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IAC-Quepia completa 20 anos e eleva padrão de segurança no uso de EPI agrícola no Brasil

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O programa IAC-Quepia, referência nacional na avaliação da qualidade de equipamentos de proteção individual (EPI) para a agricultura, completa 20 anos com avanços significativos na segurança do trabalhador rural brasileiro. Coordenada pelo Centro de Engenharia e Automação (CEA) do Instituto Agronômico (IAC), a iniciativa será celebrada durante a Agrishow, em Ribeirão Preto, consolidando sua relevância para o setor.

Mercado externo: Brasil ganha protagonismo em normas internacionais

Ao longo de duas décadas, o IAC-Quepia posicionou o Brasil como referência global na avaliação de vestimentas protetivas agrícolas. O programa atua diretamente na adoção e desenvolvimento de normas internacionais, como a ISO 27065, ampliando a inserção do país em debates técnicos globais.

O Brasil também participa ativamente, por meio da ABNT, da construção de normas técnicas internacionais, o que fortalece a credibilidade dos produtos nacionais no mercado externo e abre oportunidades para exportações de EPI agrícola com certificação reconhecida.

Mercado interno: avanço na qualidade e certificação de EPI agrícola

No mercado doméstico, o impacto do programa é direto na indústria e na segurança do trabalhador. Antes da criação do IAC-Quepia, não havia normas técnicas claras nem certificações que garantissem a eficácia das vestimentas utilizadas na aplicação de defensivos agrícolas.

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Com o avanço do programa, fabricantes passaram a buscar certificações baseadas em normas internacionais, elevando o padrão de qualidade dos produtos. O Selo IAC-Quepia tornou-se um diferencial competitivo, assegurando que os equipamentos foram testados e aprovados em laboratório.

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Preços e custos: eficiência produtiva e redução de desperdícios

A evolução tecnológica impulsionada pelo IAC-Quepia contribuiu para maior eficiência na produção de EPI agrícola. A redução significativa na reprovação de produtos — entre 80% e 90% ao longo dos anos — indica menor desperdício industrial e melhor aproveitamento de recursos.

Além disso, a transferência de tecnologia para empresas e outros países, especialmente em regiões de clima quente e menor renda, tem contribuído para a redução de custos na produção de vestimentas protetivas, sem comprometer a segurança.

Indicadores: queda expressiva na reprovação de qualidade

Um dos principais indicadores de sucesso do programa é a expressiva redução na reprovação de vestimentas agrícolas produzidas no Brasil. O índice, que já foi elevado no início dos anos 2000, caiu drasticamente com a implementação de testes rigorosos e padronização técnica.

Atualmente, o laboratório do IAC-Quepia, localizado em Jundiaí (SP), é considerado um dos mais completos da América Latina, capaz de realizar todos os testes reconhecidos internacionalmente para avaliação de EPI agrícola.

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Análise: inovação, pesquisa e segurança no campo

A trajetória do IAC-Quepia reflete a integração entre pesquisa científica, setor privado e desenvolvimento tecnológico. O programa surgiu a partir da necessidade de avaliar a exposição ocupacional de trabalhadores rurais e evoluiu para se tornar referência internacional.

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A ausência de parâmetros técnicos no início dos anos 2000 motivou a criação de uma estrutura robusta de pesquisa, envolvendo instituições como o IAC, o Ministério do Trabalho, a ABNT e a indústria. Esse movimento resultou na criação de normas específicas e no fortalecimento da segurança no campo.

Além disso, o protagonismo de pesquisadores como Hamilton Ramos contribuiu para consolidar o Brasil como detentor de um dos maiores bancos de informações sobre qualidade de EPI agrícola no mundo.

Com duas décadas de atuação, o IAC-Quepia não apenas transformou a realidade da proteção do trabalhador rural brasileiro, como também elevou o país a um novo patamar de excelência técnica e científica no cenário global.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Governo do Brasil na Rua: MPA confirma presença em Recife (PE)

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participará do Governo do Brasil na Rua, que será realizado nos dias 24 e 25 de abril de 2026, em Recife (PE). O objetivo é levar atendimento direto aos pescadores, aquicultores e responsáveis por embarcações. 

 O MPA terá um estande no local, para ampliar sua presença junto ao público e fortalecendo a estratégia de levar os serviços diretamente aos territórios. O evento contará com a presença de diversas autoridades, além de representantes do MPA e de outros Ministérios. 

 Durante os dois dias, a feira oferece atendimento gratuito e sem necessidade de agendamento, garantindo acesso facilitado a políticas públicas e serviços essenciais. No estande do MPA, serão realizados atendimentos voltados à regularização e orientação do setor, com destaque para: 

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 Apoio ao Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP); 

Orientações técnicas e administrativas; 

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Suporte ao sistema PesqBrasil; 

Apoio em cadastro, atualização e acompanhamento de processos; 

Informações sobre licenciamento, programas e políticas públicas; 

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Orientações sobre a 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca. 

 Além dos serviços do MPA, os pescadores terão acesso a outros serviços como: emissão de documento de identidade, criação de contas bancárias, serviços de saúde, microcrédito, habitação, assistência jurídica, entre outros. 

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 De acordo com o chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade do MPA, Paulo Faria, “a participação do Ministério nesta edição consolida uma diretriz importante: ampliar o acesso às políticas públicas, facilitar a regularização e garantir que os serviços cheguem de forma mais direta aos pescadores e aquicultores”. 

SERVIÇO 

Data: 24 e 25 de abril de 2026 

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Horário: das 9h às 17h, 

Local: Escola Técnica Estadual Miguel Batista, localizada na Avenida Norte Miguel Arraes de Alencar, nº 7487, Macaxeira. Recife (PE). 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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