AGRONEGÓCIO
Carne bovina avança em valor e volume e abril deve fechar com recorde
A valorização da carne bovina no mercado internacional, combinada ao aumento dos embarques, deve levar o Brasil a um novo recorde de exportações para o mês de abril. O movimento reforça o ganho de competitividade da proteína brasileira e amplia a geração de receita do setor.
Levantamento do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC), mostra que, até a quarta semana de abril de 2026 (16 dias úteis), o Brasil exportou 216,27 mil toneladas de carne bovina, com faturamento de aproximadamente R$ 6,7 bilhões. A média diária de embarques foi de 13,52 mil toneladas, avanço de 11,95% em relação ao mesmo período de 2025.
Mantido o ritmo atual, o volume exportado pode atingir cerca de 284 mil toneladas no fechamento do mês, o que representaria crescimento de aproximadamente 17,5% na comparação anual e o maior nível já registrado para abril.
O principal diferencial neste ciclo está no preço. A carne bovina brasileira foi negociada, em média, a cerca de R$ 31 mil por tonelada, com valorização superior a 23% frente ao mesmo período do ano passado. Na prática, o setor não apenas embarca mais, como também captura mais valor por tonelada exportada.
O resultado reflete um cenário internacional favorável, com demanda firme — especialmente na Ásia — e menor pressão de oferta em mercados concorrentes. Com isso, o Brasil mantém posição estratégica como fornecedor global de proteína animal.
A tendência para os próximos meses dependerá do comportamento do câmbio, da oferta de animais para abate e da continuidade da demanda externa. Ainda assim, o desempenho de abril indica um ambiente positivo para 2026, com crescimento sustentado tanto por volume quanto por preços — combinação que tende a preservar a rentabilidade da cadeia.
Fonte: Pensar Agro
AGRONEGÓCIO
Governo define regras para exportações do agronegócio para a Europa
O governo federal detalhou as regras para uso das cotas tarifárias previstas no acordo entre Mercosul e União Europeia, definindo como o agro brasileiro poderá acessar, na prática, os benefícios comerciais já em vigor desde 1º de maio.
As normas, publicadas pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), nesta segunda-feira (04.05), estabelecem critérios operacionais para exportação e importação dentro do novo regime. O objetivo é dar previsibilidade à aplicação do acordo, que ainda depende de ratificação definitiva pelo Parlamento Europeu.
Fonte: Pensar Agro
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