RiceTec destaca seu portfólio como uma solução voltada à produtividade com estabilidade e melhor custo-benefício. A empresa atua globalmente com programas de pesquisa e desenvolvimento que permitem adaptar materiais às diferentes condições de cultivo, incluindo o cenário brasileiro.

Segundo o engenheiro agrônomo e coordenador de negócios da RiceTec no Brasil, Gustavo Karam, a decisão sobre a semente é hoje um fator central no planejamento da lavoura.

“A escolha da semente deixou de ser uma decisão pontual e passou a ser estratégica dentro do sistema produtivo. O produtor precisa de materiais com alto potencial produtivo, que respondam bem ao manejo e que ajudem a diluir custos ao longo da safra”, afirma.

Pesquisa global e adaptação local sustentam avanço tecnológico

O posicionamento da empresa é sustentado por um histórico de inovação contínua em melhoramento genético, com foco em produtividade, eficiência no uso de insumos e adaptação a diferentes ambientes de produção.

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A presença internacional da RiceTec permite antecipar tendências e acelerar a entrega de soluções agronômicas voltadas à realidade do campo, especialmente em cenários de maior pressão econômica e climática.

Portfólio é dividido em sistemas com propostas distintas de manejo

Na prática, as soluções da empresa são organizadas em dois sistemas tecnológicos principais, desenvolvidos para atender diferentes estratégias produtivas.

Sistema FullPage prioriza estabilidade e alto potencial produtivo

Voltado a áreas que buscam consistência e segurança agronômica, o sistema FullPage reúne materiais com desempenho estável e adaptabilidade a diferentes condições de manejo.

Entre os destaques estão:

  • RT 117 FP: alto teto produtivo, indicado para sistemas com manejo mais intensivo e foco em máxima performance
  • RT 124: combina produtividade com qualidade de grão, atendendo demandas da indústria e do mercado
  • XP 125: apresenta estabilidade produtiva e bom comportamento em diferentes ambientes de cultivo
Sistema Max-Ace amplia eficiência no controle de plantas daninhas

Já o sistema Max-Ace se destaca pela eficiência no manejo de plantas daninhas resistentes, especialmente aquelas com tolerância a herbicidas inibidores de ALS. A tecnologia contribui para maior flexibilidade operacional e redução de perdas no campo.

Entre os materiais, se destacam:

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  • RT 117 MA: alia produtividade com eficiência no controle de plantas daninhas
  • RT 739 MA: apresenta desempenho consistente em seletividade e resposta em áreas de alta pressão de daninhas
Custo-benefício passa a considerar retorno total da safra

Com a evolução dos sistemas produtivos, o conceito de custo-benefício na lavoura de arroz deixa de ser baseado apenas no preço da semente e passa a considerar o retorno gerado ao longo do ciclo produtivo.

Produtividade, redução de perdas e eficiência operacional entram na conta final, influenciando diretamente a rentabilidade por hectare.

Decisão estratégica começa pela genética da lavoura

Em um cenário cada vez mais competitivo, especialistas reforçam que a escolha da semente é um dos primeiros e mais importantes passos para garantir eficiência produtiva.

A combinação entre genética, manejo adequado e planejamento técnico torna-se determinante para alcançar estabilidade e maior previsibilidade de resultados na cultura do arroz.

Aviso técnico da empresa

A RiceTec ressalta que os índices de produtividade de seus materiais (RT 124, RT 125, RT 117 FP, RT 117 MA e RT 739 MA) dependem diretamente de boas práticas agronômicas, como planejamento e acompanhamento técnico contínuo. Por isso, não é possível garantir resultados uniformes em todas as condições de cultivo, que variam conforme manejo, ambiente e região.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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